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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE 'PALESTINA' E 'PALESTINOS'

Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Casamata

Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-
MZandona

História e Significado de "PALESTINA" e "PALESTINOS" - 1ª PARTE
Por Joseph E. Katz
Tradução e adaptação por MZandona

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (...). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em 'Falastin', uma entidade ficcional.”

Golda Meir

O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?

“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.

Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe, mas sim hebraica - Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.

COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?

No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.

Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.

BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”

Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.

Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).

Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).

Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.

A PROMESSA DO "LAR JUDAICO NACIONAL"

Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:

“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada a ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.

“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.

“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (...). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (...) uma expansão silenciosa, pesarosa (...) uma desolação (...). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas...”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.

A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.

A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (...)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.

O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia” posteriormente apenas “Jordânia”.

Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.

Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.

Fonte: Heitor de Paola

HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE 'PALESTINA' E 'PALESTINOS' - PARTE II

História e Significado de "PALESTINA" e "PALESTINOS" - 2ª PARTE
Por Joseph E. Katz
Tradução e adaptação por MZandona
MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?

Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.

Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “...longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram...!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.

O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovado pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.

As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.

Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.

DE PALESTINA PARA ISRAEL

O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:

“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (...). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo." Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.

“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.

“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.

“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará nunca será o suficiente”.

“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.

Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.

Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.

Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.

Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.

Fonte: Heitor de Paola

Carrasco

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Meus pêsames, Cuba, pelas bodas de granma...

Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Blog do Clausewitz

Austeridade marca aniversário de 50 anos da revolução em Cuba


"Cuba celebrará nesta quinta-feira o 50o aniversário da sua revolução, com o comandante Fidel Castro doente e com a austeridade que impõe a crise financeira global a uma economia já afetada pelos furacões que atingiram a ilha recentemente.

Como há meio século, a ação se dará em Santiago de Cuba, a primeira cidade liberada pelos rebeldes, onde Fidel anunciou na noite de 1o de janeiro de 1959 a queda de Fulgencio Batista.

- Um novo aniversário do triunfo glorioso de janeiro de 1959 se aproxima, e todo o nosso povo se prepara para celebrar - disseram os Comitês de Defesa da Revolução, as células de bairros do Partido Comunista, numa nota publicada no jornal oficial Granma...

Os simpatizantes da revolução dizem que Cuba mudou radicalmente desde o primeiro dia do ano de 1959. O sistema socialista de Fidel trouxe igualdade de oportunidades, educação e saúde gratuitas e universais.

Para os críticos, o preço para isso foi um sistema que não tolera oposição e suspendeu direitos dos seus 11 milhões de habitantes..."

Fonte: JB

Um único comentário meu:

► Não é questão de ser crítico ou simpatizante... a questão é entender que Cuba não é uma democracia, nem aqui no Caribe, muito menos na China e compreender que os motivos que a levaram a naufragar como civilização estão completando bodas de ouro... e o fato de Cuba não ser uma democracia, querer reeditar alianças que a mantiveram nesse lapso temporal de cinquenta ano e estar sendo cuidada pelo foro de São Paulo como o pai senil que precisa de todos os cuidados da prole só denota o interesse nada velado do mundo comunista em transformar as bodas de ouro em bodas de granma...

Clausewitz

Embaixada de Israel: Comunicado à Imprensa

Quinta-feira, Janeiro 01, 2009

Resistência militar

Comunicado à Imprensa

31 de dezembro de 2008

A Força de Defesa de Israel (FDI) continuará com os ataques. O exército e o governo israelense resolveram continuar com os ataques à infra-estrutura do terror do Hamas, já que a organização ainda possui estruturas e a intenção de continuar com o lançamento de foguetes e ferir cidadãos israelenses. A proposta unilateral de cessar fogo não foi aceita, pois não há garantias de que o Hamas não lançará mais foguetes. O pedido para um "cessar fogo humanitário" é desnecessário, uma vez que as passagens estão abertas para a entrada de toda a ajuda humanitária que chegar. Estamos determinados a criar uma realidade melhor e mais segura, e dessa forma, garantir a segurança da população israelense no sul de Israel por um longo período.

Israel está atento aos vários pedidos e propostas que são apresentados em várias reuniões e estuda e discute cada uma delas com seriedade.

Nossa luta é contra o Hamas, não contra a população da Faixa de Gaza. Israel possibilitou a entrada de suprimentos humanitários na Faixa de Gaza vindo de vários países (Egito, Turquia, Jordânia) e organizações internacionais (Programa Mundial da Alimentação -WFP, Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos -UNRWA). As entregas são coordenação por Israel. Nos últimos dias, mais de 200 caminhões entraram carregados com comida, medicamentos e suprimentos médicos, como bolsas de sangue. As passagens de Gaza estão abertas para a entrada de ajuda humanitária de organizações internacionais, em completa cooperação com as autoridades israelenses e sem restrições.

Israel pretende manter sua política humanitária mesmo que o conflito continue. A FDI conduz operações de precisão contra a infra-estrutura do terror do Hamas e evita ferir inocentes. Todavia, o Hamas usa sua população civil como escudo humano e, sem cerimônia, posiciona seus quartéis e instalações terroristas em locais civis como casas particulares, porões de casas habitadas por famílias com crianças, escolas, mesquitas e outros tipos de prédios públicos.

Os líderes do Hamas se esconderam e se protegeram, abandonando a população à própria sorte. O governo do Hamas não funciona, mas seu sistema ainda pode promover ataques terroristas. À medida que o Hamas continua com o terrorismo, a população de Gaza sofrerá. Muitas moradores da Faixa de GAza não toleram mais o Hamas. A empreitada que o Hamas impôs em Gaza é parte de uma enorme campanha promovida pelos radicais do eixo Irã e Síria contra Israel e as forças moderadas no Oriente Médio.

Ontem a noite um foguete Grad foi lançado e essa manhã um jardim de infância e uma escola foram destruidos em Beer Sheva.

Israel lamenta as mortes dos civis israelenses e palestinos. Tem acompanhado, desde o início do conflito, os meios de comunicação no Brasil e no mundo e se colocado à disposição para esclarecimentos ou entrevistas. A ação militar é necessária para defender os cidadãos israelenses e para por fim por completo à infra-estrutura da organização terrorista Hamas.

A Embaixada de Israel se coloca à disposição para entrevistas e esclarecimentos.

Atenciosamente,

Raphael Singer

Conselheiro / Porta-Voz
Embaixada de Israel / Embassy of Israel
Departamento de Assessoria de Imprensa e Comunicação
Press and Communication Department
Celular: (61) 9658 1722 / (61) 84059608
Telefones: (61) 2105 0507 / 2105 0529 / 2105 0505
Fax: (61) 2105 0555


Obs.: Para compreender por que Israel está em guerra contra o Hamás, veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=x8m2OB4_CY8. Veja, também, artigo da Ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, publicado na Folha de S. Paulo (30/12/2008), em http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=531502 (F. Maier).

Félix Maier

Guia Prático da Nova Ortografia, em vigor a partir de 1/1/2009

Quinta-feira, Janeiro 01, 2009

Resistência militar

Saiba o que mudou na ortografia brasileira

por Douglas Tufano

(Professor e autor de livros didáticos de língua portuguesa)

O objetivo deste guia é expor ao leitor, de maneira objetiva, as alterações introduzidas na ortografia da língua portuguesa pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor Leste.

No Brasil, o Acordo foi aprovado pelo Decreto Legislativo no 54, de 18 de abril de 1995.

Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada.

Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países.

Como o documento oficial do Acordo não é claro em vários aspectos, elaboramos um roteiro com o que foi possível estabelecer objetivamente sobre as novas regras.

Esperamos que este guia sirva de orientação básica para aqueles que desejam resolver rapidamente suas dúvidas sobre as mudanças introduzidas na ortografia brasileira, sem preocupação com questões teóricas.

Leia texto completo em http://felixmaier.blogspot.com/2009/01/guia-prtico-da-nova-ortografia.html

Félix Maier

"Che era um assassino".

Quinta-feira, Janeiro 01, 2009

Coturno Noturno

" É graças ao mito Che Guevara, que foi um dos maiores assassinos desta Revolução. Eu escrevi um livro, que se chama "A Face Escondida do Che", onde há uma série de testemunhos de pessoas que passaram diante dele. O Che dirigiu centenas de execuções em Cuba. Era um matador. Eu não consigo compreender como tanta gente caiu no discurso deles todos. Eu tento, então, contar a verdade. Escrevi um outro livro, Memórias de um naufrágio, que vai ser publicado justamente agora, em função do 50º aniversário. São mais testemunhos de pessoas que foram reprimidas em Cuba e que passaram 20 ou 40 anos presos apenas por discordarem do sistema. Outros são pessoas que tiveram de suportar e que sobreviveram aos massacres que aconteceram em Cuba".

" Lula é um admirador dos irmãos Castro e se recusou a receber e a falar com dissidentes. É algo que ele vai guardar na sua consciência".


Trechos de entrevista com Jacobo Machover, que saiu de Cuba com a família e nunca mais pôde voltar. Ao perceber o "caminho sem volta" em que o sonho socialista entrava, seu pai, que trabalhava como tradutor para Che Guevara, decidiu levar a mulher e os filhos para a França. No país europeu, o ex-admirador do mítico personagem da Revolução Cubana tornou-se um respeitado intelectual sobre o seu país de origem e uma das vozes mais ativas contra o regime castrista entre os exilados cubanos no exterior.

Coronel

D'Elia recebe 1 milhão de dólares de Cuba para fianaciar cúpula anti-Bush

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008


Notalatina – Graça Salgueiro

Quando chega o final do ano a gente fica mais reflexivo e, querendo ou não, automaticamente acaba fazendo um balanço do ano que passou. E 2008 está em seus estertores finais. Constato com uma melancolia quase depressiva

que o saldo é bastante negativo, sobretudo aqui em nosso continente. As esquerdas avançaram formidavelmente; o Foro de São Paulo se fortaleceu com a vitória de mais um presidente (Lugo) e com a criação de sua sucursal, a UNASUL; Cuba está em seu apogeu ditatorial novamente e Chávez criou fôlego para ousar acabar de vez com a democracia na Venezuela, ao desconhecer a vontade popular que já lhe disse um sonoro NÃO e quer vê-lo – se possível – atrás das grades. Deus permita que aquele bravo e corajoso povo tenha êxito!

As FARC sofreram um duro revés, com perdas bastante significativas. Entretanto, enquanto houver mentes doentes e perversas, como os auto-proclamados “intelectuais”, políticos comprometidos com a podridão comunista e uma mídia disposta a ajudá-los, tão cedo a Colômbia se livrará deste câncer. Os Estados Unidos elegeram um farsante mau caráter; o vandalismo anárquico tomou conta das ruas de Atenas; os atentados terroristas ceifaram incontáveis vidas e a natureza mostrou sua revolta arrasando cidades e países com furacões, tempestades e inundações.

Mas o tema de hoje é, conforme prometi, a Argentina, que vive um de seus piores momentos de decadência, ruína, crimes de toda espécie, sobretudo promovidos pelo governo montonero do clã Kirchner. O que vocês vão ler trata de um escândalo ocorrido em 2005 que foi abafado, pela justiça de lá e pela mídia de cá, onde o ex-subsecretário de Habitação do governo Kirchner, o piquetero Luis D’Elia, admite em entrevista ter recebido um milhão de dólares de Fidel Castro para provocar baderna e agitação durante a visita do presidente Bush a Mar del Plata, durante o encontro de presidentes em novembro daquele ano. Vale a pena recordar que naquela ocasião o delinqüente Chávez, junto com a escória terrorista da Argentina, criou a “cúpula anti-Bush” onde fez um discurso de 3 horas sob os aplausos delirantes da bruxa comuna Hebe de Bonafini, “mãe da Praça de Maio”. Fica mais uma vez comprovado nessa entrevista que as chamadas “manifestações espontâneas” são meticulosamente programadas e, claro, pagas, porque ninguém é idiota de se expor de graça, muito menos comunista, que adora dinheiro. As fotos desta edição são bastante eloqüentes: uma mostra D’Elia com Mohsen Barbani, ex-Conselheiro Cultural da embaixada do Irã na Argentina e a outra, ele agredindo um jornalista com socos, delicadeza bem ao seu estilo marginal dos becos e ruelas do submundo. Comprova-se, assim, que dinheiros ilegais entram aos montões na Argentina, não só pelas malas de Chávez como também pelas do seu amo e mentor Fidel. E não acontece nada a esta escória, tal como aqui...

Foi, sem dúvida, um ano feio, violento, repleto de mentes pervertidas comandando o destino de tantas nações que é difícil olhar para trás e esboçar um sorriso de contentamento. Hoje é o último dia de um ano que vai sem deixar saudades, sem deixar uma marca positiva, uma lembrança amena. Que se vá, pois, e dê passagem ao novo e que Deus nos dê força, coragem, sabedoria e discernimento para continuarmos esta luta tão encarniçada e desigual.

E em 2009 o Notalatina trará algumas novidades interessantes, mais denúncias, mais vídeos inéditos, mais informações que a mídia chapa branca propositalmente não informa. Brindemos, pois, à vida, à dignidade, à honra, a Deus, por tudo o que Ele nos tem concedido gratuitamente e sem fazer contabilidade porque é pai, e um Pai extremamente generoso. Feliz Ano Novo para todos, que Deus nos abençoe e até a próxima.

*****

A revista argentina "Noticias" acusa o sindicalista argentino Luis D’Elia de haver recebido um milhão de dólares de Cuba para financiar a cúpula anti-Bush que se fez em Mar del Plata em 2005. O piquetero K admite que recebeu dinheiro para destruir Bush. “Sim, recebi um milhão de Cuba, mas não fiquei com nada”, diz D’Elia em entrevista a Franco Linder.

Luis D’Elia tem a mão esquerda enfaixada. Diz que se queimou com a chaleira enquanto tomava mate com os amigos. “Fui imprudente”, suspira, e acaricia a faixa em seu novo bunker de Pueurredón e Rivadavia, no bairro portenho do Once. Isto não é a única coisa que queima D’Elia por estas horas. Em sua última edição, “Noticias” publicou a antecipação do livro que o jornalista Gerardo Young escreveu sobre o piquetero oficial, intitulado “Preto contra branco”. Nele se conta como D’Elia havia burlado os controles de Ezeiza com uma bolsa de couro velha que continha 1 milhão de dólares. Segundo a investigação, era dinheiro do governo de Cuba para que o piquetero e ex-funcionário kirchnerista mobilizasse sua gente e outras organizações para a contra-cúpula de Mar del Plata de novembro de 2005. Lá, o venezuelano Hugo Chávez, o boliviano Evo Morales e Diego Maradona, entre outros, repudiaram a presença do presidente George Bush na cúpula oficial – também em Mar del Plata – e desaprovaram o projeto americano da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).


Quer dizer, D’Elia havia ingressado no país proveniente de Cuba, com uma bolsa de mão repleta de dinheiro sujo, e a bordo de um Air Jet de doze lugares, arrendado pelo governo da Venezuela, com o deputado kirchnerista Miguel Bonasso e vários militares cubanos como acompanhantes. As semelhanças com o Valisegate de Guido Antonini Wilson são notáveis, porém D’Elia teve mais sorte: ninguém detectou a milionária encomenda nos controles do aeroporto de Ezeiza. Do contrário, teriam lavrado-lhe uma ata por ingresso ilegal de divisas como ocorreu com Antonini.


A bolsa e seu conteúdo, segundo a investigação, terminaram debaixo da cama do piquetero e na ocasião subsecretário de Residência e Habitação Social, que nesta entrevista com “Noticias” assegura que não ficou com uma só nota, o que equivale, claro, a confirmar que o dinheiro existiu. Porém, não há comprovantes que demonstrem de que forma foi gasto ou se uma parte ficou nas mãos de alguém.


D’Elia alisa a mão enfaixada e mostra as fotos de sua viagem a Cuba. Havia chegado à Havana em 19 de outubro de 2005 junto com o deputado Bonasso, e em representação formal do governo Kirchner. “Aqui estou com Fidel, nesta outra com o chanceler cubano, Felipe Pérez Roque e este é Silvio Rodríguez”.


Noticias: As fotos são daquela viagem que se menciona no livro de Young, quando lhe deram 1 milhão de dólares?


D’Elia: Do livro não vou falar; cada um tem o direito de escrever o que quer.


Noticias: O livro afirma que o governo de Cuba lhe deu US$ 1 milhão para financiar a cúpula contra Bush em Mar del Plata.


D’Elia: Sim, e daí? Porém não ficamos com nada. Tinha que levar 2.000 micros para Mar del Plata como nós fizemos!


Noticias: O dinheiro foi repartido só entre seus militantes da Federação de Terras e Habitações, ou havia ademais outras organizações sociais?


D’Elia: Levamos todas as organizações sociais! Todas!


Noticias: Então a [história] da bolsa de 1 milhão de dólares é correta.


D’Elia: (Sorri). Olha, não me façam falar... Do que se conta no livro, 95 por cento é correto. Foi assim.


Noticias: Qual é o 5 por cento errado?


D’Elia: Não vou falar do livro.


Noticias: O senhor se dá conta de que é um delito contrabandear 1 milhão de dólares de dinheiro negro por Ezeiza?


D’Elia: (Sobressaltado). Delito, eu? Cuidado com o que diz; você está se arriscando muito...


Noticias: É como o caso de Antonini. A Justiça argentina o acusou de contrabando e depois de lavagem de dinheiro.


D’Elia: E quem disse a você que passei o dinheiro por Ezeiza?


Noticias: Se não foi o senhor, quem foi?


D’Elia: (Misterioso). Pode ter sido algum diplomata quem passou o dinheiro...


Noticias: No avião só iam o senhor, Bonasso e os militares cubanos. Não se dá conta de que é um delito trazer 1 milhão de dólares de contrabando?


D’Elia: Não sei, não me consta.


Noticias: Por que Bonasso o acompanhou?


D’Elia: Ah! Pergunte isso a ele.


"Noticias” telefonou para o deputado Bonasso para conhecer sua versão, porém não houve resposta. Seus secretários se mostraram alterados pela revelação da história da bolsa milionária de D’Elia no número da semana passada. Na época da contra-cúpula marplatense, em novembro de 2005, esta revista havia interrogado o piquetero oficial por seu envolvimento na mobilização dos militantes kirchneristas. Naquela vez ele não quis revelar de onde saía o dinheiro para essa tarefa, porém reconheceu que alugar um micro rondava os 1.500 pesos. O cálculo indica que, se ele levou 2.000 micros como afirma, gastaram-se 3 milhões de pesos. Ou em dólares, segundo o valor de câmbio da época, 1 milhão, como o que ele trouxe desde Cuba. D’Elia ficou com uma parte do dinheiro negro? Ele jura que não. E a investigação de Young afirma: “Dirigentes de outras organizações sociais foram visitando a casa de D’Elia. Chegavam com o pedido e iam embora com 50.000, 100.000 dólares, em troca da simples promessa de micros, de multidões mobilizadas em Mar del Plata”.


Noticias: Por que o avião foi arrendado pelo governo venezuelano?


D’Elia: Não vou fazer comentários.


Noticias: No livro se afirma que o senhor levou o dinheiro para sua casa de La Matanza e que o escondeu debaixo de sua cama.


D’Elia: (Sorri). E como o autor do livro sabe disso? Ele mora em minha casa?


Noticias: O senhor desmente?

D’Elia: Não, não. Eu não desminto nem confirmo nada.

Noticias: Como que não confirma nada? Há pouco o senhor disse que 95 por cento do que foi publicado é verdade.

D’Elia: Basta. Já te ajudei muito.

O piquetero sorri e se despede com um aperto de mão, como se acabasse de confessar uma simples travessura. A valise de Antonini foi o escândalo de corrupção mais ressonante da era K. A bolsa de couro de D’Elia pode se converter em uma digna segunda parte.

Fonte: http://www.revista-noticias.com.ar/comun/nota.php?art=1762&ed=1668

Comentários e Tradução: G. Salgueiro

posted by G. Salgueiro at 11:20 AM

LATET ANGUIS IN HERBA

31/12/2008

Farol da Democracia Representativa


Ubiratan Iorio
Economista, Fundador do FDR

A propósito da recente tentativa do governo de nos impor, por medida provisória, a capitalização do “Fundo Soberano Brasil”, bem que podemos recordar - tal como Machado de Assis em “A Mão e a Luva”, ao descrever o encontro fortuito entre Estácio e Guiomar nos jardins de uma chácara na bucólica Praia de Botafogo do século XIX - o poeta Virgílio (Eclogae 3.93): há uma cobra escondida no capim! Em termos – digamos - menos literários, isto equivale à afirmativa de que em baixo desse angu tem caroço... Aliás, em se tratando de manobras do governo petista, a experiência tem mostrado com clareza contundente que praticamente todos os angus têm caroços e que há numerosas gatarias escondidas em todas as tubas do Executivo, miando hinos de louvor ao Estado onipotente, aquele mesmo que garante as suas sinecuras e prebendas, sempre custeadas pelos contribuintes...

Qui legitis flores et humi nascentia fraga, frigidus, o pueri, fugite hinc, latet anguis in herba! (Eclogae 3.92)! Ó crianças que colheis flores e morangos que nascem no chão, fugi daqui, há uma fria cobra escondida no capim... Eles – os homens da Fazenda, mentores do gesto despudorado – pensam, decerto, que somos um bando de crianças a colher inocentemente flores e morangos e incapazes de enxergar as víboras que, escondidas sob relvas aparentemente macias e inofensivas, apenas esperam para dar o bote.

Esse tal “Fundo Soberano Brasil” (FSB) é uma excrescência abominável, cujos únicos propósitos são enfraquecer o Banco Central, fortalecer o projeto de um Estado ainda maior e mais forte e sobrepor o Executivo aos outros dois poderes. O FSB inspira-se em experiências semelhantes nascidas em economias – como a da China – que ostentam sistematicamente superávits nas contas internas e externas, coisas que, efetivamente, não acontecem no Brasil: nossa conta de transações correntes só é superavitária episodicamente e nosso déficit nominal interno é crônico e crescente. Os defensores do Fundo, no entanto, sempre simularam desconhecer essas características estruturais de nossa economia, ou – hipótese pela qual me inclino com probabilidade igual a 1 – julgam que não seriam importantes. Por isso, quando sugeriram, há alguns meses, a sua criação, alguns analistas mais perspicazes aventaram que se tratava de uma manobra – latet anguis! – para tornar possível o projeto do ministro Mantega e de seus súcubos neokeynesianos de intervir na política cambial, criando uma espécie de “BCB do B” (tomando emprestada a expressão do editorial do Globo do dia 30 de dezembro), para adotar medidas diametralmente opostas às de nossas autoridades monetárias. Duplicar os mecanismos de ação sobre o câmbio!... Essa gente não tem mesmo a menor idéia de como os mercados reagiriam a tamanho despautério, o que, aliás, é perfeitamente compreensível, pois nem remotamente são capazes de compreender o que vem a ser o processo de mercado... Um verdadeiro absurdo, que nos faz dar razão ao jornalista Reinaldo Azevedo, quando os denomina, sem a menor cerimônia, de “petralhas”. Com efeito, o Brasil que se dane, porque o importante, o relevante, o crucial mesmo é o “projeto de país” que vaga fantasmagoricamente em suas cabeças socialistas, para gáudio de seus neurônios heterodoxos... Lembremo-nos de que essa gente – que não pode, com efeito, ver um preço no seu lugar certo (determinado pelo mercado) -, quando o dólar estava fraco perante o real – época em que surgiu a idéia de criação do Fundo - pôs-se a crocitar insistentemente, corvejamento naturalmente acompanhado por exportadores e por detentores de posições credoras em dólares, que estavam, obviamente, perdendo.

Agora, com a valorização do dólar frente à nossa moeda no bojo da crise internacional, o governo vem com essa pérfida manobra da MP 452, que altera inconstitucionalmente a lei de criação do FSB aprovada pelo Congresso, alegando a necessidade de dotá-lo de recursos, ao arrepio do Congresso. Em outras palavras, o presidente do país sanciona uma lei e, imediatamente, muda-a por uma medida provisória, que permite, inclusive, que o governo emita títulos com vistas à capitalização do Fundo. Sem dúvida, é uma Dívida Interna do B... É evidente que, mesmo na hipótese, defendida, pelo governo de que os R$ 14,2 bilhões necessários para iniciar as operações do FSB serão devidamente abatidos da dívida caso o Congresso aprove a MP, trata-se de um inadmissível rompimento de uma regra básica, aquela que não permite financiar gastos públicos via endividamento. Quebrando esse princípio salutar, a responsabilidade fiscal vai, com todas as letras, para a cucuia, ou seja, para o beleléu! Exatamente como eles desejam.

É chegada a hora de nosso Supremo pronunciar-se em defesa da democracia, ou seja, pela inconstitucionalidade da manobra perpetrada à sorrelfa, em meio às festividades natalinas, pelo Executivo. Quem pode garantir, dado o histórico deste governo, que o FSB não será “entendido” como um mecanismo para gastar recursos públicos, escapando aos imprescindíveis controles? Quem pode assegurar que não será utilizado para aumentar nosso – desde muito tempo – paquidérmico Estado? Quem pode asseverar que não se trata de manobra para incrementar sua presença na economia? E quem pode dar como certo o equilíbrio de nossas contas públicas?

Muitos atos do governo petista podem ser colocados sob suspeição. Mas poucos como essa MP 452, que é uma tentativa claríssima – e não é a primeira! - de aplicar um drible duplo, no Legislativo e no Judiciário. Pela preservação da verdadeira democracia, ela não pode passar. Vejamos se nossos congressistas conformar-se-ão em abrir mão de legislar e se nosso Supremo recusar-se-á a desempenhar o papel de Ínfimo. Ou seja, se os zagueiros se deixarão fintar em troca de sabe-se lá – mas pode-se imaginar - o que...

In ista vipera est veprecula. Nesta moita há uma víbora... Alguém ainda pode ter alguma dúvida?

http://www.faroldademocracia.org/editorial_unico.asp?id_editorial=222

Opositora de Putin denuncia envenenamento

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Direto ao ponto X

Karinna Moskalenko (foto), advogada russa que defende opositores de Putin, denunciou que ela e sua família foram envenenadas com mercúrio. A polícia de Estrasburgo, cidade francesa onde reside Karinna, achou restos da substância tóxica no carro familiar. Como estava se sentindo mal, Karinna não viajou a Moscou, onde deveria participar de uma audiência sobre o assassinato da jornalista russa Anna Politkovskaya, que discrepava do governo ditatorial de Putin. Karinna também defende o ex-campeão mundial de xadrez Gary Kasparov, dissidente detido pelo fato de protestar contra o governo, e o industrial Mikhail Khodorkovsky, atualmente confinado na Sibéria. Parece ser mais um caso na longa escalada de eliminações criminosas de dissidentes, praticadas pelo Kremlin, de acordo com o velho esquema da extinta ditadura soviética.

Fonte : (Agência Boa Imprensa)

Grão Mestre Distrital apóia Manifesto à Nação Brasileira

13/12/2008


O GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL, NA PESSOA DO SEU GRÃO MESTRE, VEM A PUBLICO RATIFICAR E APOIAR INCONDICIONALMENTE O MANIFESTO ABAIXO, JÁ QUE SE COADUNA COM A MAIORIA DOS OBREIROS DE SUA JURISDIÇÃO, E PARA TANTO, CONVOCA TODOS PARA DIVULGAR NO MEIO MAÇÔNICO,BEM COMO PUBLICAMENTE, FAZENDO DELE UMA TRINCHEIRA DE HOMENS LIVRES E DE BONS COSTUMES QUE TIVERAM, TEM E TERÃO RESPONSABILIDADE PARA COM O BRASIL DO AMANHÃ.

BRASÍLIA,12 DE DEZEMBRO DE 2008

JAFÉ TORRES

GRÃO MESTRE DO
GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL



Manifesto à Nação Brasileira

Nós, do Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim, tendo jurado "Glorificar a Verdade e a Justiça" e " ...promover o bem estar da Pátria e da Humanidade", vimos, por meio deste manifesto, demonstrar nosso veemente repúdio para com as espoliações anunciadas de nosso Território, que se quer perpetrar contra o Povo Brasileiro, inclusive afetando as gerações futuras, decorrente da demarcação da Reserva Indígena Raposa da Serra do Sol (RIRSS), em áreas contínuas e com superfície desproporcional ao número de índios, de diversas etnias, que nela habitam.

Não somos contra os direitos das tribos indígenas, desde que tais direitos não se amparem em ingerências de organismos nacionais e internacionais, que possam colocar em risco a Soberania Nacional.

I - DIRIGIMO-NOS:

1 - Ao Poder Judiciário, particularmente ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável precipuamente pela guarda da Constituição da República Federativa do Brasil (Constituição) como redigida em seu Art. 102º e a quem cabe decidir em favor da união indissolúvel da Nação e de sua soberania, como reza seu Art. 1º;

2 - Aos integrantes do Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado), nossos representantes eleitos e Legais, responsáveis pela fiscalização dos atos exercidos pelos poderes constituídos;

3 - Às Forças Armadas, Instituições Nacionais Permanentes e Regulares, destinadas à defesa da Pátria (Art. 142º da Constituição);

4 - Às Associações de Classe, Empresariais e de Trabalhadores Brasileiros;

5 - Às Instituições Universitárias, Acadêmicas e Estudantis;

6 - À População Brasileira.

Para alertá-los sobre, fatos, decisões, concessões e constatações de extrema gravidade, no cenário Político-Estratégico da Amazônia Brasileira, neste início de século XXI, conclamando, a todos os nominados a agir, dentro de suas esferas de atuação, para que não exista a possibilidade de desmembramento do Território Nacional, em decorrência da política indigenista adotada desde Governos anteriores até ao Governo atual.

II - APRESENTAMOS OS FATOS

1 - Em decreto assinado pelo Exmo. Presidente Fernando Collor de Mello, em 15 de novembro de 1991, uma área demarcada de forma contínua de 96.649 km² na fronteira com a Venezuela, foi transformada na Reserva Indígena Ianomâmi (RII). Essa superfície foi e é destinada a cerca de 5.000 índios, e onde se encontram vastas riquezas minerais, inclusive as maiores reservas conhecidas no mundo de Titânio, Ouro e Diamantes. A assinatura de tal decreto foi o resultado de pressões diretas de Governos Estrangeiros, executadas com diligência e paciência, desde o final da década de 60.

2 - Em 15 de abril de 2005, o Exmo. Presidente Luis Inácio Lula da Silva assinou um decreto de homologação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS), em área contínua, nas fronteiras com a Venezuela e Guiana (ex-Guiana Inglesa e hoje membro da "Commonwealth of Nations" - Comunidade das Nações - antiga Comunidade Britânica). A área abrange 160.000 km², habitada por cerca de 16.000 índios. Seu subsolo é rico em Diamantes, Ouro e Nióbio, sendo este um metal fundamental para as pesquisas de FUSÃO NUCLEAR, que promete acabar com a dependência da energia gerada pelo Petróleo.

Juntas as Reservas Indígenas totalizam uma área de 256.649 km² destinadas a 21.000 índios, ou seja, cada índio ocupa 12,22 km² (densidade populacional de 0,08 índios por km²).

Apenas para efeito de comparação, nos Estados Unidos da América a área total das Reservas Indígenas é de 225.000 km², para uma população indígena de 2.786.652, o que dá 0,081 km² para cada índio (densidade populacional de 12,38 índios por km²).

Se excluirmos a Reserva Indígena Ianomâmi e a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (território e população indígena) do cálculo de nosso Território e População (8.514.876 km² e População de 183.987.291 habitantes, segundo IBGE em 2007), teremos cada habitante ocupando 0,045 km² (densidade populacional de 22,28 habitantes por km²).

Outro dado importante: a área da Reserva Indígena Ianomâmi e a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, somadas, equivalem a área da Grã-Bretanha (258.256 km²). Essa área é ocupada por cerca de 60.000.000 de habitantes, ou seja, cada habitante Britânico ocupa 0,004 km².

Como se verifica, a área destinada aos índios pelo Governo Brasileiro ultrapassa qualquer bom senso.

3 - Há vários anos, declarações importantes sobre a "internacionalização da Amazônia", a "soberania relativa dos Brasileiros sobre este território" e outras do gênero, vêm sendo feitas por entidades e dirigentes dos Países detentores de tecnologia, os maiores usuários de matérias primas, conforme "Declarações" no final deste documento.

4 - A Emenda Constitucional nº 45/2004, introduziu no Art. 5º da Constituição, os parágrafos 3º e 4º, que dizem, textualmente:

§ 3º - Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.

§ 4º - O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão.

5 - Os Diplomatas Brasileiros, cumprindo determinação do Exmo. Presidente Luis Inácio Lula da Silva, assinaram, em 13 de setembro de 2007, a Declaração da Organização das Nacões Unidas (ONU) sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Em que pese a ambígua e única redação, protegendo os direitos dos "Estados" (Art. 46º), os Art. 3º e 45º, dentre dezenas de outros, exemplificam bem a real intenção de tal documento.

Artigo 3º

Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em virtude desse direito, determinam livremente a sua condição política e perseguem livremente seu desenvolvimento.

Artigo 45º

Nada contido na presente Declaração interpretar-se-á no sentido de que se limitem ou anulem os direitos que os povos indígenas têm na atualidade, ou possam adquirir no futuro.

Como se verifica com uma simples leitura deste item, e do anterior (Emenda Constitucional), a Declaração da ONU tem que ser ratificada pelo Congresso, e se o for, tem força de Lei. Ou seja: um documento que possibilita nosso desmembramento territorial estará incluído em nossa Constituição. E os Brasileiros que agirem contra, serão submetidos ao Tribunal Penal Internacional!

Está aberto o caminho, sob tutela da ONU e endosso de nossos representantes, para que "Nações Indígenas" esquartejem o Brasil.

É fato também que, os Estados Unidos da América, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que têm indígenas em seus Territórios, não são signatários da Declaração da ONU, mas o primeiro tem assento permanente no seu Conselho de Segurança, e os demais são membros da Comunidade das Nações (Britânicas), e todos têm interesses específicos na região Amazônica.

6 - A Lei Federal nº. 11.284, de 02 de março de 2006, que dispõe sobre a gestão de florestas públicas, permite que empresas multinacionais com sede no Brasil, explorem áreas do tamanho de países, para "produção sustentável" e, no Art. 35º, prevê até 40 anos para exploração dessas florestas, de "acordo com o ciclo de colheita ou exploração", e até 20 anos, para exploração de "serviços florestais".

7 - Segundo a Polícia Federal e a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) existem ONGs (organizações não governamentais) estrangeiras e "Missões Religiosas" que, a pretexto de "filantropia ecológica", ou de apoio à cultura indígena, na realidade praticam o contrabando de minerais e madeiras, a biopirataria, e o aliciamento de indígenas para sua causa, efetuando, ainda, minuciosos levantamentos estratégicos das riquezas minerais do subsolo da Amazônia, notadamente das áreas das Reservas Indígenas, enviando-os aos Países patrocinadores, os maiores interessados na riqueza mineral da região.

8 - Existem "Missões Religiosas" e ONGs nacionais e estrangeiras, que estão aliciando nossos indígenas de modo que as tribos por eles influenciadas, por vezes, nem falam a Língua Portuguesa (exprimindo-se, porém, em inglês e francês), e seus membros são levados a estudar no exterior, voltando impregnados de ilusões e conceitos contrários aos interesses do Povo Brasileiro.

III - EXIGIMOS

Como Brasileiros, e preocupados com a Nação que iremos legar aos nossos descendentes, que:

1 - O Poder Executivo cesse imediatamente esta política indigenista equivocada, leniente, e conivente com os interesses internacionais, em detrimento de nossa autodeterminação enquanto Nação Soberana;

2 - Sejam responsabilizados, e punidos de acordo com as Leis Brasileiras, todos os indivíduos que se encontrarem em solo brasileiro, representantes de ONGs, "Missões Religiosas" e seus congêneres, envolvidos com a biopirataria, com o contrabando de minerais e madeira, com o aliciamento de indígenas Brasileiros, e a espionagem de nossas riquezas.

IV - SOLICITAMOS:

1 - Ao STF, em sintonia com suas obrigações constitucionais, parecer contrário à demarcação contínua, e em área de fronteira, da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, estendendo à Reserva Indígena Ianomâmi, e a outras em igual situação, sua decisão.

2 - Ao Congresso Nacional que não endosse a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, preservando o Brasil, sem dar margem a possíveis ações dos atores globais, baseadas em nossos próprios equívocos, com o intuito de espoliar nosso território e nossas riquezas (Culturais, Étnicas, Naturais e outras)

3 - Às Forças Armadas, presentes na Amazônia, em especial nas regiões de fronteira, para que ocupem todos os espaços que lhes cabem, inclusive dentro das Reservas Indígenas, pois serão, como sempre, o último baluarte e argumento quando toda a Diplomacia falhar, no interesse de nosso País, agindo, como se espera que hajam, com a autoridade moral que sempre tiveram em defesa da Pátria.

E ainda zelem pelas nossas Leis, com base no Art. 142º do Código Penal Militar, agindo Legalmente contra indivíduos ou organizações que atentem contra nossa integridade e soberania:

Art. 142º - Tentar

I - submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;

II - desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania;

III - internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional:

Pena - reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes

4 - Às Associações de Classe, Empresariais e de Trabalhadores Brasileiros; às Instituições Universitárias, Acadêmicas e Estudantis; e a todo o Povo Brasileiro, que reflitam sobre a Nação que iremos legar aos nossos filhos e netos, e não se omitam, unam-se e participem dessa luta, que é de todos e por todos nós.

Sorocaba, SP, 30 de setembro de 2008.

Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim

José Marcos de Souza Barros

Presidente


DECLARAÇÕES

"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas"

(Margareth Tatcher, 1983, então Primeira-Ministra da Inglaterra).

"Só a internacionalização pode salvar a Amazônia"

(Grupo dos Cem, 1989, Cidade do México).

"A destruição da Amazônia seria a destruição do Mundo"

(Parlamento Italiano, 1989).

"Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós"

(Al Gore, 1989, então Vice-Presidente dos Estados Unidos).

"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia"

(François Mitterrand, 1989, então Presidente da França).

"A Amazônia deve ser intocável, pois constitui-se no banco de reservas florestais da Humanidade"

(Congresso de Ecologistas Alemães, 1990).

"O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes"

(Mikhail Gorbachev, 1992, ex-Presidente da extinta União Soviética).

"As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecologistas internacionais que visam à limitação das soberanias nacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região".

(John Major, 1992, então Primeiro Ministro da Inglaterra).

"A Amazônia é um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados (Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador) é meramente circunstancial".

(Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, reunidas em Genebra, 1992).

"É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes para o desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico".

(Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, reunidas em Genebra, 1992).

"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos".

(Henry Kissinger, 1994, ex-Secretário de Estado americano).

"A liderança dos Estados Unidos exige que apoiemos a diplomacia com a ameaça da força"

(Warren Christopher, 1995, então Secretário de Defesa dos Estados Unidos).

"Se o Brasil quiser fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente dos Estados Unidos, precisamos interromper esse processo imediatamente."

(General U. S. Army, P. Hugges, em 1998, então Diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos - DIA).

"Se definirmos as florestas tropicais como bem público, diante do papel fenomenal que elas têm, então se impõe um certo número de regras de gestão coletiva delas"

(Pascal Lamy, em 2005, então Comissário do Comércio da União Européia, e hoje Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio - OMC).

"A Amazônia é um recurso global."

(Barack Obama, candidato do Partido Democrata ao cargo de Presidente dos EUA, em 2008).

Secr Inf GODF(VF)

http://www.godf.org.br/noticia.asp?indice=77

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