“Holocausto” é uma palavra de origem grega que significa “sacrifício pelo fogo”. O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram “racialmente superiores” e que os judeus eram “inferiores”, sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.
"Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado. Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques. Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso. O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques. Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial. O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo. O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina."
Junto com Venezuela, o Irã está pagando para que Evo Morales tenha uma TV bolivariana e um jornal diário. Que dupla de democratas: Hugo Chávez e Mahmud Ahmadinejad. Leia mais aqui.
"Se ainda havia alguma dúvida quanto à tentativa do ministro Fernando Haddad de usar o Ministério da Educação (MEC) para ganhar visibilidade e, com isso, fortalecer sua imagem política com vista à eleição de 2010, ela é desfeita quando se analisa o orçamento da Pasta para o próximo ano.
O relator da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, senador Delcídio Amaral, propôs cortes no valor de R$ 1 bilhão na previsão orçamentária, o que pode comprometer a atuação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas educacionais e do Pró-Jovem. Mas a verba de comunicação social, marketing e eventos do MEC para 2009, estimada em R$ 28,7 milhões, é 55% maior do que a de 2008 e três vezes superior ao que foi gasto em 2007. Trocando em miúdos, o orçamento para as atividades-fim do MEC vai encolher, enquanto os gastos com publicidade, marketing e eventos irão crescer.
Ao tentar justificar essa distorção, a assessoria de Haddad afirmou que partes da verba de "comunicação social" serão utilizadas para financiar uma conferência nacional sobre ensino e na divulgação das ações do "PAC da Educação", como o Brasil Alfabetizado, programa cujo objetivo é ensinar jovens e adultos a ler e a escrever. No entanto, esse programa teve sua verba para 2009 reduzida em cerca de 15%, antes mesmo dos cortes no orçamento do MEC propostos pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso..."
► Não restam dúvidas que a educação ou a falta dela é a frente onde o PT já conquistou mais humanóidizinhos, humanóides e grandes humanóides... e quando analisamos (o termo certo é este, pois não podemos nos dar ao desfrute de apenas ler) o texto acima é que confirmamos que esse ente estratosférico chamado de PAC é algo cabuloso que realmente organizou o banquete do PT sobre o dinheiro público... pena que não tenhamos meios de a curto prazo revertermos esse quadro calamitoso, pois quem não apreendeu e aprendeu as primeiras lições na época cronológica correta, ficará para tentar a sorte na política e quem sabe perfilar incompetência e carisma com o primeiro mandatário da nação...
Acabei de ler e achei gargalhante... e a cara, lógico, do Brasil...
"Uma fervorosa militante do PT colocou os nomes em seus trigêmeos de Lula, Petê e Brasília.
O marido metalúrgico liga do trabalho pra saber notícias dos filhos:
- “Estão todos bem”, diz a militante. “Lula está pra lá e pra cá brincando com o seu aviãozinho e o Petê está quietinho, mamando. Só Brasília é que está toda cagada”..."
MST prepara marchas e invasões para comemorar 25 anos
"O Movimento dos Sem-Terra (MST) prepara uma jornada de marchas e invasões em todo o País para comemorar os 25 anos de existência que se completam este mês. Foi em janeiro de 1984 que o movimento definiu a bandeira de luta pela terra e pela reforma agrária em Cascavel, no Paraná. Em nota divulgada pela coordenação nacional, o MST convoca os militantes para a ação. "Não haverá maneira e lugar melhores para comemorarmos nosso 25 anos do que com lutas nas ruas e ocupações de latifúndios", diz a nota..."
► Não há muito o que comentar... vemos que o grupo fora-da-lei que se intitula movimento dos trabalhadores rurais sem terra, e que nunca teve nada de apologia ao trabalho e há muito tempo deixou de centrar seus fogos sobre a área rural, tendo expandido seu domínio de perversidade e desrespeito às normas de civilização e às coerências democráticas à depredação dos vetores de produção e às áreas urbanas, como vimos recentemente sua atuação num apoio ao sindicato da petrobrás no Rio de Janeiro... nitidamente a proeminência das ações criminosas do MST pressupõe um estado fraco, autoridades cumpliciadas e uma sociedade idiotizada e totalmente pacifista perante o crime institucional, visto que o MST é uma das milhares de ONGs que se locupletam do dinheiro público... por um lado, peço que os vândalos mostrem logo para que vieram, pois não podemos mais ficar gravitando entre sermos por fora uma Alemanha e por dentro um milk shake de Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Equador...
Mais de 60% dos militares americanos em serviço ativo têm dúvidas ou são pessimistas a respeito do governo de Barack Obama, revelou hoje uma pesquisa publicada pelo jornal Military Times.
Segundo a publicação, essa desconfiança tem como base o fato de que Obama não prestou serviço militar e não tem experiência na direção de soldados, uma tarefa que lhe corresponderá como Comandante-em-Chefe de todas as Forças Armadas do país.
Além disso, Obama se opôs à invasão do Iraque, prometeu retirar as tropas de combate desse país e apóia a política de manter a participação militar de homossexuais.
A publicação incluiu comentários de uma oficial de inteligência da Real Força Aérea britânica, que se pergunta quem ficará a cargo quando os americanos se retirem do Iraque.
"O que ocorre se o Iraque voltar ao caos? Em cinco anos vamos voltar a fazer o mesmo que fizemos antes?", questiona.
A publicação esclareceu que as respostas de 1.900 soldados consultados entre 1º e 8 de dezembro não são representativas de toda a força militar. No entanto, afirmou que essas respostas ilustram os desafios que enfrentará Obama quando assumir a direção de militares, que têm pontos de vista políticos opostos e atitudes culturais diferentes.
"Com certeza, a religião verdadeira na estima de Alá é o Islamismo, isto é, completa submissão a Ele, e aqueles a quem foi dado o Livro [judeus e cristãos] somente discordam em inveja mútua, após o conhecimento ter chegado a eles" (Corão, 3: 20).
"Vós que credes, não tenhais os judeus e os cristãos como vossos amigos, pois eles são amigos uns dos outros" (Corão, 5:52).
1. A RELIGIÃO MUÇULMANA
Criação e expansão do islã
É bem significativa a palavra árabe islam (islã). Ela é derivada de aslama e significa "submeter-se", "entregar-se". No caso, entregar-se a Alá. Muslim (muçulmano) tem o mesmo sentido. Significa "aquele que se submeteu a Alá".
O profeta Muhammad (Maomé) nasceu por volta de 570 d.C. e era da tribo dos coraixitas, que guarneciam a Caaba, em Meca, na atual Arábia Saudita. Maomé entrou para o serviço da rica Cadidja, com quem se casou quando esta ficou viúva. Embora iletrado, como se pode comprovar no verso 49 do capítulo 29 (Al-Ankabut) do Corão, essa nova situação permitiu a Maomé fazer algumas viagens e conhecer melhor o povo árabe e outros povos vizinhos.
O Corão, segundo a tradição islâmica, é o conteúdo da revelação verbal feita a Maomé pelo Arcanjo Gabriel, durante um período de aproximadamente 20 anos em Meca (610-622) e Medina (622-632). A mensagem era: fé num único Deus, Allah (Alá), crença na ressurreição dos mortos e na felicidade eterna. Os primeiros versos (aiat) revelados foram os de 2 a 6 da sura (surata ou capítulo) 96 (Al- Alaq): "Recitai em nome de vosso Senhor, Que criou todas as coisas. Ele criou o homem de um coágulo de sangue. Recitai, porque vosso Senhor é o Mais Benéfico, é Quem tem ensinado através da pena (escrita), ensinado ao homem aquilo que ele não conhecia". O último capítulo revelado no Corão foi o de nº 110 (Al-Nasr), que contém 4 versos. Ao todo, o Corão tem 114 capítulos e 6.216 versículos. Todos os capítulos principiam com as palavras: "Em nome de Alá, o Misericordioso e Compassivo".
Primitivamente, os textos corânicos eram escritos em madeira, couro, peças de cerâmica, ossos, pedras brancas, pergaminhos e até papiros. Esse trabalho era feito pelos discípulos de Maomé, que transcreviam as recitações do Profeta, já que o mesmo era iletrado. Só mais tarde a Mushaf foi desenvolvida, ou seja, os textos corânicos foram acondicionados em forma de livro, a partir do terceiro califa, Otomã.
(*) O autor viveu 2 anos no Egito (1990-92) e escreveu o livro Egito - uma viagem ao berço de nossa civilização, editado em 1995 pela Thesaurus, Brasília, onde há capítulos que tratam do islamismo e do conflito árabe-israelense - além dos costumes egípcios (Cfr. o produto clicando em http://www.thesaurus.com.br/produto.asp?produto=298).
Foi o que afirmou o Hamás. Mas esperem.... Não foi dito o mesmo sobre os judeus, pelos nazis? A única diferença é que hoje, os assassinos não falam alemão.
O Hamas, um grupo designado como uma organização terrorista são os atuais nazis dos tempos modernos. Israel tem direito à libra dos alvos militares no interior Gaza, mas grande parte da violência contra Israel foi interposta contra si mesmo, dando-se terras que tinham de saber seriam utilizadas para fazer reinar a morte sobre seus civis. Isso é sempre o padrão.
Por que ninguém se surpreendeu quando logo após a retirada de Israel de Gaza em 2005, o vácuo criado foi rapidamente preenchido pelo Hamas, cujo único objetivo é a destruição da "entidade sionista", como ele gosta de chamar Israel?
A ficção que é maior do que a crença em Papai Noel - ou na fada dos dentes, é que Israel, e os Estados Unidos ou qualquer outra pessoa possam dissuadir o Hamas de seu objetivo. O que ninguém esperava quando Israel retirou-se da Faixa de Gaza? A criação de um parque temático da Disney? Talvez!
O ano 2008 marcou o 60 º aniversário de Israel da recriação na sua antiga pátria. Também, marcou o 60 º aniversário da primeira resposta violenta para a formação do Estado de Israel. E a violência não parou apesar dos esforços de diplomatas e políticos.
A futura administração Obama anunciou que vai fazer do acordo de paz no Oriente Médio, uma alta prioridade. O Governo dos EUA poderá também anunciar planos para desafiar a lei da gravidade. A paz só pode vir depois que Israel derrotar seus inimigos. Não haverá nenhum diplomata “infiel” que impeça as escolas palestinas de ensinarem uma nova geração de crianças a odiarem os judeus ou a ensinarem que todos têm o direito de ocupar a terra, tanto árabes como judeus.
Hamas e seus primos terroristas sabem como jogar o jogo das relações públicas. Mais recentemente vimos como jogou o Hezbollah no Líbano, assim como já vimos isso em tantos outros lugares. Os terroristas operam dentro de áreas civis de modo que quando Israel ataca e acidentalmente mata os civis, as entidades preparam a cena para a mídia ocidental. Em alguns casos, a fim de embelezar o drama, os organismos chegam a plantar um brinquedo de criança em meio aos escombros.
A maior parte da grande mídia não cobre os ataques de foguetes ocasionais dentro Israel; mas cobre quando Israel reage para deter esses ataques. Portanto, muito do pensamento ocidental continua ao longo da linha delirante, de que apenas com "ajustes" por parte de Israel existirá uma chance de levar a paz ao Oriente Médio, diminuindo as paixões de seus inimigos. Se assim fosse, dado a todas as concessões já feitas por Israel, essas paixões já não deveriam ter diminuído desde que as negociações começaram?
Em vez disso, quanto mais Israel cede mais a violência cresce. Em algum ponto, você pode até pensar: "isto não está funcionando" é preciso tentar outra abordagem, tentar persuadir o Hamas e outros que não há nenhuma vantagem em continuar com sua agressão.
O Irã está por trás do Hamas, fornecendo-lhe foguetes, alguns dos quais produzidos na Rússia, além de outras armas. A meta da administração Obama não deveria ser a "paz", por si só. A paz é como a felicidade: Um subproduto de outra coisa. Israel deve ser o objetivo da paz através da força. Os E.U. A. deveriam comprometer-se à criação do Estado de Israel, militar e diplomaticamente, como um elemento dissuasivo aos inimigos de Israel, muitos dos quais também, com ódio e desejo de destruir a América.
Israel já tem cedido muito. Cada concessão tem sido respondida com mais guerra. É tempo de terminar o trabalho. Sem mais demoras, sem mais cessar-fogo ou tréguas, que apenas permitem que o Hamas (antes o Hezbollah) possa cavar novos túneis para contrabandear reforços e armas para matar mais civis israelitas.
A total vitória ou a morte de Israel deve ser o lema e o objetivo. É o slogan e a meta dos inimigos de Israel. Existe um equivalente do árabe "Sieg Heil"? - Por Cal Thomas do Washington Times - Tradução do Arthur - MOVCC
O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, reuniu-se ontem com o gabinete de segurança para discutir aparente surgimento de insurgência armada no país, após o ataque a um posto militar na noite de ano novo. A ação é reivindicada pelo Exército do Povo Paraguaio (EPP), obscuro grupo camponês que atua no norte do Paraguai, principal cenário de conflitos entre agricultores sem terra e grandes proprietários."Estamos muito preocupados pelo incidente, pela forma como ocorreu e o objetivo que teve. Acreditamos que existe um grupo interessado em juntar amas para fins ilícitos", disse o presidente.Dois fuzis M-16 e munição foram roubados do posto de Tucuatí, no departamento de San Pedro, onde o Lugo foi bispo por dez anos. O posto foi atacado a meia hora da virada do ano, quando a segurança tinha sido reduzida e apenas um militar estava no local. Três mascarados invadiram, saquearam e incendiaram o prédio.É a segunda ação contra as forças de segurança atribuída ao EPP no norte do país. O grupo assumiu a autoria do incêndio de uma delegacia em Horqueta, no departamento de Concepción, e é suspeito no sequestro de um criador de gado, libertado mediante resgate.
Uma coisa são as manifestações de entusiasmo do ministro da Defesa, Nelson Jobim, pela assinatura do acordo entre o Brasil e a França para a construção de submarinos, um dos resultados da visita do presidente Nicolas Sarkozy. Outra é o frio texto do documento - que é o que vale. Pelos cálculos do ministro, "no vigésimo ano (de vigência do acordo), vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas". Essa previsão, contudo, é um mero exercício de wishful thinking.
É política do governo brasileiro, nos últimos anos, só comprar equipamento militar acompanhado de transferência de tecnologia. Essa exigência cria graves limitações para o reequipamento das Forças Armadas de um país que não tem contenciosos internacionais que exijam meios militares abundantes e de última geração. Nenhum fornecedor se dispõe a transferir tecnologia em troca de uma venda relativamente pequena. É esse o caso dos 16 aviões de caça que a Força Aérea tenta comprar há mais de uma década.
No máximo, dependendo do tamanho e valor da encomenda, o fornecedor aceita produzir o armamento no país comprador, sob licença. Nesses casos, a transferência de tecnologia é limitada e o vendedor se beneficia com o prolongamento da vida útil de um produto que já entrou em fase de obsolescência ou enfrenta no mercado a concorrência de equipamentos mais modernos. É o caso dos 50 helicópteros franceses que serão montados pela Helibrás, ao custo de 1,899 bilhão.
O acordo para a construção de quatro submarinos convencionais Scorpéne e do casco de um outro, que poderá receber propulsão nuclear, num estaleiro a ser erguido no litoral do Rio de Janeiro, prevê, de fato, a transferência de tecnologia. Mas limita essa transferência à tecnologia de construção do estaleiro, de uma base de submarinos e do casco do submersível. Ou seja, refere-se a produtos e serviços que poderiam ser feitos pela engenharia nacional.
E como o quinto casco poderá acomodar um reator nuclear, o acordo está repleto de salvaguardas. A principal delas é que a França não repassará para o Brasil qualquer tipo de conhecimento que envolva a produção ou o uso de equipamentos nucleares. Isso começa com o estaleiro e a base. "A concepção, a construção e a manutenção das infra-estruturas e dos equipamentos necessários às operações de construção e manutenção da parte nuclear do submarino nuclear estão excluídas do âmbito do presente acordo" - esclarece o documento.
Além disso, "a parte brasileira não receberá assistência da parte francesa para a concepção, a construção e a colocação em operação do reator nuclear embarcado, das instalações do compartimento do reator nuclear e dos equipamentos e instalações cuja função seja destinada principalmente ao funcionamento do reator ou à segurança nuclear".
Da mesma forma, a França não fornecerá "equipamentos e instalações que contribuam de forma acessória ao funcionamento do reator ou à segurança nuclear" - e com isso a construção do estaleiro e da base de submarinos fica praticamente reduzida a uma questão de engenharia civil.
O Brasil, ao assinar o acordo, ainda aceitou condicionantes políticas. A tecnologia e os equipamentos fornecidos pela França não poderão ser repassados a terceiros e só poderão ser usados para os fins definidos no acordo. Além dessa cláusula de usuário final, a França - que se eximiu explicitamente de colaboração na parte nuclear - exigiu que o Brasil assumisse a responsabilidade exclusiva, em relação a terceiros, por danos nucleares causados pelo submarino ou instalações nucleares associadas ao apoio terrestre.
O acordo estabelece as bases da cooperação. A partir de agora, o governo brasileiro terá de negociar com empresas francesas os custos de construção do estaleiro, da base e dos submarinos - afinal, o acordo prevê que equipamentos, serviços e tecnologia serão vendidos. E, como o ministro Jobim pretende que em 20 anos o submarino nuclear esteja navegando, o Tesouro terá de providenciar recursos para o desenvolvimento da tecnologia de propulsão nuclear, ainda não dominada pela Marinha. Haja dinheiro!
O desmatamento na amazônia legal brasileira, medido entre agosto de 2007 e julho de 2008 chegou a 11.700 Km2 ou 11.700.000 m2 (onze milhões e setecentos mil metros quadrados), com um incremento de 3,8% (444.600m2) em relação ao período anterior. O campeão foi o estado do Pará, da governadora petista Ana Júlia Carepa com 5.180.Km2. Números descomunais que nos fazem , por instantes, perder o fôlego. Comparativamente em um ano tombou mata que cobriria mais de um terço do território Belga, que tem 30.529 km2. Os números são do Prodes(Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), divulgados em 28/11/08 pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc declarou:"o resultado poderia ter sido pior". Acreditamos que sim. Porém, não há nota alguma nominando eventuais responsáveis, nem as punições a serem aplicadas.
Aqui, em terras da Baixada Santista, no último dia 10 passado, o Procurador da República do Ministério Público Federal de Santos propôs uma Ação Civil Pública, pelo desmatamento de 100m2 (cem metros quadrados) efetuado em 1998 ,no morro do Monduba/Guarujá-SP, no Forte dos Andradas, feito pela 1a. Brigada de Artilharia Antiaérea.(A Tribuna de 28/11/08). O local foi usado como estande de tiros, o que, por necessário e óbvio, faz parte da rotina militar. O aquartelamento ocupa uma área de mata atlântica praticamente incólume, de 2.100.000m2,(dois milhões e cem mil metros quadrados), celeiro de raras espécies vegetais e animais, preservada exatamente pela ação, zelo e presença constantes dos homens dessa arma de artilharia do Exército Brasileiro. Compará-la percentualmente ao espaço a ser reflorestado remete-nos quase a um vazio aritmético pós vírgula, uma expressão numérica risível. Pede a Procuradoria Republicana a multa de R$10.000,00 por dia, pelo eventual descumprimento da iminente liminar, que tem como objeto o reflorestamento e réu principal o Exército e por conseguinte a própria União. Fiscais do Ibama e do Departamento Estadual de Proteção aos Recursos naturais constataram que o espaço( presumidamente em torno de 10 metros lineares de cada lado) foi de fato reflorestado pelo Exército, porém sustentam que de forma insuficiente, já que as árvores nativas plantadas pereceram por ataque de formigas, adubação inadequada, etc. etc. Fico a pensar que se a mira do Ministério Público Federal Santista se deslocasse para a nossa Amazônia Legal teriamos, de multa diária contra os destruidores da selva, proporcionalmente, R$ 1.170.000.000,00(um bilhão e cento e setenta milhões de reais). Soma essa que certamente poria de pé o Estado de Santa Catarina em poucos dias e nos faria sentir que, de fato, o Brasil é um país crível e viável.
"A Igreja Católica nos EUA está enfrentando um déficit cada vez maior de padres no país. O grande fluxo de imigrantes hispânicos, que elevou o número de católicos americanos, não foi acompanhado pela ordenação de sacerdotes. Assim, como mostra reportagem do New York Times, há padres cuidando de até cinco paróquias ao mesmo tempo, e alguns deles nem lembram o nome da igreja em que estão pregando. Diante disso, os católicos americanos estão se vendo obrigados a recrutar padres do exterior – Peru, Filipinas, Nigéria e Uganda são alguns dos países que têm fornecido sacerdotes para os EUA."
► Não é correto, a meu ver, dizer que o Brasil é exportador de soluções, devido ao seu jeito peculiar de resolver problemas, o famoso jeitinho brasileiro... mas uma boa solução brasileira é sempre festejada e eis que lendo o post acima, do blog do Marcos Guterman, pensei numa solução para a equação necessidade x disponibilidade dos representantes de Peter... é notório que o exército brasileiro está passando por uma crise de identidade muito séria, sem precedentes, pois até a casa do inimigo está sendo retocada por ele... vemos que nossa mais importante instituição carece de uma nova cara, até mesmo porque seus quadros internos resolveram se rebelar e aclamar a bagunça, a partir do momento em que um de seus integrantes clamou glórias ao chefão, exigiu o fim da disciplina e ficou por isso mesmo... pois bem, pensei em recomendar que a oferta de emprego para as dioceses e prelazias yankees seja feita aqui mesmo junto aos monastéricos que se dobraram de tal ponto à congestão cidadã de 1988, ao contrário do que pensam os seus ideólogos da libertação, que se esqueceram até de respirar... é só colocar uma plaquinha de oferta de missão no exterior e colocar entre parênteses episcopal... haverá voluntários de todas as formas, tamanhos, compleições, topetes, sorrisos, gestos, trejeitos, porém uma característica será igual a todos: o bolso vazio... nada que uma boa missão (episcopal) no exterior, em nome de Deus, não reverta os duros padres em padres com cérebros menos endurecidos e com a miopia menos severa...
As Convenções de Genebra se tornaram uma espada usada pelos terroristas para matar civis, em vez de um escudo para proteger civis de terroristas. Para Hamas o cálculo é simples, cínico e perverso - Se israelitas inocentes são mortos - boa. Se palestinos inocentes são mortos - ainda melhor. Por Mark Silverberg
Como Israel bombardeia alvos militares islâmicos do Hamás, em Gaza, a maior parte do mundo grita e protesta que Israel exagerou. Poucos minutos depois do primeiro ataque aéreo israelense, os árabes já estavam gritando "massacre" e tinham todos os meios de comunicação social ao seu lado – que por sua vez se esqueceram das agressões iniciais que provocaram isso.
Apesar de milhares de mísseis sobre Israel, sobre as cidades, vilas e aldeias ao longo dos últimos sete anos, depois que Israel se retirou de Gaza em agosto de 2005, a União Européia finalmente quebrou seu silêncio e o seu atual Presidente, Nicolas Sarkozy, condenou Israel pelo "uso desproporcional da força" contra o Hamas. Em Março de 2008, a EU emitiu um comunicado exortando Israel a "abster-se de todas as atividades que colocam os civis em perigo" porque "estas atividades são contrárias ao direito internacional." A Human Rights Watch foi ainda mais longe. Ela registrou que "civis agindo como escudos humanos não representam uma ameaça direta para as forças opostas e, portanto, deve-se conservar a sua imunidade jurídica do ataque porque eles não estão diretamente envolvidos nas hostilidades contra um adversário'.
Se a UE e a Human Rights Watch estão corretos em sua interpretação do direito internacional (e não estão), a tática de Israel, orientada para matar os líderes do Hamas e para destruir suas infra-estruturas terroristas em Gaza, constitui-se uma violação do direito internacional, uma vez que tais ações, por definição, "põem em perigo os civis". Se assim for, nós temos os nossos inimigos virtuais entregues à imunidade dos ataques, porque nenhuma guerra pode ser conduzida sem colocar em causa (ou mesmo matar) os civis - especialmente os que são utilizados como escudos humanos para proteger esse inimigo.
O que está em questão aqui é o nosso inimigo e o "intencional embaçamento da distinção entre combatentes e não-combatentes". Hamas é conscientemente um engenheiro de tragédias humanas, que coloca civis como escudo como forma de proteger a si e aos seus bens. Os terroristas são fanáticos, mas não são tolos. Se a tática de usar escudos humanos os auxilia para atingir seus objetivos militares, para obterem os meios de comunicação e simpatia, forçando-nos a abstermos-nos de atacar os seus ativos terroristas, eles vão certamente utilizá-los. O que está faltando é o respeito pela vida humana para escarnecer com essas organizações que encaram o nosso sentido de humanidade como uma grande vantagem tática.
Se os militares do Hamas são considerados invulneráveis porque são protegidos por escudos humanos, Israel é apresentado como um verdadeiro dilema. Ao não destruir este patrimônio, Israel põe em risco os seus principais objetivos de guerra e, no final, a sua cidadania. Mas, se optar por responder, ele corre o risco de matar civis, colhendo a censura da mídia internacional e a pressão diplomática que o convida para um cessar-fogo, antes mesmo de ter alcançado seus objetivos militares. Foi exatamente isto que ocorreu em 2006, na Guerra contra o Líbano.
É por isso que, em muitas regiões do mundo, incluindo Gaza e no Líbano, as milícias usam escudos humanos como uma tática militar viável. Eles guerreiam com alta densidade em zonas residenciais que funcionam como almofadas, para lançamento de seus mísseis e uso de armas de pesado calibre.
Eles se inserem nas vilas e aldeias, deliberadamente colocando mísseis em casas particulares e edifícios de apartamentos, usando crianças para recuperar lançadores de mísseis, porque sabem que elas não serão retaliadas (e, caso elas morram, por algum contra ataque, Israel será condenado pelos meios de comunicação de massa). Os terroristas constroem adições nas estruturas civis de escolas, parques infantis, hospitais e até nas mesquitas para abrigar seus mísseis, lançadores e equipamentos militares.
Os Sérvios bósnios foram usados como escudos humanos contra muçulmanos e forças croatas para imunizarem-se do fogo direto e indireto. O Governo cambojano utilizou forças étnicas civis vietnamitas como escudos humanos para suas tropas avançarem posições. Ao longo da guerra civil em Serra Leoa durante a década de 1990, os membros da Frente Revolucionária Unida rotineiramente usavam crianças raptadas como escudos humanos contra as forças governamentais. Rebeldes chechenos usaram civis étnicos da Rússia como escudos humanos durante a brutal guerra na Chechênia. Em 1993, os Estados Unidos tentaram prender o guerreiro somali Mohamed Farrah Aidid, a fim de restabelecer a ordem nesse país. As forças somalis e os pistoleiros contratados atacavam e, em seguida, recuavam para o meio da multidão usando o seu próprio povo como escudos humanos. Eles também utilizavam hospitais, orfanatos, e outros edifícios civis, como lugares para suas forças atacarem. Durante a Segunda Guerra do Líbano, no Verão de 2006, o Hezbollah impediu que civis deixassem suas aldeias antecipando-se aos ataques militares israelitas; suas mesquitas foram usadas para armazenar armas e as residências civis serviram de bases de operações, enquanto todos continuavam argumentando que a utilização de escudos humanos são uma estratégia tática legítima do Islam - Genebra será amaldiçoada
Por uma questão de curso, o Hamas usa crianças como escudos humanos em telhados para evitar ataques aéreos israelitas contra as casas dos seus dirigentes jihadista, e usa civis para esconder as aberturas dos túneis usados para contrabandear armas, mísseis e lançadores de armas em Gaza. Com efeito, em vez de proteger os não-combatentes, os terroristas pós-modernos teriam incluído-os em sua estratégia e tática de guerra. No caso dos jihadistas como o Hamas, os "civis" sacrificam-se voluntariamente para se tornar shahids ou "mártires" para Deus. Para Hamas o cálculo é simples, cínico e perverso - Se israelitas inocentes são mortos - boa. Se palestinos inocentes são mortos - ainda melhor.
Tal como Alan Dershowitz escrevi há vários anos: "as Convenções de Genebra se tornaram uma espada usada pelos terroristas para matar civis, em vez de um escudo para proteger civis de terroristas... terroristas que não se preocupam com as leis da guerra, nem com os alvos inocentes e não-combatentes. Na verdade, seu objetivo é maximizar o número de mortos e feridos entre os civis vulneráveis para fins de propaganda. Os líderes terroristas - não usam uniformes militares – para deliberadamente esconderem-se entre os não-combatentes. “Eles também têm utilizado ambulâncias, mulheres que se fingem de doentes ou grávidas, e até mesmo crianças como portadoras de letais explosivos. "
O direito internacional que rege o uso de escudos humanos deve ser bem definido e compreendido tanto pelos meios de comunicação social como por todas as partes de um conflito. Aqueles que voluntariamente assumem posições na proximidade de legítimos alvos militares devem entender que eles assumiram o risco de luta e, portando, devem renunciar da sua imunidade de não-combatente. Além disso, são de alto valor os alvos protegidos por escudos humanos voluntários que não podem ser atacados no âmbito do direito internacional, desde que todo esforço é feito para minimizar civis mortos.
Em Gaza, a Israel Defense Force tomou uma medida sem precedentes, conseguindo a lista completa dos números de telefone e celular de palestinos de Gaza, para orientar os residentes, através de um sistema telefônico automatizado, a evacuarem os edifícios antes dos ataques aéreos israelitas. Além disso, desde que a guerra começou 2.500 toneladas de ajuda humanitária, entre medicamentos e suprimentos foram encaminhados para Gaza através de Kerem Shalom Israel, o terminal de carga – tanto assim, que Israel informou ao Programa Mundial de Alimentos que não será necessário retomar as transferências de alimentos em Gaza devido ao fato de seus armazéns estarem cheios.
No entanto, as Nações Unidas, os meios de comunicação social, universidades estrangeiras, não-governamentais e organizações de direitos humanos constantemente jogam-se nas mãos de organizações terroristas como o Hamás, por sua cobertura inclinada a evocar no público simpatia e paixão, independentemente de Israel ter agido em conformidade com o direito internacional.
A atual operação militar de Israel constitui um legítimo ato de autodefesa contra um terrorista iraniano. A resposta militar israelita não foi mera necessidade. Foi sim a única resposta que resta. O Hamas foi criado para lutar e vencer guerras santas - não para fazer a paz com os infiéis. Eles procuram um Estado palestino islâmico no lugar de Israel, não ao seu lado. Quando a regra sobre Gaza passou para o governo do Hamas em Janeiro de 2006, ao invés dele levar os investidores a Gaza, o Hamas trouxe a guerra de guerrilha, os formadores da Guarda Revolucionária Iraniana. Ao invés vez do lançamento de projetos econômicos, este governo lançou foguetes diariamente às cidades e aldeias israelenses do outro lado da fronteira. O fato é que não haverá paz no Médio Oriente e nem prosperidade para o povo de Gaza, enquanto o Hamas continuar no poder. E se queremos viver num mundo em que civis nunca mais sejam usados como escudos humanos, deve haver inequívoca condenação internacional das pessoas que os utilizam como uma tática militar deliberada. A menos e até que as organizações acima reconheçam a utilização de escudos humanos como um crime de guerra e persigam àqueles que causam este tipo de dano, os nossos inimigos irão continuar usando escudos humanos porque eles vêem grandes vantagens em fazê-lo.
Article 28 da Fourth Geneva Convention: " Para isso foi acrescentado o artigo 51 º do 1977 emenda à Convenção de Genebra de 1949 que elaborou sobre esta última, acrescentando: "A presença da população civil ou individuais civis não devem ser utilizados para tornar certas áreas ..... imunes de operações militares , em particular nas tentativas de escudo militar objetos de ataques ou de escudo, favorecer ou impedir operações militares. "
No entanto, a União Européia, muitas organizações internacionais de direitos humanos e uma grande parte da imprensa internacional, por razões puramente políticas, optam por ignorar esta disposição. Fonte: Analyst-network – Tradução Arthur do MOVCC
Se você apreciar as notícias e artigos publicados no Mídia em Alerta, peço que incentive os integrantes de sua rede de e-mails a acessá-lo e a difundi-lo.
Revista O Cruzeiro publicou em 1964 o que TODA A MÍDIA ATUAL, AS UNIVERSIDADES e a "INTELEQUITUALIDADE" BRASILEIRA tenta esconder: a situação do Brasil pré-1964
FATOS: Revista O Cruzeiro e o MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 1964
O Mídia em Alerta não se responsabiliza por opiniões, informações, dados e conceitos emitidos em artigos e textos, assim como também não se responsabiliza pelos comentários dos seus freqüentadores. O conteúdo de cada artigo e texto, é de única e exclusiva responsabilidade civil e penal do autor.