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terça-feira, 3 de novembro de 2009

O preço do resgate: passaporte para o Mercosul

Mídia Sem Máscara

No dia seguinte à aprovação de Chávez no Mercosul, libertaram os 11 funcionários da Prefeitura de Caracas. Este foi o preço do resgate que Ledezma teve que pagar pela sua traição no depoimento aqui no Brasil! Lembro que Chávez é comprovadamente vinculado às FARC e que esta prática de cobrança de resgate de seqüestrados ele aprendeu com seus camaradas farianos.

No dia 29 pp., a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou por 12 votos contra 5 o ingresso da Venezuela como membro permanente do Mercosul. Falta ainda a aprovação pelo Plenário mas, como tenho dito reiteradas vezes, isto são favas contadas porque tudo obedece a um jogo de cartas marcadas, no qual consciências são compradas e o que conta mesmo é um vil escambo, de nada servindo sólidos argumentos acerca do mal que seria a aprovação de Chávez no bloco.

Tanto é assim que, "coincidentemente", neste mesmo dia o presidente Lula dirigia-se à Caracas para mais uma das incontáveis inaugurações (desta vez, uma "colheita simbólica" de soja, com tecnologia da Embrapa), assinaturas de acordos (que só depois de muito tempo tomamos - nós e os venezuelanos - conhecimento) e exposição de sua candidata-terrorista às eleições presidenciais de 2010, aproveitando para levar a notícia ao seu camarada pessoalmente.

Dois dias antes da votação, esta Comissão recebeu a visita do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, que fora convidado pelo senador petista Eduardo Suplicy, para dar seu depoimento acerca da democracia na Venezuela sob o regime de Chávez, considerando que no estatuto de criação do Mercosul um de seus artigos exige expressamente que os membros do bloco respeitem e sigam o regime democrático.

Ledezma é, ele mesmo, uma das vítimas da ditadura chavista, pois eleito democraticamente pela esmagadora maioria dos caraquenhos, nunca pôde exercer seu mandato posto que Chávez confiscou seu direito legítimo pondo no cargo uma "administradora" de sua confiança que ocupa, inclusive, a sede da Prefeitura. Em vista desses atropelos, Ledezma realizou uma greve de fome meses atrás, como protesto, que culminou com seu ingresso no hospital. Em agosto passado, 11 funcionários da prefeitura de Caracas foram presos quando protestavam em uma manifestação opositora pacífica, sob a alegação de "desordem pública", seguindo à risca o modelo ditatorial cubano.

Apesar disso, Ledezma veio defender a aprovação de Chávez no Mercosul. Sua alegação, frágil e inconsistente, foi de que "a Venezuela não é Chávez e este não permanecerá no governo para sempre". Ele sabe que mentiu, ele sabe que traiu até mesmo a si próprio, mas aquele gesto tinha um preço muito alto que seria pago em seguida. No artigo UnoAmérica: carta aberta contra o ingresso de Chávez no Mercosul publicado pelo Diário do Comércio, já se advertia do risco desta aprovação e chamava-se a atenção de que Ledezma estava agindo sob coação e pressões muito fortes, sobretudo por causa dos seus 11 funcionários presos injustamente, além de ter sido acusado de "traição à Pátria" devido a uma carta que escreveu ao senador José Sarney, em que mostrava-se contrário à entrada da Venezuela nesta organização.

No dia seguinte à aprovação de Chávez no Mercosul, libertaram os 11 funcionários da Prefeitura de Caracas. Este foi o preço do resgate que Ledezma teve que pagar pela sua traição no depoimento aqui no Brasil!

Lembro que Chávez é comprovadamente vinculado às FARC e que esta prática de cobrança de resgate de seqüestrados ele aprendeu com seus camaradas farianos. Esta prática tem-se mostrado como um meio "legal" de extorquir, processar e pôr na cadeia seus opositores, como foram os casos do fechamento da RCTV, da perseguição a Manuel Rosales (que encontra-se sob a proteção de asilo político no Peru), do jornalista Gustavo Azocar, do ex-ministro da Defesa Raúl Baduel e incontáveis outros casos que são do conhecimento dos venezuelanos. Não podendo alegar perseguição política, Chávez encontra meios de exigir cobranças de débitos com o fisco - muitos deles inexistentes - ou "enriquecimento ilícito" para pressionar a rendição de seus desafetos. Os que não pagam, terminam na cadeia e às vezes assassinados - vide caso Danilo Anderson.

Também é sobejamente conhecida sua aliança com as FARC através do que ficou conhecido nos achados dos computadores de Raúl Reyes, e corroborada a autenticidade pela Interpol. Embora ele negue, os fatos registrados em vídeos falam por si sós. Quando Reyes morreu, Chávez fez um minuto de silencio em sua homenagem numa sessão da Assembléia Nacional; por mais de uma vez afirmou que "as FARC não são terroristas"; permitiu que o bairro 23 de Janeiro, seu reduto, erigisse um busto em homenagem a Manuel Marulanda "Tirofijo", chefe máximo das FARC, onde na inauguração houve venda de produtos produzidos por este bando terrorista; sancionou os militares venezuelanos por terem prendido Rodrigo Granda, o "embaixador das FARC", em território venezuelano, os quais continuam presos. Este terrorista das FARC possui identidade venezuelana, assim como cédula eleitoral e um imóvel registrado em cartório em seu nome. Se não houvesse uma aquiescência e conivência por parte de Chávez com estes delinqüentes, nem Granda nem outros tantos terroristas não só das FARC, mas iranianos, cubanos e de outras nacionalidades, jamais teriam conseguido tais documentos e regalias.

E uma das provas mais contundentes do compromisso de Chávez com as FARC está no vídeo abaixo, em que o jornalista da RCTV, Miguel Angel Rodríguez, apresenta em seu programa "La Entrevista" de 23 de julho de 2007. Neste programa ele retransmite uma entrevista dada à Cadeia Caracol da Colômbia por Gabriel Gómez, um jovem colombiano que inscreveu-se para o programa de bolsas de estudo oferecidas pelo Governo da Venezuela a estudantes de outros países. Gabriel iniciou o curso de medicina mas afirma que o curso versava sobre doutrinação comunista, apresentando dentre tantos outros comunistas célebres, Manuel Marulanda "Tirofijo", como um exemplo a ser seguido. Na reportagem ele prova, através de apostilas, aquilo que denuncia. Gabriel abandonou o curso mas quando foi se queixar, passou a ser perseguido a ponto de ter que deixar a Venezuela. De volta à Colômbia a perseguição prosseguiu e hoje ele vive no Canadá como exilado político.

Não há, portanto, qualquer dúvida de que Chávez e as FARC são parceiros e cúmplices, que seu ingresso no MERCOSUL é nocivo aos interesses nacionais, e que o depoimento de Ledezma, que acabou propiciando esta adesão, foi feita com base em métodos aprendidos com as FARC.

A vigia do futuro: o destino do ribeirinho

Mídia Sem Máscara

Foi então que compreendi o que viria a ser o neologismo, cujo significado vem para denominar as crianças nascidas sem permissão do estado.

Ontem à noite, contemplando as luzes da cidade, à janela de meu apartamento, ocorreu-me receber outra comunicação da sábia vigia da Atlantica.

Aos leitores que me lêem pela primeira vez, trata-se de uma relíquia de uma moderníssima embarcação australiana que, tendo vindo de alma e coração à Amazônia para abrilhantar a navegação regional, terminou como sucata em um cemitério de navios, depois de tanto lutar contra a burocracia, os impostos, a pirataria, e não menos, a inveja.

A vigia, muito bela, construída inteiramente em aço inox, foi encontrada pendurada num restaurante de peixes e frutos do mar, exibindo em seu interior uma coleção de nós navais. Triste e acabrunhada, veio me pedir socorro, isto é, para que a tirasse de lá, desejo que atendi trazendo-a para o meu lar, onde hoje ela pode repousar e desfrutar alguns momentos de felicidade, entre boas conversas com este ex-vapozeiro e a vista para a baía do Guajará, com seu bucólico pôr-do-sol alaranjado.

Pois, voltando ao assunto, ontem lhe revelei a minha preocupação com a próxima eleição presidencial. Quem poderia salvar a Amazônia da posição de refém do discurso ecológico de segundas, terceiras e infinitas intenções em que se encontra? De um lado, temos Lula e Dilma, que antes a tinham como a menina dos olhos por conta de um utópico projeto de biodiesel gerado por oleaginosas cultivadas pela agricultura familiar e que depois, chegados os primeiros e nada promissores resultados, voltaram-se ao pré-sal e abandonaram todos os que haviam se comprometido com os seus devaneios. De outro, temos Marina Silva, a ex-ministra que pretendia instalar um corredor polonês aos produtores e exportadores, impondo-lhes a necessidade de obter sequencialmente a anuência de um sem-número de órgãos para que pudessem... ufa, simplesmente trabalhar. Enfim, um Serra que, ávido por aparecer aos olhos do mundo como um bom mocinho e capaz de vender a nossa região se preciso for, não nos seria melhor...

Com um semblante de quem sentia um dó danado pelo que ouvia, pede-me a atenção ao que vai me mostrar, e aos poucos seu vidro vai se enevoando, até exibir um ambiente que logo percebo ser um tribunal...

Percebo pelo relógio ao alto que estamos no ano 2026. No banco dos réus, um homem humilde, acabrunhado, esperando apático pela solução do seu caso. Ouvindo o relatório, tenho conhecimento do que se trata: está ali pelo "assassinato" (sic) cometido contra uma sucuri.

Da boca do advogado de defesa, ouço que o simplório acusado, tendo deixado tomar-se pelo sentimento de piedade, descontrolou-se, e sob o domínio do impulso irrefletido, investiu contra o réptil para salvar a vida de um menino "neo-bastardo", este já todo enrodilhado e prestes a ser espremido para servir-lhe de refeição, matando-o a terçadadas. Àquela hora, pergunto à vigia que história era aquela de "neo-bastardo", ao que ela brandamente me reprime e me insta a perseverar com a atenção aos desdobramentos do julgamento...

Vejo então, ato contínuo, entrar em cena um eloquentíssimo promotor público, cujos argumentos parecem convencer a todos do júri que, a cada golpe de seu dedo em riste, balouçam a cabeça em um misto entre a concordância e a indignação afetada contra o réu. Foi então que compreendi o que viria a ser o neologismo, cujo significado vem para denominar as crianças nascidas sem permissão do estado. Nesta época que não dista tanto da nossa, os nascimentos somente serão autorizados a quem comprovar possuir suficientes créditos de carbono ou que, pelo menos, obtenham autorização expressa do Supremo Comitê Lulo-Bolivariano. Não era o caso do pobre ribeirinho, por cuja criança - seu próprio filho - ele nem sequer tinha o direito de dar-lhe um nome, quanto mais salvar-lhe a vida como o seu pai de direito.

Em nossa Amazônia futura, face às grandes distâncias e às dificuldades de acesso - as últimas estradas foram aquelas mesmas construídas pelos governos militares do século XX, e já nem sequer existiam mais, tendo sido tomadas pelo mato que cresceu ou servido de campo de plantio para as lucrativas plantações de maconha - os neo-bastardos são o resultado da tolerância do estado, incapaz de impor à região uma fiscalização tal qual exercia sobre os grandes centros urbanos. Todavia, isto não lhes significará, em absoluto, qualquer direito à vida com dignidade: serão verdadeiros seres fantasmas, a acarretar a mão pesada do estado contra os responsáveis por qualquer fato de que puderem fazer parte.

Não por outra razão, o veredito proclamado tratou justamente de esclarecer que o salvamento daquele pequeno ser podia explicar a atitude do alquebrado homem, sem, contudo, fornecer-lhe a devida justificativa quanto ao ato bárbaro cometido contra o meio-ambiente. Pelo contrário, a existência do menino significava um atentado à mãe natureza, quanto ao carbono despejado que escapava ao controle e quanto aos recursos do estado, i.e., alimentos, remédios, quiçá roupas, provavelmente desviados para a manutenção de sua vida ilegal, o que, por via de consequência, impunha ao juiz decidir pela condenação do acusado a passar o resto da sua vida nas minas de ferro de Carajás (que naquela época, já terá voltado ao poder estatal), e quanto ao menino... ser encaminhado para uma usina de reciclagem(!)

- Ei, vigia, "reciclagem"? Que papo é este? - perguntei, mas ela prefere não me responder nada: o meu espanto já me dizia que eu entendia e me negava a tal mister, ao que a imagem no seu vidro vai se desfazendo...

Site estima que comunismo matou mais de 100 milhões no mundo

Redação Terra

03 de novembro de 2009 09h48 atualizado às 11h21

Se nesta década os EUA e seus aliados enfrentam a ameaça do terrorismo, um adversário sem nacionalidade e que não poupa civis, após a Segunda Guerra Mundial e até a o fim dos anos 80, a ideologia a ser combatida por esses países tinha cor vermelha, um poderoso exército e armas nucleares: o comunismo. Para documentar esta história, com o objetivo de "honrar as mais de 100 milhões de vítimas dessa tirania e educar as gerações futuras sobre o passado", o site Global Museum on Communism (Museu Global do Comunismo, em inglês, disponível no endereço www.globalmuseumoncommunism.org) foi criado.

Mesmo após quase 20 anos do fim da Guerra Fria, o site mais parece uma poderosa ferramenta de propaganda anticomunista do que propriamente um centro de pesquisa e documentação. É possível encontrar seções como o "Hall da Infâmia", onde estão as biografias de líderes comunistas como Lenin, Stalin, Mao Zedong, Ho Chi Minh, Pol Pot, Fidel Castro, "entre outros ditadores responsáveis pelo século de terror comunista".

Já a "Galeria dos Heróis", traça a história "dos bravos homens e mulheres que sofreram como prisioneiros políticos, levantaram a bandeira da liberdade e viveram a opressão de regimes comunistas", segundo o site. Entre os retratados como heróis estão Ronald Reagan, Winston Churchill e Harry Truman.

De acordo com os cálculos da organização, o número de mortos pelos regimes comunistas em todo o mundo é de mais de 100 milhões. A China lidera o ranking, com o número estimado de mortes de 65 milhões de pessoas. Em seguida, aparecem União Soviética, 20 milhões; Camboja, 2 milhões; Coreia do Norte, 2 milhões; países africanos, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, 1 milhão; Vietnã, 1 milhão; América Latina, 150 mil; entre outros.

Os recursos gráficos do site incluem a seção "Linha do Tempo", que narra ano a ano os fatos que marcaram a história do comunismo, com vídeos e textos, além de galerias de imagens. O "Registro de Vítimas" permite que usuários de todo o mundo enviem seus relatos sobre a relação que tiveram com o comunismo. Há também artigos especiais com temas como "Economias pós-Comunismo", "A Guerra na Religão", "A Perseguição Chinesa aos Uigures", entre outros.

"Nosso museu serve como símbolo de esperança e lugar necessário para lembrança em tempos em que muitos estão esquecendo o alto preço que o comunismo cobra como a detenção da população e do resto do mundo livre. Educando sobre os horrores do passado e apontando os perigos atuais, o Museu Global do Comunismo assegura que 'nunca novamente' as nações e pessoas permitirão que uma tirania aterrorize o mundo", diz o site.

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4078196-EI8141,00-Site+estima+que+comunismo+matou+mais+de+milhoes+no+mundo.html

Servidão Satânica

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Alerta Total

Por Arlindo Montenegro

Estou propenso a acreditar que a intenção deles é pior que as piores intenções descritas por George Orwell em sua profecia terrorista. O controle e transformação da realidade é prática aplicada por jornalistas e historiadores. O “duplipensar” e a “novilíngua” dominam as mentes os idiomas dos que vendem e dos doentes que consomem drogas, alimentando os traficantes e assassinos mordazes.

O lumpem terrorismo narcotraficante, facilita o disfarce democrático, desde que o Partido chegou ao poder. O Partido facilita as divisões e hostilidades entre os que tentam construir uma nação soberana e civilizada e os que utilizam as ideologias gêmeas – fascismo, nazismo, comunismo, consumismo, teologia da libertação - para ampliar o domínio dos capimunistas, comandados pelo Big Brother Rotschild e aplicado por mentirosos submetidos à nova ordem mundial.

Os blocos de divisão do mundo estão sendo definidos aceleradamente. O “Ministério da Verdade” que altera os dados históricos e toda a informação no interesse do Partido, está representado pela imprensa que censura a “crimidéia” de pensar em Liberdade, Deus, e constatar que, como Marx, que se declarou “grande como Deus”, Chávez e Luis Ignacius já se sentem e se declaram “os enviados” dos deuses.

O pensamento livre já está sendo “vaporizado” pelas escolas para desaparecer por completo. O passado e a secular experiência acumulada, que permitia escolhas civilizadas, parece cada vez mais esquecido. Os indivíduos parecem peças de uma engrenagem a serviço do Partido, do Estado e do Mercado.

A “salvação” parece estar nas loterias ou nos programas de televisão que distribuem dinheiro para as necessidades imediatas ou pequenas fortunas para valorizar a esperteza e desvalorizar o trabalho honesto. Comportamento honesto vira notícia, difícil de acreditar!

Há um esforço coordenado para omitir que Hitler e Stalin trocaram experiências, que foram aliados através de um pacto. Há uma tentativa deliberada para esconder que Stalin matou mais gente que Hitler. Esconde-se que os Rotschild financiaram a revolução bolchevique. Que o fizeram também financiando o nazismo, que chegou ao poder financiado por setores econômicos dos EUA, controlados pelos mesmos Rotschild.

Há um esforço coordenado, para esconder que estes mesmos controladores de recursos inesgotáveis, apoiaram Saddam Husseim e Bin Laden. São os mesmos que financiam, o MST, o CIMI e centenas de ONGs que atuam há dezenas de anos na Amazônia, na organização de grupos quilombolas, que atuam na organização estratégica do neo terrorismo que domina o tráfico de armas e drogas.

Francisco Bermudez, ministro da defesa da Guatemala, defende que nossos países devem aparelhar e treinar as forças de segurança para combater o tráfico de drogas e adverte sobre o armamento da Venezuela, Equador, Bolívia e Guatemala, com sérias intenções hostis contra as liberdades democráticas.

O sandinismo de Daniel Ortega já obriga os funcionários públicos a engrossar as manifestações políticas oficiais, ameaçando com o desemprego os que não participarem. A denúncia vem da Federação Democrática dos Trabalhadores no Serviço Publico. Os partido sandinista de Ortega, copia o que é corriqueiro em Cuba, na Coréia com as tradicionais imposições comunistas ao indivíduo.

Em Cuba, a parcela de privilegiados que têm acesso à internet precisa ter uma permissão do governo para acessar a rede. Mesmo assim a censura acaba de atingir o site revolico.com, que contava um milhão e meio de visitas mensais, como veículo de compras e trocas entre os cubanos. O site entrou no rol da maioria de outros disponíveis no mundo: foi bloqueado pela empresa ECTSA, monopólio estatal de telecomunicações, impedindo as compras fora do comércio controlado pelo estado, o funcionamento de alguns blogs e a informação externa que censura o regime.

Como a censura está sempre ligada ao poder, ficamos por aqui, onde a lei é utilizada para calar a boca dos que se opõem aos corruptos mais poderosos. Com um convite para que nos mobilizemos na discussão sobre as liberdades ameaçadas por um estado que exerce a violência de maneira sutil, endeusando a gente mais solerte desta nação.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Alerta Total de Jorge Serrão

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