Precisamos desenvolver a capacidade de identificar e concentrar a atenção nos seus movimentos tentaculares. Informar aos desavisados, mostrar os sinais de sua presença, traduzir sua linguagem cifrada, conhecer quem são seus ajudantes diretos e indiretos. Até o número 51 ou pouco mais, podemos identificar nos salões palacianos de Brasília. Mas à medida que o poder econômico concentrado se avoluma, a presença física ou espiritual pode estar em qualquer recanto bem protegido, disfarçado, insinuante, pronto para atacar.
Quem será? Ou quem serão os membros desse clube que podemos entender como besta do apocalipse, cujos sinais parecem tão evidentes nos nossos dias? Quem serão os executivos das nostradâmicas profecias? Urge identificá-los publicando livros infantis e escolares que ensinam historia, ciências desfiguradas e catequese marxista. Somente um Presidente, Janio Quadros, ousou retirá-los das salas de aula. Os demais, desde Juscelino, sempre situaram marxistas leninistas de carteirinha na direção do Ministério da Educação.
Urge identificá-los, ensinando nas escolas, pregando no rádio, atuando nos teatros, dirigindo filmes financiados com o dinheiro público e de empresas associadas ao estado, nas novelas, na música, nos grandes espetáculos importados para globalizar a estética cultural, nos jornais nas Igrejas, enfim: dominando todos os meios que influem na formação do caráter, a opinião das pessoas, direcionando e facilitando a desonesta tarefa a mentalidade infanto juvenil, para aceitar como natural o maior embuste: o marxismo.
A Nova Ordem Mundial já mostrou que dispõe do dinheiro que quiser. Que dinheiro para os que o imprimem é nada, é gerado a partir do nada. Este nada é atribuído como “empréstimo” aos países “em desenvolvimento” e arrecadado de volta com os “juros”, estes sim valor concreto do trabalho pré determinado.
O resultado de tarefas específicas – mineração, construção civil, transportes, matérias primas – vai aumentar o patrimônio dos que “financiam”. Quando querem, mudam as regras de mercado, baixam a atribuição de valores à exportação de matérias primas e cobram mais trabalho.
Os responsáveis diretos pela educação repetem cinicamente, sem corar, que o comunismo já era e que os Estados Unidos são o inimigo imediato. Nada mais falso, e para esconder o verdadeiro inimigo. Personagens da política, da imprensa, da administração indireta, da educação e até de algumas igrejas são fanáticos de um deus volúvel e inseguro, com máscaras e comportamentos humanos, conforme o momento em que o utilizam como escudo.
O inimigo imediato está em toda parte. O perigo, o assalto, o cinismo institucional está presente nos interesses individuais dos que elaboram as leis, nos interesses corporativos dos sócios dos governantes, que dividem a nação para governar com promessas. São os mercenários apátridas, os fanáticos que circulam mascarados, vestidos em pele de cordeiros, servindo-se da propaganda como “alma do negócio” estruturado pela nova ordem mundial, como se fossem os proprietários de verdades infalíveis. Verdades como a do aquecimento global!
Um dos templos em que atuam os que mexem no caldeirão das bruxarias em forma de leis globais é a ONU, completamente dirigida por socialistas fabianos, aqueles silenciosos facilitadores de tudo quanto se elabora contra a vida, a liberdade, a independência e soberania das nações. Aqueles que tramam há dezenas de anos uma religião única, um governo único, um poder político unificado controlando o planeta.
Os políticos, “cientistas”, doutores, pesquisadores, assessores espalhados pelo mundo inteiro a serviço da ONU e suas inúmeras agências reuniram um vasto acervo, um banco de dados com informações sobre todas as diferentes culturas, religiões, economia, educação e essencialmente sobre potencialidades e reservas minerais, biodiversidade, água. Tudo para fundamentar as políticas e interesses das mega empresas, que já controlam mais de 50% dos negócios no planeta.
Mapearam e agora aceleram a implantação da nova ordem mundial que vem sendo referida há mais de um século, sempre por arautos do totalitarismo, por pessoas cujo ponto de partida mental tende para a dominação literal dos pensamentos e ações das pessoas, até mesmo o controle dos movimentos naturais do planeta. Um novo golpe atinge a todos com a implementação do Codex alimentarius. Melhor ver e ouvir no vídeo abaixo, o alerta de uma organização isenta:
http://www.youtube.com/view_play_list?p=A4D06DD6D3FB5782
A educação de uma “escola sem partido” poderá conduzir-nos ao equilíbrio de uma formação universal, mas o conselho do Ministro das Comunicações vai na contra mão: “Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na internet. Tem que assistir mais rádio e televisão”. A internet ainda disponibiliza alguma informação dos que formam nas hostes de cruzados na recuperação da consciência e percepção superior da evolução natural, livre, no amor de Deus.
Do rádio vem uma carga de comentários e notícias interpretadas com visão ideológica e da televisão a propaganda para aceitar a globalização, as políticas caóticas, o personalismo e a ridicularização de valores, secundada por exemplos comportamentais anárquicos e modismos exóticos, implantados com técnicas de persuasão subliminar. Tudo para formar pessoas coletivamente imbecilizadas e cada vez mais incapazes de raciocinar.
Identificar e denunciar os inimigos públicos imediatos e remotos é apenas uma das tarefas, para tentar impedir o avanço voraz dos coveiros da vida em liberdade.
Ler para compreender o que está nas entrelinhas desta novela do aquecimento global é um exercício fantástico. Traduzir certos discursos numa linguagem popular é o jeito para transmitir o irritante, grotesco e risível. Para compreender a linguagem esotérica das mentes doentias regiamente pagas com recursos carreados pelos estados que compõem a ONU, hoje um verdadeiro laboratório de insanidades.
Os estados membros contribuem com o fruto do trabalho de gente honesta, para que um grupo de apátridas, internacionalistas sedentos de poder, imponham regras universais. Estão trabalhando para a maior concentração de renda no planeta. Trabalhando para influenciar, seduzir, (comprar!) os governantes dos estados membros, na defesa do absurdo: “Eu mando, vocês obedecem... ou então vai se ferrar!”.
Quem manda de fato são cerca de trezentas famílias, incluindo reis no trono, descendentes de casas reais espalhados pela Europa e EUA, banqueiros que nem os Rothschild, Rockfeller, Morgan e grupos fechados de investidores como os Carlyle. São os Bilderberger, proprietários e controladores de mais de 50% das grandes corporações espalhadas pelo mundo. Os tais que instalam a “crise”, financiam as guerras, vendem as armas e drogas e mantém o terrorismo.
A serviço desta gente, estão os “estudiosos” da ONU, gerando relatórios e diretrizes infames. Dizem por exemplo que o controle de natalidade na China é exemplar, porque economiza algumas toneladas de peidos que poderiam contribuir para o aquecimento da terra. O Brasil também deve reduzir seu rebanho bovino, caprino, porcino... tudo pela redução de peidos!
A população da China está ficando velha porque é costume privilegiar o nascimento de filhos varões. A prática do infanticídio de nascituros femininos ou deficientes físicos é “normal” por lá nas áreas rurais. Assim faltam mulheres para o casamento. É um grande e maravilhoso programa de controle de natalidade!
Exemplar! Para os psicopatas da ONU. Assim querem justificar é um rigoroso controle de natalidade no mundo inteiro. Menos gente, menos peidos, menor aquecimento do planeta! Mobilizam recursos imensos para doutrinar, contaminar as mentes das novas gerações, principalmente nas áreas que rotulam como “países em desenvolvimento”, onde se deve preservar o verde em seu estado natural, reduzindo as possibilidades de vida e de trabalho produtivo.
Inúmeros documentos comprovam que os propósitos de Paz Universal objetivados pela Organização das Nações desUnidas, obedecem a uma agenda secreta, diferente da meritória e propalada ajuda mútua contra a pobreza, a fome, o analfabetismo e a guerra. E mais agora, com a direção de um comunista.
Um documento dos anos 60, gerado por cérebros contratados pelo Governo Kennedy e que parecia arquivado por seu conteúdo e conclusões, escandalosas para a época é o “Iron Mountain Report” transformado em livro pouco conhecido. O trabalho consumiu 3 anos, analisando as conseqüências políticas de um ambiente mundial pacificado. Pinçamos algumas conclusões daquela sigilosa investigação sócio-científica, econômica, militar, filosófica e os cambau, revelando que, tudo quanto tentam rotular como “teoria da conspiração” é uma prática real continuada, aterrorizante.
É o propósito de um grupo que pretende ser ditador dos destinos e pensamentos de cada pessoa, escravidão global controlada com sensores, câmeras, escutas eletrônicas, implantação de chips, rastreadores e práticas de vigilância “para a nossa segurança” em um mundo caótico e permanentemente aterrorizado por hordas armadas, contidas apenas pelo exército policial, das “Forças de Paz Mundial da ONU”, que o diga Orwell.
"A Paz Indesejável” está descrita no Iron Mountain Report, datado de 1969. A paz é dada como intangível e inútil, porque, segundo os tais estudiosos, a guerra é o principal estabilizador político das sociedades e necessária para manter o poder dos governantes por longos períodos. O estado de guerra, ou seja a instabilidade emocional de pessoas aterrorizadas, fundamenta as escolhas comportamentais, submete a sociedade, influi na escolha de valores para fazer frente aos inimigos diversos, com máscaras mutantes, variadas.
O relatório aconselha a identificação de “um risco de destruição pessoal real, numa escala compatível com a envergadura e a complexidade dos modernos sistemas sociais”, um risco real ou imaginário capaz de promover a coesão social planetária e aceitação de uma só autoridade política. Como a tentativa de coesão mundial social contra seres extra terrestres não funcionou, utilizaram intensa propaganda com um substitutivo: construíram a credibilidade sobre uma mentira “científica”.
"Um substitutivo político efetivo... Pode ser, por exemplo, a brutal poluição do meio-ambiente, (...) como a principal ameaça aparente à sobrevivência das espécies (...) Um substitutivo de qualidade e magnitude críveis (...) deve ser encontrado (...) É mais provável, a nosso ver, que uma ameaça que tenha de ser inventada ao invés de ser criada a partir de condições desconhecidas".
As condições foram inventadas e Al Gore escalado como arauto do reino. Por trás da mensagem, a intenção deliberada inscrita naquele relatório: "É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma forma sofisticada de escravidão possa ser um pré-requisito absoluto para o controle social, num mundo de paz". É este o rolo em que todos estamos metidos. O esquema gorou! Mas os poderosos vão continuar concentrando forças, poder. Deus que se cuide!
Nivaldo Cordeiro | 31 Dezembro 2009 Notícias Faltantes - Denúncias
O que causa muita estranheza é o fato de esta investigação estar sendo conduzida esse tempo todo dentro de uma delegacia onde a Magda tem dois amigos delegados lá, entendeu?
Entrevista com Marcos Cavalcante, realizada em 24 de dezembro de 2009 por Nivaldo Cordeiro.
Pergunta: Fale um pouco do suposto suicídio de seu irmão, Marcelo Cavalcante.
Marcos: Eu vejo da seguinte maneira: eu e a minha família, a gente vê que todos os indícios da morte do Marcelo não apontam para um suicídio, apontam para um homicídio. Nós vemos que não está apresentando nenhum quadro de suicídio para ninguém, nem para a família e nem para os amigos, inclusive na data ele foi visto por um amigo dele, num bar chamado Só Drinks, na Asa Norte aqui em Brasília, confidenciando o plano dele de carnaval, que seria na semana seguinte e que a gente estaria indo para o camarote da prefeitura do Rio de Janeiro. Depois ele foi visto por um amigo dele na ponte, entendeu? Um tempo depois o amigo dele não viu mais, não avistou mais. Depois desse horário o amigo dele não teria visto mais ele. Apareceram duas ligações do aparelho dele, às 14:23 e 14:29 na caixa postal. E isso não seria possível já que estaria morto no lago.
Pergunta: Seu último contato pessoal com ele foi quando?
Marcos: Conversei com ele ao telefone no dia 05 de fevereiro, dez dias antes.
Pergunta: Seu irmão fazia confidências para você?
Marcos: Antigamente sim, depois que ele passou a ter relacionamento com a Sra. Magda ele se distanciou. Ia a todos os encontros com a família e depois que ficou muito ocupado com o trabalho no governo ele deixou de ser mais confidente.
Pergunta: Como é que você vê o trabalho policial na investigação e na conclusão desse processo?
Marcos: Muito estranho, muito estranho mesmo. Tentei prestar depoimento na 10ª Delegacia de Polícia, onde o caso está e em mais de dez meses não consegui ser ouvido uma única vez. Depois que tive acesso a algumas coisas. Há várias contradições da viúva, da Magda. Eu tentei prestar meus esclarecimentos lá e eu não consegui mais prestar. Estão aguardando o laudo da morte do meu irmão. O primeiro laudo foi inconclusivo, não apontou a causa da morte. Tinha hematomas no rosto. Há várias contradições e a polícia infelizmente não investiga a Magda, não sei porque motivo.
Pergunta: Você atribui esse comportamento da polícia a que?
Marcos: Não sei. Só acho estranho. Não sei, não posso falar a que posso atribuir. Eu acho uma coisa muito estranha, a Magda não está sendo investigada. Todo mundo naquela suspeita, naquela suspeita... Por causa das contradições dela o tempo inteiro e não se investiga ela, não ouvindo a nossa família. A imprensa, desde que nossa família passou a suspeitar da Magda, parou de dar ouvidos para a gente. Muito estranho.
Pergunta: Existe alguma relação partidária com a morte do seu irmão, da governadora do Rio Grande do Sul ou da oposição a ela?
Marcos: Quanto ao envolvimento partidário do governo do Rio Grande do Sul eu não acredito. A oposição aí é que a gente tem dúvida, porque tudo que estão falando, de delação premiada, de proteção a testemunha... Marcelo nunca falou sobre isso e se tivesse acontecido isso a primeira pessoa que ele teria falado seria com meu pai. Ele nunca falou isso. Tem alguma coisa muito estranha aí.
Pergunta: Você não acredita que o Marcelo tenha procurado o recurso da delação premiada?
Marcos: Com certeza não, com certeza não (enfático).
Pergunta: E de onde surgiu essa história? Quem é que confirmou isso?
Marcos: A oposição que começou a falar depois da morte do Marcelo, não sei se a Luciana Genro, a deputada, o pessoal do Psol lá do Rio Grande do Sul, o pessoal da oposição. Acho que foi esse pessoal, eu não sei.
Pergunta: Que tipo de envolvimento poderia ter a Luciana Genro com esse episódio?
Marcos: Não sei que tipo de envolvimento, agora eu vi ela falando, em entrevistas dela, que o Marcelo iria fazer delação premiada. Uma pessoa que vai fazer delação premiada ela pensa em estender a vida e não abreviar a vida. Um caso de suicídio, igual que foi falado, é incoerente com a informação de que no dia 04 ou 05 de março haveria depoimento. Isso nunca foi confirmado pelo Ministério Público esse negócio de delação premiada. É muito estranho ter saído isso na mídia só depois da morte dele. Ele nunca falou essa palavra para mim.
Pergunta: Como o caso dos escândalos do Rio Grande do Sul envolveu a Polícia Federal, porque ela não se envolveu na investigação da morte do seu irmão?
Marcos: Isso é uma coisa que chama a atenção, ela deveria ter se envolvido, deveria ter aprofundado as investigações, já que no começo ela mostrou interesse grande de participar dessa investigação e de repente aqui em Brasília ela foi parada, lá no Estado do Rio Grande do Sul está parado, está tudo parado, aguardando negócio de quebra de conta bancária, não sei o que mais, é de se estranhar uma investigação que está sendo conduzida somente pelo lado de suicídio, há dez meses dentro de uma delegacia e não se encerra. Um afogamento é um afogamento, o laudo deu que a causa da morte foi inconclusiva, é de se estranhar que o laudo tenha sido inconclusivo e que ninguém tenha desconfiado de ninguém. Os depoimentos da nossa família, as contradições dessa Sra. Magda, que foi intitulada pela mídia como viúva. Isso tudo é muito estranho.
Pergunta: Seu irmão era um homem que circulava nas esferas de poder. Seu irmão deixou fortuna?
Marcos: Meu irmão nunca teve dinheiro, nunca foi um homem de dinheiro, sempre tinha as contas deles pagas em dia, depois do convívio dele com a Magda foi noticiado, no começo da investigação, pelo delegado, fato noticiado pela mídia impressa, que o Marcelo estava com uma dívida de R$ 300 mil, R$ 100 mil no Banco do Brasil, R$ 100 no Banrisul... e de repente alguém foi lá na delegacia e ninguém nunca mais comentou nada de dívida. Fiquei sabendo que o meu irmão pagava um aluguel da casa que ele morava com a Magda de R$ 3.500,00 e que quando a gente conheceu essa casa, essa casa foi apresentada para a gente como uma herança da Magda, da partilha do ex-casamento dela. Isso é muito estranho, todo mundo em Brasília pensava que a casa era da Magda e a gente descobriu que não era. O carro que a Magda anda, um Ecosport, foi refinanciado no nome do Marcelo, logo no começo do relacionamento deles. Estava com ordem de busca e apreensão este carro. Até hoje ela circula com esse carro, mesmo esse carro estando com ordem de busca e apreensão. Isso tudo é muito estranho.
Pergunta: Então você está dizendo que seu irmão morreu pobre, é isso?
Marcos: Morreu completamente quebrado e endividado e ele não era assim antes de conhecer essa Sra. Magda. Ele não tinha dívidas, pagava suas contas em dia.
Pergunta: Na época da morte dele, qual era a atividade profissional que ele exercia?
Marcos: Ele trabalhava no gabinete do deputado Federal Claudio Diaz, do PSDB do Rio Grande do Sul, aliado da governadora Yeda Crusius.
Pergunta: E qual era a atividade específica dele?
Marcos: Acho que ele fazia os acompanhamentos junto aos ministérios, essa parte de assessoria parlamentar.
Pergunta: Como você vê essas ligações políticas em torno da morte do seu irmão? Como você avalia isso?
Marcos: O que causa muita estranheza é o fato de esta investigação estar sendo conduzida esse tempo todo dentro de uma delegacia onde a Magda tem dois amigos delegados lá, entendeu? Isso gera uma coisa de desconfiança. Essa investigação poderia ter saído de lá da 10ª Delegacia de Polícia e ter ido para uma delegacia especializada. A gente procurou a assessoria do governador e a assessoria do governador pediu para a gente procurar a delegada Sandra, na 10ª DP, uma delegada que é amiga da Magda, que anda com a Magda aqui em Brasília. Isso causa uma estranheza muito grande para a gente.
Pergunta: O caso foi de grande repercussão, envolvendo um grande número de pessoas. Por que até agora não teve uma conclusão?
Marcos: É estranho também, a mídia local aqui não publica nada, o governo aqui do Arruda e do Paulo Octávio é do Democratas, o vice-governador lá do Rio Grande do Sul também é do Democratas. A governadora uma vez veio aqui em Brasília, acho que em 13 maio, conversar com o Arruda, pedindo que ele acelerasse a investigação e nada aconteceu. Isso também causa uma estranheza muito grande, entendeu? Os indícios, todos esses indícios. O fato que a gente coloca é que o Marcelo foi assassinado, o hematoma no rosto dele, o laudo ter sido inconclusivo, não ter se constatado afogamento. Aí depois o promotor querer fazer uma segunda perícia nesse laudo. Laudo é só um. O laudo do IML de Brasília é um dos mais confiáveis do país. Se este laudo deu como morte inconclusiva tem alguma coisa estranha acontecendo. Um afogamento é simples de ser confirmado como afogamento.
Pergunta: Pode falar um pouco desse encontro do seu irmão com a Sra. Magda? Como é que eles se conheceram? Você tem informações sobre isso?
Marcos: Quando o Marcelo conheceu a Magda ele tinha separado da Sueli, estava morando sozinho, eu sei que ela disse que conheceu ele no dia primeiro de dezembro. Quando a gente foi conhecer foi numa festa de família, foi no final de dezembro, não me lembro a data. Segundo os depoimentos dela agora, recentes, que a gente teve acesso, Nos dois depoimentos dela ela disse que conheceu o Marcelo no dia primeiro de dezembro e quatro dias depois já moravam juntos, maritalmente. Um fato também assim meio estranho. Para uma pessoa como Magda, que convivia com três filhos na casa e tal e de repente conhecer uma pessoa e quatro dias depois foram morar juntos.
Pergunta: Seu irmão fez algum comentário sobre isso?
Marcos: Não. Nunca comentou, só apresentou a gente numa festa que teve e já estava com ela, mas não confirmou como foi o relacionamento. Isso aí eu fiquei sabendo através do depoimento da Magda dado à polícia
Pergunta: O que você sabe dessa Sra. Magda? Ela trabalha com o que? Qual a história dela?
Marcos: Ela fala que tem uma revista, chamada Sras. e Srs. Antigamente essa revista estava até na Internet. Ela tinha um patrocínio enorme, um banner da Petrobras, que é ligada ao governo federal e não ao governo do PSDB. Aí depois de algumas informações, esse site foi tirado do ar. A página não está mais na Internet. E não sei de que é que ela vive, diz que é da revista dela, mas ela não circula mais há muitos meses. Ninguém sabe quando é que foi a última edição. É estranho também, eu não sei.
Resposta: No noticiário sobre o episódio circularam informações sobre o comportamento não convencional da Sra. Magda. O que você sabe sobre isso?
Marcos: Quanto a isso aí eu nem posso nem falar, eu estranho ela falar que... Sei que ela viaja muito, vai muito ao Rio de Janeiro, ela diz que vai fechar contrato com o governo, com a Petrobras. A Petrobras não é ligada ao governo do PSDB. Eu não sei qual que é o fundo dessas muitas idas dela ao Rio de Janeiro, para tratar de assuntos relacionados à Petrobras. É muito estranho, eu não sei.
Pergunta: Parece que a Sra. Magda tem uma militância religiosa intensa, com a Igreja Sara Nossa Terra. O que você sabe sobre isso?
Marcos: O que eu sei é que ela não era da Sara Nossa Terra, ela não era dessa igreja, e poucos meses antes, acho que a partir de novembro passou a freqüentar essa Igreja, com meu irmão também. Foi uma coisa bem no final da vida do Marcelo, acho que a partir de novembro, nos últimos três meses de vida dele. Não sei. A questão é meio estranha também.
Pergunta: Qual é a atividade dela nessa igreja?
Marcos: Não sei. Eu sei que ela tem um irmão que é pastor dessa igreja. Tem a cunhada dela que é pastora nessa igreja. Essa igreja é aquela mesma igreja de onde vem o deputado distrital aqui de Brasília, Leonardo Prudente, que foi pego colocando dinheiro nas meias no escândalo do Arruda.
Pergunta: É verdade que essa igreja tem ligação com o vice-governador Paulo Octávio?
Marcos: Parece que o vice-governador Paulo Octávio é um dos cabeças da Igreja Sara Nossa Terra. É um dos donos dela, aqui em Brasília.
Pergunta: Então podemos dizer que há alguma ligação entre a Sra. Magda e o vice-governador?
Marcos: De repente, é, não sei qual o grau de amizade do vice-governador com a família da Magda, já que ela tem um irmão pastor, o cunhado é pastor, aí tem que ser investigado, era bom ter uma investigação, saber alguma coisa a partir disso aí.
Pergunta: Existe mais alguma informação importante que queira dizer?
Marcos: A gente está aguardando, o pessoal não tem coragem de encerrar. Todos nós sabemos que está quase certo que vai encerrar como suicídio e que está tendo várias medidas de protelação, não sei porque, né? Está muito estranho, uma investigação de suicídio não demora dois meses, entendeu? E essa está com esse tempo todo e os indícios que o promotor e a delegada falam é que é de suicídio e a família toda e todo mundo em Brasília vê que os indícios são de homicídio e a gente quer aguardar esse encerramento para poder responder isso aí.
Klauber Cristofen Pires | 31 Dezembro 2009 Artigos - Economia
Quem é que se apresente como um liberal e se utilize da teoria do utilitarismo está, na verdade, defendendo uma forma de socialismo, desde que com isto promova a legitimidade de meios não-originários e não-contratuais de aquisição da propriedade.
Em círculos de debates, bem como em artigos que leio, vez ou outra encontro quem sustente que o liberalismo austríaco adota como princípio válido a teoria do utilitarismo.
O utilitarismo é a teoria econômica que prega a validade da intervenção estatal direcionada para prover uma alegada melhor eficiência no uso dos recursos combinada ou não com uma distribuição destes recursos para um público mais amplo.
A coluna central do utilitarismo é denominada em inglês pelo termo "free-ride", traduzível em vernáculo por "carona". Um exemplo de utilitarismo dado pelo filósofo Hans-Hermann Hoppe: uma lei que obrigue os cinemas a cederem gratuitamente o restante dos assentos não vendidos.
Vejamos como se expressa o filósofo alemão quanto a isto, em A Economia e a Ética da Propriedade Privada:
Além disso, o raciocínio utilitário é também gritantemente errado. O raciocínio dos teóricos dos bens públicos de que a prática do livre-mercado de excluir os caronas do gozo dos bens que permitiriam um consumo não-rivalitário a um custo marginal zero indica um nível subótimo de bem-estar social e que portanto requer a ação compensatória estatal é falho sob dois aspectos relacionados. Primeiro o custo é uma categoria subjetiva e jamais poderá ser objetivamente medido por um observador externo. Portanto, dizer que os caronas adicionais poderiam ser admitidos a um custo zero é totalmente inadmissível. De fato, se os custos subjetivos de admitir mais consumidores graciosamente fosse mesmo zero, o produtor ou proprietário privado do bem em questão certamente os admitiria. Se assim ele não faz, isto revela que os custos pra ele não são zero. A razão pode ser a sua crença de que ao agir assim irá reduzir a satisfação disponível aos outros consumidores, o que tenderia a baixar o preço para o seu produto; ou pode ser simplesmente sua repulsa a caronas não-convidados, assim como, por exemplo, quando eu faço objeção à proposta de dispor a minha sala de estar sub-utilizada para vários hóspedes auto-convidados para um consumo não-rivalitário. Em qualquer caso, desde que por qualquer razão não se pode assumir que o custo seja zero, é então falacioso falar de uma falha de mercado quando certos bens não são distribuídos gratuitamente.
No plano concreto, o filósofo Olavo de Carvalho denunciou a prática do utilitarismo acontecida nos EUA, que pode ser conferida nos artigos "Revolução Judicial nos EUA" e "Robin Hoods ao contrário", em que cita o caso de uma sentença da Suprema Corte que permitiu aos governos locais desapropriar moradias e fazendas em favor de projetos de desenvolvimento privados .
Quem é que se apresente como um liberal e se utilize da teoria do utilitarismo está, na verdade, defendendo uma forma de socialismo, desde que com isto promova a legitimidade de meios não-originários e não-contratuais de aquisição da propriedade.
No plano praxeológico, o utilitarismo provê uma melhor utilização dos recursos apenas em aparência, pois as alegadas melhorias apresentadas escondem dois fatos negativos: o primeiro é o de que os projetos de desenvolvimento privados, para ficarmos no caso real, podem muito bem ser realizados em locais comprados, o que nos leva a concluir que a desapropriação já denuncia o empobrecimento forçado dos atuais proprietários. Porém, mais do que isto, uma tal sentença provoca uma consequência muito mais drástica: a de corromper todo o sistema jurídico, causando insegurança jurídica a toda a população, no tanto em que a desestimule a investir, com medo de uma eventual desapropriação futura. Pensemos, em última instância, que os beneficiados por um decreto de desapropriação postos nestes termos também podem, eles mesmos, a seu turno, serem desapropriados futuramente por quem alegue trazer um projeto mais abrangente e mais vultoso.
No plano moral, os austríacos defendem a propriedade privada como uma instituição cujo valor é apriorístico. Vejamos como se expressa Hoppe quanto a isto, em Uma teoria sobre o Socialismo e o Capitalismo:
Na base da teoria natural da propriedade assenta-se a idéia de basear a atribuição de um direito exclusivo de propriedade sobre a existência de um elo objetivo, intersubjetivamente presumível, entre o dono e a propriedade e, mutatis mutantis, de chamar de agressivas todas as reivindicações de propriedade que podem invocar apenas evidências puramente subjetivas em seu favor.
O que Hoppe pretende explicar aqui é que um elo objetivo nasce quando alguém, por exemplo, estica a mão para pegar uma maçã (que não pertença previamente a ninguém, claro). O trabalho de alguém colher uma maçã, de pescar um peixe ou de cultivar um pé de milho constitui um elo objetivo entre o agente e a coisa. Qualquer outra pessoa pode alegar somente fatos subjetivos: "- eu quero esta maçã porque sou mais bonito, ou porque sou mais forte, ou que sou mais pobre".
Este entendimento marca a fundação da uma ética leiga da propriedade privada e não tem como ser negada, pois quem assim o procede nega a propriedade sobre o seu corpo e consequentemente, a sua liberdade de refutá-lo. Colocada no plano prático, esta ética presume como moralmente legítima a propriedade originariamente possuída (aquela que antes não pertencia a ninguém) e aquela derivada de atos voluntários e não-agressivos (troca, empréstimo, aluguel, doação ou outra forma contratual). A negação da validade moral da aquisição original e das operações derivadas contratuais institui a legitimidade da agressão sobre a propriedade privada, isto é, do confisco à força da propriedade dos proprietários e produtores para o bem de não-proprietários e não-produtores.
Do exposto, percebe-se que a defesa apriorística da propriedade privada não se assenta em escolhas baseadas em critérios de conveniência ou de oportunidade, mas de uma opção de ordem moral, e portanto, de validade permanente. O utilitarismo é sempre uma forma de socialismo.
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Revista O Cruzeiro publicou em 1964 o que TODA A MÍDIA ATUAL, AS UNIVERSIDADES e a "INTELEQUITUALIDADE" BRASILEIRA tenta esconder: a situação do Brasil pré-1964
FATOS: Revista O Cruzeiro e o MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 1964
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