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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Caça aos conservadores

Mídia Sem Máscara

Como o FBI não divulgou detalhes, não fica claro de que exatamente o grupo é acusado. O que sim fica claro é o interesse dos articulistas de esquerda em associá-los à "direita" e ao "cristianismo", para assim pintar todos os cristãos e também os participantes de qualquer protesto antigovernamental como extremistas raivosos, racistas e violentos.

A polêmica apresentadora conservadora Ann Coulter está em Los Angeles. Vou tentar assistir ao menos um dos eventos em que ela participa. Não sei se será possível: ao tentar realizar uma palestra em uma universidade canadense, ela foi recebida pelo próprio reitor da Universidade com ameaças de prisão caso não respeitasse as "leis de hate speech" do país. Posteriormente, uma multidão de estudantes de esquerda impediu aos gritos que ela realizasse o seu discurso. Acabou desistindo. (Ann Coulter, para quem não sabe, é a personalidade midiática mais odiada pelos Democratas, e adora provocá-los. Após os ataques de 9/11 falou sobre os muçulmanos: "We should invade their countries, kill their leaders and convert them to Christianity.")

Mas se o ódio fosse apenas contra Ann Coulter, que no fundo é uma humorista que vive de provocações, seria compreensível. O problema é que muitos outros, como por exemplo David Horowitz, também já foram impedidos de discursar por multidões de esquerdinhas histéricos, que os acusavam de serem horríveis radicais nazistas, fascistas e sexistas. Para a esquerda, liberdade de expressão, só para os que concordam com suas idéias. Deixar um conservador discursar livremente seria terrível: afinal, alguém poderia se convencer que ele está com razão...

Os conservadores, curiosamente, reagem com surpresa e espanto à perseguição. Não entendem como os esquerdistas possam ser tão agressivos, e tão contrários à "liberdade de expressão" que dizem defender. Alguns conservadores, acredite, se surpreendem até com as contumazes mentiras da esquerda. Ora, é como surpreender-se que uma cobra morda, que um escorpião pique. É da sua natureza.

Mas e se Ann Coulter e David Horowitz fossem realmente racistas ou fascistas? Por mais incompreensível que possa parecer a um Democrata ou um Petista, Ann Coulter ou David Horowitz não são "direita raivosa", são até moderados. Quero dizer que aqui nos E.U.A. há pessoas bem mais radicais, como os supremacistas brancos, os neonazistas, os radicais comunistas, os extremistas ecologistas, e toda uma fauna de malucos de todas as espécies e ideologias que, no entanto, de acordo com a Constituição, têm todo o direito de se expressar. Ou tinham até há pouco.

É verdade que algumas idéias são nefastas e conduzem à desarmonia. Pode ser então que a censura seja uma saída. Por exemplo, deveria uma conferência de supostos supremacistas brancos ser impedida de se reunir, como recentemente ocorreu? (Para um ponto de vista contrário sobre a mesma conferência, ler a coluna do polêmico e politicamente incorretíssimo humorista Fred Reed.)

Ou pensemos então no caso contrário. Façamos o papel de advogado do Diabo. Imaginemos um governo totalitário de direita que proibisse todo discurso marxista, como ocorreu durante os anos setenta na América Latina. Poderia tal decisão ser justificada? Se o marxismo é uma ideologia nociva, como muitas vezes informamos neste blog, não seria a sua censura algo positivo?

O não-tão-saudoso ex-comentarista Tiago, na outra vez, afirmou que a perseguição ao militante católico e "homofóbico" Julio Severo era válida, afinal, segundo seu raciocínio, "se alguém houvesse perseguido Hitler" não teriam acontecido tantos horrores. Deixando de lado a espúria comparação, ele toca num ponto importante. Até que ponto a liberdade de expressão deve ser permitida? Na Europa, há em teoria boas razões históricas para as leis contrárias à negação do Holocausto ou à propagação de idéias neonazistas. Nos EUA essas leis não existem. Mas imagine que as idéias neonazistas, que hoje representam uma minoria esquálida no país, se tornassem populares? Não seria uma boa idéia impedir sua propagação? As leis anti-racismo e anti-homofobia no Brasil, não tentam apenas proteger minorias discriminadas? Ou vão além?

O problema é que uma vez que se começa com a censura, fica difícil parar. E as idéias que são nocivas para uns não o são para outros. O pior é que, muitas vezes, quando o discurso livre das idéias é proibido, são justamente os mais extremistas e violentos que ganham mais força.

Ontem mesmo, "milícias cristãs" foram presas nos EUA, acusadas de planejar um atentado. "Milícias cristãs"? Se você ler a matéria, verá que são um culto de malucos milenaristas, não exatamente cristãos tradicionais. Veja as tristes fotos que acompanham o artigo: parecem mesmo é um bando de trailer trash com problemas mentais. (São esses os sujeitos que se consideram "raça superior"?)

Como o FBI não divulgou detalhes, não fica claro de que exatamente o grupo é acusado. O que sim fica claro é o interesse dos articulistas de esquerda em associá-los à "direita" e ao "cristianismo", para assim pintar todos os cristãos e também os participantes de qualquer protesto antigovernamental como extremistas raivosos, racistas e violentos. Eric Holder, Procurador Geral da República Obâmica, declarou que os grupos terroristas de "extrema-direita" são a "prioridade número um da segurança", muito acima dos terroristas muçulmanos.

Bem, aceitemos que seja verdade. De fato, anos atrás houve realmente casos graves de terrorismo das chamadas milícias, o mais famoso o caso de Tim McVeigh. Quer isso dizer que toda oposição ao governo é criminosa? Que toda idéia perigosa deve ser censurada? Que os participantes dos Tea Parties e os Republicanos devem ser demonizados e criticados? Até que ponto a liberdade de expressão e a oposição ao governo podem ou devem ser toleradas?

Os "tea party" nada tem a ver com as "milícias", mas já há vários Democratas querendo conectá-los ideologicamente. Há dezenas ou centenas de grupos que poderiam ser chamados de "milícias" nos Estados Unidos. Em parte dos casos, meros clubes de armas, ou grupos de jovens antisociais "brincando de soldado". Grupos repulsivos, pode ser, mas mesmo assim não mais perigosos do que as centenas ou milhares de gangues criminosas não-ideológicas que existem no país, matando a torto e a direito.

Hoje as milícias têm liberdade de reunir-se e treinar (e, aliás, também a têm os radicais muçulmanos: há dezenas de Jihad camps nos EUA, com plena liberdade de existir enquanto não cometerem violência real).

Mas e se um governo tirânico decidisse impor a perseguição total, não só às "milícias", como a qualquer um que fizesse críticas ao poder? Será que esses bizarros grupos passariam a fazer parte da "resistência"? Quando é que um terrorista vira "freedom fighter"? Os jihadistas devem ter o direito de pregar jihad ou não?

Qual tipo de discurso é aceitável em uma sociedade civilizada? Em que momento a liberdade de expressão vira "hate speech"? Desobediência civil, como queria Thoreau, é um recurso aceitável de protesto?

São questões muito complicadas, e não tenho uma resposta pronta. Vou lá assistir a palestra da Ann Coulter. Talvez ela saiba responder.



Essa mulher é um perigo.

http://blogdomrx.blogspot.com

Mais respeito à história e aos heróis

Mídia Sem Máscara

O coronel reformado Ernesto Caruso comenta a intenção de Lula de entregar o canhão "El Cristiano" ao Paraguai, seguindo a manipulação histórica marxista sobre a Guerra da Tríplice Aliança.

Sei que morro, mas o meu sangue e o de meus companheiros servirá de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria.
Ten. Antonio João

O Paraguai é uma nação amiga. As suas Forças Armadas mantêm nos nossos estabelecimentos de ensino alunos nos níveis de formação, aperfeiçoamento, de comando e estado-maior, em perfeita integração, além da Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai, de há muito contribuindo nesse bom relacionamento, sem antagonismos por conta dos antecedentes históricos. Os heróis de ambos são reverenciados nas cerimônias, lá como cá, com a presença de militares que lhes prestam continência. Solano Lopes e Caxias são símbolos para as suas pátrias e se enfrentaram na Guerra da Tríplice Aliança.

A História não se apaga. As guerras de ontem marcaram uma época, mortos e feridos se imolaram, sofreram as vicissitudes dos campos de batalha, vivos voltaram, escreveram as sua epopéias, cólera, granadas e baionetas sangraram corpos, sepultaram combatentes, vitórias e derrotas forjaram heróis contra o invasor expansionista adentrando no Mato Grosso e se lançando até o Rio Grande do Sul.

O sofrimento da Retirada da Laguna, registrada por Taunay, lancetou mais a alma do que o corpo atingido pelos projéteis inimigos.

Quanto sacrifício nos campos de batalha, na logística difícil, nas atividades produtivas, no esforço de guerra das gentes mesmo longe dos combates, alimento escasso, sem medicamentos, rezando por seus patriotas, parentes e amigos.

Há que se refletir hoje, sentindo essa luta de 1864 a 1870, distante dos centros do poder nacional, restritos no litoral.

A natureza humana impõe a preparação para guerra. O mundo de hoje e de sempre não se esconde de ninguém por maior vocação pacifista dos pregadores. Mata-se no presente em nome de Deus como no passado, só que com armas mais aperfeiçoadas.

O sentimento patriótico precisa ser despertado, ensinado. Os Símbolos Nacionais são o esteio dessa formação, mantendo acesa a necessidade de uma estrutura para defesa do território onde nascemos, como foi nos tempos pretéritos, hoje um tanto descuidada. Os troféus de guerra fazem parte da História, demonstram fisicamente o sangue derramado pelos antepassados como lição vista, sentida e admirada, não como menosprezo ao povo que empunhou armas contra o Brasil em qualquer tempo. Um homem faz a guerra. Fez mais uma, e coube aos brasileiros defendê-lo.

Somos e seremos o que fomos como Nação.

O canhão El Cristiano da Fortaleza de Humaitá é um símbolo da Guerra da Tríplice Aliança, com toda a força que transmite às novas gerações o valor do soldado brasileiro, dentre outras peças que repousam nos museus e ilustram os compêndios de História.

São propriedades da Nação, enriquecidas por acervos doados por descendentes de ex-combatentes de todos os tempos. Não podem ser dilapidados, descuidados por gente que não tem compromisso com o passado de luta e de glórias.

O Paraguai já recebeu com elevada deferência a devolução de objetos pessoais de Solano Lopes, numa demonstração de boa vontade, amizade e respeito. Mas, que tal fato não se estenda aos demais troféus e nem signifique um arrependimento, a confissão de um erro ou o pedido de perdão pelas ações de guerra em defesa do território invadido, afrontado e de desgraças sofridas por quem estava pacificamente guardando e produzindo nas fronteiras em 1864 e não nos palácios de Brasília em 2010.

29 de dezembro de 1864. Colônia Militar de Dourados. Mato Grosso. Tenente Antonio João Ribeiro do Exército Brasileiro - hoje Patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais - no comando de uma guarnição isolada com um punhado de bravos, incluindo quatro civis e uma mulher, não se rendeu diante da força inimiga. Tombaram sob os tiros de mais de 200 bocas de fogo. Deixou uma lição que se deve guardar no peito, escrita na simplicidade das letras e na grandeza do sentimento:

"Sei que morro, mas o meu sangue e o de meus companheiros servirá de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria".

Assim, antes de se efetivar a devolução do canhão, há que se ouvir a Associação de Ex-Combatentes do Brasil, com representação nacional, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro que nasceu em 1838, o Instituto de Geografia de História Militar do Brasil, a Academia de História Militar Terrestre do Brasil, a Liga de Defesa Nacional, ou será mais uma afronta às Forças Armadas que cumpriram e cumprem a missão de defender o país e aos descendentes dos vitimados pela guerra.

Ernesto Caruso é coronel reformado do Exército brasileiro.

Título original: Respeito à História, à Memória, à Vida e à Morte de Heróis

As Damas de Branco e o MST

Mídia Sem Máscara

Ubiratan Iorio | 31 Março 2010
Artigos - Movimento Revolucionário

Enquanto as Damas de Branco se rebelam contra a tirania socialista em Cuba, no Brasil o MST faz de tudo para que aqui seja implantada uma ditadura vermelha.

Quer conhecer um país? Procure saber se nele existem presos políticos. Se houver, não vale a pena sequer visitá-lo.

O verbo transitivo indireto dissidiar significa, segundo os dicionários, ser dissidente, divergir, dissidir. Vem do substantivo feminino latino dissensione, definido como divergência de opiniões ou de interesses, desavença, desinteligência, dissidência e, em sentido figurado, discrepância, contraste, oposição. Todas essas acepções têm uma coisa em comum: são detestadas pelos regimes totalitários de qualquer matiz ideológico, principalmente pelas ditaduras ditas "socialistas". Como a de Cuba, por exemplo.

Podemos perfeitamente divergir - com parentes dentro de nossa casa, com colegas no trabalho, com pessoas com quem encontramos na rua, com opiniões que são manifestadas em jornais ou na televisão - a respeito de qualquer assunto e isso é absolutamente normal, porque ter nossos próprios princípios faz parte do conceito de liberdade de consciência e de pluralidade, que são elementos da individualidade e da dignidade da pessoa humana. Mas nenhum regime realmente ditatorial jamais tolerou nem tolera a existência de dissidentes, de pessoas que, pensando por conta própria, se opõem aos que se apossaram do Estado e pretendem impor o seu próprio conceito de "felicidade" a toda a população.

As Damas de Branco de Havana - as mulheres cubanas que têm parentes presos pelo simples fato de discordarem do regime totalitário imposto por Fidel ao país e que passaram a fazer protestos públicos para que o governo dito "popular e democrático" os ponha em liberdade - merecem não apenas o nosso respeito: merecem o apoio de quem quer que preze as liberdades individuais e o próprio ser humano. Mulheres de coragem, que não temem a opressão, não têm medo de ameaças, não receiam a reação violenta da polícia castrista e querem proclamar ao mundo o que ele há muito tempo já sabe, apesar dos esforços da mídia gramsciana para esconder a podridão do regime cubano: que sufocar as liberdades individuais, que incluem a de opiniões, é um crime bárbaro contra o ser humano e que tais regimes não podem mais ter cabimento no mundo atual.

Cuba, China, Coréia do Norte, Vietnã do Norte, Irã e, no compasso atual, a Venezuela, bem como alguns acólitos latino-americanos do ridículo Chávez, são países que têm presos políticos, dissidentes. Pessoas que não concordaram com as atrocidades cometidas pelos que se apoderaram do Estado, a maior das quais o desrespeito à liberdade de consciência e de opinião. De minha parte, há muitos anos decidi que não poria os pés em Cuba enquanto o regime comunista continuasse dando as cartas. Não estou perdendo nada com essa atitude, embora torça para que os cubanos, oprimidos há cinco décadas, se libertem do sistema tirânico imposto por Castro na época da Guerra Fria.

Mas, enquanto as valorosas Damas de Branco rebelam-se destemidamente contra a tirania, pinçamos do jornal Estado de Minas a notícia publicada no último dia 26 de março: "Cerca de 150 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) ocuparam, na madrugada de ontem, a centenária fazenda Fortaleza de Sant'Anna, em Goianá, na Zona da Mata, a 287 quilômetros de Belo Horizonte. A propriedade de 4,2 mil hectares pertence aos descendentes da família Tostes, uma das fundadoras do município de Juiz de Fora. A coordenação do MST alega que um laudo do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), emitido há dois meses, aponta que a fazenda é improdutiva" (frisemos que tal "argumento", como sempre, é apenas um pretexto para a agressão aos direitos de propriedade, pois o tal laudo não é verdadeiro). E prossegue: "Ocupamos para acelerar o processo de desapropriação. A propriedade não está cumprindo sua função social", justificou um dos coordenadores do MST.

Em outro trecho da notícia, o referido senhor alega que os proprietários da fazenda no século XIX eram donos de escravos, o que por si só já justificaria a invasão... Mesmo se houvesse argumentos para sustentar agressões a qualquer direito de propriedade estabelecido legalmente, trata-se de um raciocínio de um primarismo e de uma bronquice assustadores! E que revelam o que todos os que pensam com a própria cabeça já sabem, há bastante tempo, que é o fato de que a reforma agrária de que tanto falam não passa de mera fachada para encobrir o verdadeiro objetivo desses radicais, o de implantar um socialismo caquético,decrépito e comatoso no Brasil.

Prefiro não perder mais o meu tempo comentando as declarações do chefe dos invasores. Vou apenas salientar o contraste: enquanto em Havana um grupo valoroso defende o retorno da liberdade, aqui no Brasil esses verdadeiros bandos de desocupados, manipulados politicamente e que costumam ser carinhosamente tratados pela mídia de "movimentos sociais", lutam pelo ingresso na servidão! Os maquinadores do totalitarismo que estão por trás do MST são os mesmos que tentaram - e ainda tentam - empurrar goela abaixo dos brasileiros uma verdadeira aberração jurídica, econômica e ética, denominada eufemisticamente de PNDH-3.

Se você ama o Brasil e, mais do que isso, se ama a liberdade e respeita a verdadeira dignidade da pessoa humana, não fique quieto: apóie do jeito que puder as Damas de Branco e rechace veementemente, também de todas as maneiras que estiverem ao seu alcance, essas tentativas do MST e dos que, a pretexto de defender direitos ditos "humanos" (um pleonasmo claro), querem instituir em nosso país a servidão do indivíduo ao Estado.

A esperança dos que prezam a liberdade é que nenhuma ditadura é eterna. Podem durar décadas, mas um dia, terminam. O fim do regime cubano e a derrota de Chávez e de outros chefes totalitários é líquida e certa. Na antiga URSS, nem houve necessidade de disparar tiros. Bastou o esfacelamento natural do regime e o consequente clamor popular. Fidel, Raul, Chávez e outros súcubos da servidão sabem que seus regimes estão com os dias contados. Mais cedo do que se pensa - e do que desejam a mídia gramsciana e os "movimentos sociais" - a brisa suave da liberdade voltará a soprar sobre os milhões de seres humanos que oprimem.

Saudações efusivas às Damas de Branco!



Título original: As Damas de Branco e os invasores vermelhos de Goianá

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