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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ELEIÇÕES E MANOBRAS TÁTICAS

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Viver de Novo

Por Arlindo Montenegro


Eleições no Chile, os comunistas perderam o poder que mantinham há vinte anos. Eleições na Colombia, os verdes amigos do Chávez e das Farc, perderam de goleada um jogo que as pesquisas davam como ganho. O Foro de São Paulo se reuniu recentemente na Argentina e deliberou que o inimigo maior a vencer é o governo do presidente da Colômbia.

Em Honduras onde o Congresso afastou o "bolivariano" Zelaya e elegeu com maioria esmagadora um governo contrário aos comunistas o Brasil do Foro de São Paulo, a mesma OEA presidida por um socialista chileno e os países latinos defensores e alinhados a Chávez Cuba, dificultam o governo eleito e a vontade do povo hondurenho, expressa na Constituição.

Aqui temos uma Constituição fraudada pelo atual ministro da defesa. Ele mesmo confessou a fraude em entrevista (Revista Veja de 31 de agosto de 1988, páginas amarelas), proclamando assim que passou a perna, enganou todos os constituintes, enganou toda a nação. Nos levou a pagar entre 1989 e 1998, 225 bilhões de dólares, por uma dívida de 115 bilhões e ainda ficar devendo 255 bilhões de dólares.

E tudo fica por isto mesmo. As leis podem ser desrespeitadas pelos governantes. A justiça se encarrega de minimizar os delitos. E tudo fica por isto mesmo. E todos estamos informados que o Sr. Lula, pagou toda a dívida externa e emprestou dinheiro ao FMI. É voz corrente até no exterior. Cala-se, esconde-se que hoje os brasileiros devem, mercê das políticas socialistas, a mixaria de 235 bilhões de dólares.

O governo sabe que existe uma guerrilha ativa no Brasil. O governo sabe que são mortos dezenas de milhares de jovens nesta guerra subterrânea. O governo sabe, que está em jogo todo o projeto de transformar as Américas no paraíso socialista das ditaduras personalistas de esquerda, projeto de que participa, defende e persegue por todos os meios, negando, mentindo, iludindo a população.

Os projetos mais escabrosos estão em curso. Neste cenário se desenvolvem processos eleitorais na Venezuela e no Brasil, onde o movimento bolivariano de Chávez e o PT do novo rico Luiz Inácio, têm muito a perder, tanto política como pessoalmente. O Foro de São Paulo que coordena a internacional socialista das Américas, tem a perder.

O jornal eletrônico argentino "Enfoques Positivos" em sua edição de 26 de Agosto, comenta o processo argentino, referindo a posição do casal Kirchner, cujo afastamento do governo, "implicaria em graves riscos para a liberdade e o patrimônio do casal governante". Isto por lá, onde a Constituição está sendo atacada, mas pelo menos não foi fraudada.

A mesma fonte refere o "total debilitamento das Forças Armadas" e das polícias, ambas atacadas moral e espiritualmente. Os policiais "tratam de não comprometer-se em demasia com o cumprimento das funções, por compartir com os militares a ameaça dos processos penais pelo fato de cumprir com seu dever."

Em vários artigos, este blog tem documentado e comentado sobre o avanço das facções criminosas e terroristas que, em todo o continente, ligadas ao narco tráfico e contrabando de armas pesadas, atuam com o beneplácito e ajuda de agentes dos governos e partidos políticos da esquerda. São instrumentos da guerra sombria pelo poder total.

O silêncio das mídias, a parca manifestação sobre fatos e políticas deploráveis e suicídas, tem sido denunciado por muitos blogs e páginas da internet que primam por manter a informação de interesse político institucional livre e democrático, despido de sofismas e meias palavras.

Isto é mais preocupante quando se sabe que emissários das Farc, de Cuba e da Venezuela, movimentam-se livremente. Operam treinando jovens e aliciando "comunidades", na Argentina, no Brasil, na Bolívia, no Paraguai. Mais ainda, quando se verificam assaltos a quartéis, a bancos e sequestros, notícias raramente associadas a estes grupos e veiculadas sem destaque ao significado político que carregam.

Mais preocupante quando o Presidente do Chile, (cit. Enfoques Positivos, Nro. 315 ) "reconhece oficialmente a presença das Farc no Chile, atuando entre militantes de origem Mapuche. (...) os serviços de inteligência e os Carabineiros, conseguiram prender alguns responsáveis por atentados praticados na Argentina."

Da zona de Araucania, citada pelo Presidente Piñera é fácil chegar ao território Argentino. E daí pelas rotas do narcotráfico, é fácil chegar à Bolivia, Tríplice Fronteira – Brasil, Paraguai e Argentina. Qualquer cego pode visualisar o que se intenta no bojo da revolução bolivariana e nas cabeças dos pensadores do Foro de São Paulo: manter a posição, custe o que custar.

As eleições em curso no continente vão determinar o futuro destas nações. Resta abrir os olhos dos eleitores cegos. Resta esperar que não se cometam fraudes como aquelas que alimentaram os computadores do aquecimento antropogênico da ONU e do Al Gore-nto. Resta denunciar os agorentos institutos de pesquisa igualmente fraudulentos.

Res.: www.enfoquespositivos.com.ar/, www.bcb.gov.br/?ecoimpext,

A. Benayon & P. Rezende, "Anatomia de uma fraude à Constituição"

Postado por Montenegro às 07:06

PSOL

Mídia Sem Máscara

A lavagem cerebral está tão, mas tão completa, que o pessoal sequer sabe mais o que é direita.

Um conhecido no Brasil, descontente com os rumos do PT e sua corrupção, decidiu filiar-se... ao PSOL.

É curioso como muitos na classe média no Brasil acreditam que a solução aos problemas gerados pela esquerda seja ir ainda mais à esquerda.

O domínio é tão completo que os petistas se permitem até dançar sobre o cadáver da direita. Lula, no outro dia, disse que está feliz que não haja nenhum troglodita de direita concorrendo nas próximas eleições. Até o PFL mudou de nome para DEM, já que "liberal" acabou virando nome feio. O próprio Lula concorda que a direita se esquerdizou:

Para 2010, segundo Lula, quatro ou cinco políticos disputarão a Presidência, todos eles com origem na esquerda, o que considerou como "inédito" e "fantástico".

Lula comentou que esta situação se explica porque a direita atualmente "é mais progressista" e também porque "se misturou" com muitos partidos de esquerda.

Curiosamente, muitos petistas ainda atacam a "mídia direitista". Algo que não existe no Brasil há muito tempo.

A lavagem cerebral está tão, mas tão completa, que o pessoal sequer sabe mais o que é direita. É apenas um rótulo que se coloca aos bolcheviques menos violentos. Se você não é a favor da ocupação violenta de terras para realizar reforma agrária na marra, já pode ser considerado um "direitista".

Agora a mesma classe média vai eleger Dilma. Dizem que cada povo tem o governo que merece, e pode ser verdade.

Volta a pressão pela “abertura”

Mídia Sem Máscara

As FARC buscam dotar-se de mecanismos que lhes permitam entrar de novo em contato com governos estrangeiros e com partidos, igrejas e seitas de esquerda e extrema esquerda, com verdes e socialistas e (mais discretamente) com elementos do ETA, Hizbolah e Hamas.

De novo o governo da Colômbia está recebendo fortes pressões internacionais para que ceda ante o terrorismo. Durante sua viagem ao Brasil, o presidente Juan Manuel Santos deve ter captado a mensagem de que precisa discutir com as FARC. "Se não se fala, não se conseguirá a paz", advertiu Dilma Rousseff, a candidata presidencial do partido do governo, quando lhe perguntaram por que Lula não aceita qualificar as FARC de "narco-guerrilha".

Na véspera da chegada de Santos a esse país, a candidata e ex-ministra de 66 anos de idade admitiu, por fim, que as FARC são uma organização "ligada ao crime, ao crime organizado e ao crime de tráfico de drogas" porém, acrescentou, sem empalidecer de vergonha, que Brasília defende de todas as formas a tese de que se deve dialogar com essa organização para"restabelecer a paz na Colômbia".

As sondagens indicam que Rousseff, que durante sua juventude militou em organizações terroristas, tem muitas possibilidades de ser eleita no próximo 3 de outubro.

Ao mesmo tempo, estão montando outros palanques na região para fabricar a imagem de umas FARC dialogantes. A senadora Piedad Córdoba, os chefes do Partido Comunista argentino e alguns ativistas da mesma corrente do México, Honduras e El Salvador, criaram em Buenos Aires um novo "coletivo" com esse objetivo. "O grupo valoriza a disponibilidade das forças insurgentes, como as FARC, de construir uma abertura para o diálogo político. A idéia é poder estabelecer um diálogo entre estas forças e o governo colombiano", disseram.

Tudo isso sob o patrocínio da presidente Cristina Fernández de Kirchner e seu esposo. Piedad Córdoba voltará em setembro a Buenos Aires, para discutir com o ex-mandatário Néstor Kirchner, secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL).

Otimista, Piedad Córdoba dá como certo que o presidente Santos entrará no jogo da "abertura". Ao anunciar que se reunirá com ele proximamente, Córdoba agradeceu a abertura de "uma porta" para construir "cenários de paz". O que justifica tal agradecimento? Não se sabe. Santos fez saber, pelo contrário, que não haverá aproximações com as guerrilhas enquanto estas não liberem todos os seqüestrados e cessem suas ações terroristas, abandonem a colocação de minas terrestres e o recrutamento de menores de idade. Dialogar por dialogar não está, aparentemente, na agenda de Bogotá.

Porém, a agitação descrita deve-se a que as FARC estão tratando de reorganizar seu arcabouço internacional. Elas buscam dotar-se de mecanismos transversais que lhes permitam entrar de novo em contato com governos estrangeiros e com partidos, igrejas e seitas de esquerda e extrema esquerda, com verdes e socialistas e (mais discretamente) com elementos do ETA, Hizbolah e Hamas. Uma prioridade é reforçar suas células, visíveis e menos visíveis, nas capitais latino-americanas, européias e do Oriente Médio. Pois esse movimento, relativamente isolado e decapitado, tem muitos de seus quadros mortos, no cárcere e no exílio, embora controle ainda frentes armadas que continuam traficando droga e assassinando onde e quando podem, e preparando novas matanças.

Essa perigosa reorganização depende de um cenário de "abertura". Para lançar à "ação" o que lhes resta, para retomar a iniciativa perdida durante os oito anos passados, querem pôr fim ao esquema utilizado pelo presidente Álvaro Uribe.

Obviamente, tal objetivo é irrealizável se as Forças Armadas da Colômbia prosseguirem com o seu trabalho e o Estado se mantiver alerta sobre as atividades narco-guerrilheiras no exterior. E, sobretudo, se o governo de Juan Manuel Santos rechaçar a noção de "diálogo em meio do combate". Se, pelo contrário, Bogotá cede e retorna a uma política de gestos de "exploração" e de "boa-vontade", como querem os amigos de Piedad Córdoba, as FARC mostrarão esse giro, por mínimo que seja, como a prova de que a Segurança Democrática não tem nada a ver com o governo Santos e como a confirmação de que as FARC não são, nem nunca foram, uma organização terrorista.

Toda aceitação de diálogo, aberto ou secreto, com o governo, ou através de grupos ou agentes "mediadores", ou com organismos de faz-de-conta tipo UNASUL, será exibido como um ato tácito de perdão e esquecimento das atrocidades cometidas pelo bando terrorista. E o obstáculo para reabrir escritórios no estrangeiro terá caído.

As FARC esgrimiram este argumento, com êxito, quando conseguiram a farsa dos diálogos do Caguán. "Se o presidente Andrés Pastrana negocia conosco é porque não somos terroristas", diziam em 2001 à imprensa estrangeira. O périplo do Comissionado para a Paz, Víctor Ricardo, pela Europa com seis altos chefes das FARC, incluindo Raúl Reyes, em fevereiro de 2000, pago com os impostos dos colombianos, foi a expressão mais escandalosa de até onde pode chegar um governo colombiano que cai na onda hipnótica da "abertura" e do "diálogo" com essa gente.

Porém, não pensem que as intrigas descritas mais acima foram em vão. Elas já permitiram às FARC marcar gols contra o governo de Santos: agora não se pode falar do apoio que as FARC recebem na Venezuela e no Equador, os computadores de Raúl Reyes já estão em Quito, o acordo com os Estados Unidos sobre as sete bases militares foi declarado "inexistente", o falso escândalo da "fossa comum" em La Macarena abriu passagem, altos militares continuam sendo vítimas de processo iníquos, a insegurança nas grandes cidades está aumentando e os atentados recentes em Bogotá, Medellín, Neiva e no sul do país, continuam na obscuridade.

Quem sabe em que pé estão as investigações acerca da bomba em Bogotá, atribuída desde"Telesur" por Armando Benedetti, presidente do Senado, e pela senadora Piedad Córdoba a uma misteriosa "extrema direita"? O que se passou com o assassinato em Medellín do dirigente sindical Luis Germán Restrepo Maldonado? Por que esse silêncio covarde ante o atentado perpetrado perto de Currulao, em 31 de agosto passado, do qual saiu ileso Germán Marmolejo, representante legal do Conselho Maior de Curbaradó? Marmolejo faz parte do grupo de Manuel Moya e Graciano Blandón, líderes afro-descendentes assassinados em 17 de dezembro de 2009. Eles haviam denunciado as FARC e duas ONGs por conchavo e concerto criminoso para submeter as comunidades negras.

O silêncio das autoridades e da imprensa frente a estes crimes é similar ao que existe a respeito do frustrado massacre que as FARC e o ETA preparavam contra o presidente Santos e contra a cerimônia de 7 de agosto na Praça de Bolívar.

Este fato gravíssimo não gerou comentário algum do governo. Por que? O momento que a Colômbia vive é particular: grande entusiasmo da população ante os primeiros passos do novo governo e, ao mesmo tempo, uma série de ameaças contra a segurança do país, que poucos parecem advertir. O papel de verdugo que Hugo Chávez tinha, foi assumido esses dias (provisoriamente?) pelo próprio Fidel Castro que, em uniforme verde oliva e mais agressivo do que nunca, disse que a Colômbia é uma "base militar do imperialismo". Essa frase do ditador cubano é uma ordem: todos os ataques contra a Colômbia são indispensáveis e legítimos.

Diante disso, muitos continuam sorrindo, pois a única coisa que vêem é que Fidel Castro está pronto para brincar, com a inevitável Piedad Córdoba, sobre a farsa dos diálogos "pela paz" na Colômbia.

Pela complexidade de sua democracia e de sua vida econômica e social, a Colômbia é um poder de porcelana. Oxalá que nenhum desses energúmenos consiga tocá-la.

Tradução: Graça Salgueiro

Na mesa com o inimigo: é possível negociar com o Islam?

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A observação de que o Islam é uma ideologia expansionista é óbvia. Apenas os raros ingênuos ou os abundantes mal intencionados podem dizer que o Islam é somente uma religião como a judaica ou a cristã.

As negociações de paz no Oriente Médio são um exemplo muito claro do que se chama 'guerra assimétrica', no caso negociações assimétricas: Israel quer e precisa de paz, o Islam não quer e nem precisa de paz. Pelo contrário, as negociações de seu lado são apenas um engodo permanente para desviar a atenção de seu real objetivo: a destruição do que eles chamam entidade sionista e a expulsão dos judeus de sua terra.

A observação de que o Islam é uma ideologia expansionista é óbvia. Apenas os raros ingênuos ou os abundantes mal intencionados podem dizer que o Islam é somente uma religião como a judaica ou a cristã. Seria fastidioso repetir aqui o que já tenho dito, e inúmeros outros autores também, a respeito da abrangência do Islam na totalidade da vida dos fiéis. Sugiro a leitura da série Subsídios para entender o Islam (e as bases de sua diplomacia), de minha autoria.

James Lewis publicou recentemente no AMERICAN THINKER um artigo no qual se refere ao Islam como um novo imperialismo fascista e começa dizendo: nada mais parecido com o Eixo fascista da década de 1930 do que o expansionismo islâmico atual. Da mesma forma que o Eixo Hitler-Tojo-Mussolini então, o fascismo islâmico é fundamentalmente imperialista, seguindo uma ordem explícita do Alto para subjugar os povos civilizados ou transformá-los em cinza. O próprio Maomé ameaçou os cultos Imperadores de seu tempo, o Persa e o de Bizâncio e, nos anos seguintes, seus seguidores os invadiram como um exército de formigas devoradoras.

Clifford May, um dos maiores especialistas americanos em terrorismo, aponta a principal razão pela qual o Islam vem se expandindo pelo Ocidente de forma avassaladora sem enfrentar obstáculo algum: o tabu dos intelectuais em dizer claramente o que sabem sobre o expansionismo islâmico, mas evitam comentar, na base de uma política multiculturalista de 'não pergunte-não diga' (don't ask-dont' tell). Os intelectuais preferem morrer a serem considerados fanáticos e intolerantes. A vergonha e o medo que sentem por serem assim considerados é tão grande que arriscam suas próprias vidas defendendo o direito do Islam de ser considerado em igualdade com as religiões civilizadas.

Os muçulmanos usam e abusam de três táticas que os tornam invulneráveis: a tática da tesoura ou pinça, a hudna e a taqiyya.

A primeira, atacar em duas frentes aparentemente opostas, é amplamente utilizada em grande parte explorando esta oposição dos Ocidentais em verem o Islam tal qual ele é, preferindo acreditar na existência de radicais e moderados, fornecendo subsídios até econômicos para os últimos acreditando que serão usados para promover a paz pacificando os radicais ou 'fundamentalistas'. Não quero dizer que não existam muçulmanos realmente pacíficos como Akbar Ahmed, professor da American University, citado por Cliff May ao comentar a controversa proposta de construir uma mesquita no Ground Zero: "os líderes muçulmanos devem entender que o 11 de setembro ainda é uma ferida aberta para os americanos. E é errado jogar sal numa ferida aberta". Não obstante existirem muçulmanos moderados isoladamente, não há nenhum movimento não-fundamentalista organizado, como os intelectuais de esquerda querem acreditar. Não há com quem negociar, o verdadeiro Islam, agressivo e expansionista, usa estes moderados para iludir os dhimmi de que contam com apoio entre eles.

Hudna é uma palavra árabe que significa trégua, somente um cessar fogo temporário para se rearmarem e reorganizarem, mas que consegue confundir a tal "comunidade internacional". Já elaborei mais profundamente no meu artigo Hudna - a suprema dissimulação.

Taqiyya é a racionalização religiosa para esconder ou disfarçar as verdadeiras crenças, convicções e estratégias num momento de perigo iminente - que pode ser no presente ou no futuro. Quer dizer: dissimulação pura e simples. Elaborarei melhor sobre ela na última parte da série já mencionada.

Publicado no Jornal Visão Judaica, Curitiba, PR

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