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sábado, 31 de outubro de 2009

Gayzistas processam igreja evangélica em Campo Grande

Mídia Sem Máscara

Oclécio Cabral | 29 Outubro 2009
Artigos - Direito

Mais uma vez, as minorias, guiadas por uma ideologia altamente tendenciosa, demonstrando sua total falta de lógica e bom senso, se insurgem contra ações que valorizam a família e a moral cristã. Eles querem direitos especiais, como se fossem cidadãos de uma classe superior e não anseiam por tolerância e respeito, querem é poder para ditar as regras da sociedade que supostamente os "oprimiu" por tanto tempo.

Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a IECG, Igreja Evangélica em Campo Grande, por meio de um casal de pastores, iniciou um projeto para "recuperação espiritual e social de pessoas envolvidas de alguma maneira na homossexualidade (seja esse envolvimento físico ou apenas emocional) e dispostas a lutarem [...] contra esse envolvimento. [...] o projeto visará também o apoio aos familiares de homossexuais que estejam ou não participando das reuniões do Projeto" (Essas são as palavras dos próprios lideres, expostas em um folder, que foi distribuído pela cidade).

Tudo começou por aí, o tal folder foi o estopim. Nele havia: uma palavra do líder da Igreja, uma palavra dos pastores responsáveis pelo projeto, denominado Projeto Gênesis, uma pequena ficha de inscrição, em que o nome, a idade, a opção sexual e o estado relacional (morar com parceiro ou não) deveriam ser preenchidos.

No verso do folder, um pequeno texto com a seguinte pergunta: "Como você pode ajudar?" Em seguida, cinco sugestões propostas pelo projeto. A que se mencionar que o projeto é composto, até então, de aproximadamente dez pessoas: dois psicólogos, um médico, dois assistentes sociais, dois casais de pastores e um ex-homossexual. Pois bem, a questão estaria na quinta sugestão, onde aparecem as palavras "cura e libertação".

Em poucos dias, um representante dos "direitos humanos" entrou em contato com a IECG intimando o líder da Igreja e os responsáveis pelo projeto a comparecerem em uma reunião, na qual poderiam explicar-se, e tentar convencer um conselho convocado para decidir se um processo, que havia sido engendrado contra a instituição religiosa, seria, de fato, encaminhado para a Promotoria do Estado. Segundo consta, o tal processo estaria acusando o projeto por uma postura preconceituosa aos homossexuais.

Dito isso, logo se revelou o cidadão que estaria por trás do dito processo. Ele atende pela alcunha de "Cris Estefani", travesti, advogado, presidente da Associação dos Travestis de Campo Grande, candidato a vereador da cidade, e militante assíduo da causa GLBT no estado.

Prontamente, o pessoal do Projeto Gênesis atendeu a solicitação, e foi dar explicações ao conselho criado para decidir se o processo seria encaminhado ao Ministério Público. Nesse conselho, 12 pessoas foram nomeadas. Das quais, alguns representantes da "cultura afro-brasileira", e membros de outros grupos, como aposentados, ativistas da causa ambiental, e três cristãos, conservadores.

Na reunião, os pastores líderes do projeto deram as devidas explicações, dizendo que consideravam a homossexualidade um desvio de moral, mediante aos princípios bíblicos, e que a cura, não estava sendo referida a uma doença, mas aos problemas que essa prática provocaria na pessoa, isto é, uma série de patologias psicológicas. Isso, calcado em pareceres dos psicólogos e médico do projeto. A IECG prontificou-se a retirar de circulação os tais folders, para que o mal-estar causado fosse apaziguado, porém reafirmou o seu direito de posicionar-se contra a causa gay, e que iria prosseguir com os trabalhos do projeto, que giram em torno de palestras, encontros de apoio, terapia psicológicas, atendimentos médicos e aconselhamentos espirituais.

Cris Estefani, após ouvir a argumentação dos líderes do projeto, pareceu estar de acordo com a retirada do processo, porém, na reunião posterior, realizada somente com a presença do conselho, na qual iria se decidir se seria dada continuidade ao processo, a parte do conselho que representaria as minorias, afros, líderes estudantis, e o próprio Cris, decidiram, a revelia dos três conservadores, darem prosseguimento com a ação, por achar que foi uma afronta pejorativa e preconceituosa para com a classe GLBT de Campo Grande.

Interessante que, no mês anterior, no dia 22 de setembro, o governador do estado, que direciona verbas estaduais para a "Associação dos Travestis de Campo Grande", chamou em público o ministro do meio-ambiente, Carlos Minc, de "veado e maconheiro" e que ele seria "estuprado em praça pública." (Ver noticia aqui)

Diante de tal afronta, e das palavras pejorativas do governador, o senhor "Cris Estefani", não proferiu um só comentário e, indagado na reunião do conselho por um dos três conservadores, que perguntou: "E quanto ao governador do estado, que xingou o ministro Minc de "viado", numa atitude verdadeiramente preconceituosa, o que você ira fazer a respeito".

A resposta de "Cris Estefani" foi um senhor silêncio, com algumas sílabas desconexas sendo balbuciadas, mas não conseguindo expressar informação alguma. Mediante a isso, o inquiridor concluiu: "Você (Cris) não esta se importando com o governador, porque ele dá dinheiro para a sua associação. O que você quer, não é justiça, é só aparecer, pois a Igreja não fez nenhuma menção pejorativa, e ainda está se propondo a ajudar os homossexuais, ao contrário do governador, que expressou seu total desprezo pela classe que você representa."

Não obstante, o conselho, mesmo diante da defesa acalorada desse senhor, que não digo o nome por motivos éticos (não pedi sua autorização para divulgá-lo), resolveu, por nove votos a favor, por dar continuidade ao processo, ou seja, a enviá-lo ao MP.

Mais uma vez, as minorias, guiadas por uma ideologia altamente tendenciosa, demonstrando sua total falta de lógica e bom senso, se insurgem contra ações que valorizam a família e a moral cristã. Eles querem direitos especiais, como se fossem cidadãos de uma classe superior e não anseiam por tolerância e respeito, querem é poder para ditar as regras da sociedade que supostamente os "oprimiu" por tanto tempo.

Infelizmente, essa notícia não foi vinculada em nenhuma mídia regional. Ninguém ficou sabendo que existe um grupo de pessoas que estão comprometidas a combater a homossexualização e valorizando a instituição familiar. Meu sincero desejo é que outros projetos como esse surjam em nossa nação, nas escolas, nas associações de bairro, nas igrejas, onde houver pessoas que acreditem que a estrutura familiar é a única base para uma sociedade sadia. Que Deus abençoe a todos nós nessa luta.

Obs.: Os relatos narrados aqui estão registrados em uma gravação feita na reunião. Não os tenho comigo, mas ouvi-os fiz a transcrição livre, tentando ao máximo manter a essência da argumentação.



* -
Oclécio Cabral, teólogo e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana Renovada do Jardim Mário Covas, em Campo Grande (MS), é professor de teologia na FATHEL e CFM.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Infanticídio e outros crimes

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Alerta Total

Por Arlindo Montenegro

Raymond de Souza, cidadão australiano, nascido no Brasil e residente nos EUA, é o autor de um livro eletrônico – “Infanticídio indígena no Brasil, a tragédia silenciada”. Silenciada pelas caridosas ONGs, silenciada pelos governantes brasileiros, silenciada pela mídia, silenciada pela FUNAI, silenciada pelo Conselho Indigenista Missionário, que representa os interesses da rainha da Inglaterra e seu filho futuro rei, menos o interesse missionário de privilegiar a vida.

No bojo do livro há o link para um vídeo. É um documento comovente, daqueles que provocam pavor, tristeza e um sonoro palavrão. Eis o recurso da impotência, ao constatar uma faceta do desprezo dos governantes brasileiros e dos poderosos nobres europeus para com a vida. As cenas, gravadas numa aldeia Ianomâmi, mostram com detalhes o enterramento de duas crianças vivas. Uma que aparenta cerca de 5 anos e outra, talvez com um ano de idade.
http://www.youtube.com/watch?v=PmgpInARaTE&NR=1

O livro reúne depoimentos de pesquisadores e cientistas sociais sobre esta aberração e comenta a situação similar de crianças não índias, nas cidades: “A violência contra crianças constitui um aspecto triste em quase todos os níveis da sociedade brasileria”. A Lei prevê punição severa para o crime de infanticídio. Será que os índios não são brasileiros?

Edson Barak responde: “Somos índios, cidadãos brasileiros, na cidade ou na aldeia... Chega de sermos manipulados por organizações do governo ou não governamentais”. Edson é um líder indígena sobrevivente do infanticídio. Formou-se em História e fez pos graduação em Antropologia.

Os índios estão se mobilizando contra o que o Conselho Indigenista Missionário, outras ONGs e a FUNAI denominam “tradições”, “diversidade cultural”. O Secretário Adjunto do Conselho Indigenista Missionário, Saulo F. Feitosa, declara que “o infanticídio, enquanto prática cultural e moralmente aceita, não pode ser combatido de maneira intervencionista”. “Aceita” por quem seu Saulo? E a Lei não pode intervir contra o crime?

A posição da FUNAI, revelada por um de seus ex-presidentes, Mercio Pereira, que ostenta um título de antropologia, é que “o infanticídio não é desumanidade, porque culturamente a criança não é um ser completo”. No entender deste senhor isto é “antropologia cultural”. Puta merda! Pode ser antropologia petista.

Para o PT, a Constituição não vale para os índios. A declaração é do deputado petista Francisco Praciano, do Amazonas e pode ser vista no endereço:
http://www.youtube.com/watch?v=Y3YUO98f000&feature=related

Os crimes relatados somam 68 em 2004, 98 em 2005 e é de pasmar: 665 em 2006! São dezenas de aldeias onde esta tradição é preservada e os crimes são cometidos com a complacência da FUNAI e do Conselho Indigenista Missionário, (CIMI) da CNBB aquele mesmo que é financiado pelo Conselho Mundial de Igrejas, através do Departamento do Desenvolvimento Internacional da Inglaterra.

As ações do Conselho Mundial de Igrejas, mobilizando o Conselho Indigenista Missionário da CNBB e ONGs, foram elaboradas durante o "I Simpósio Mundial sobre Divergências Interétnicas na América do Sul" e reuniões posteriores. Algumas diretrizes constantes dos documentos:

“É nosso dever: garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.

“É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não religiosos, em todas as nações indígenas, para aplicar o Plano Base destas Diretrizes, infiltrando-os também em todos os setores da atividade pública, a fim de viabilizarem a boa execução desse plano".

“É nosso dever: manter a floresta amazônica e os seres que nela vivem, como os índios, os animais silvestres e os elementos ecológicos, no estado em que a natureza os deixou antes da chegada dos europeus”.

O professor de Filosofia da UFRGS, Denis L. Rosnfield, acrescentou que em suas publicações, o Cimi reconhece a aliança estratégica com o MST e a participação operacional na depredação da Aracruz, bem como apoio logístico em manifestações, campanhas e abaixo assinados.
No site internacional www.guarani-campaign.eu, cujo conteúdo é elaborado pelo Cimi é explicita a interferência em assuntos brasileiros, “começando por uma apresentação gráfica da América Latina sem fronteiras, sob o nome de Ameríndia”.

Juntando tudo temos dona Elizabeth coroada, as ONGs e Fundações financiadas pelos controladores financeiros do planeta, o PT e seus asseclas, os bispos e padres comunistas teologistas da libertação, todos juntos e coniventes com crimes de infanticídio. Todos juntos para mudar o mapa do Brasil e do mundo. Todos juntos para fundar o Governo Totalitário Mundial.

Leia também o artigo: O MST, a CNBB e a Rainha da Inglaterra

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Alerta Total de Jorge Serrão

Yoani em Berlim

Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009

Estadão

Demétrio Magnoli

- Você ainda não está autorizada a viajar.

- E por qual razão?

- A razão desconheço.

- Não tenho nenhuma causa legal pendente, não estou sendo processada perante um tribunal.

- No momento, você não pode viajar."

- Você sabe que esta é uma violação de meus direitos constitucionais. É como o direito à educação e à comida: o direito de poder se mover.

- No momento, você não pode viajar.

- Esta instituição que você representa, um dia acabará. Meus netos não viverão nessas condições. Este país é um grande cárcere, com uma fronteira ideológica, uma fronteira partidária. Os cidadãos aqui são julgados por cores políticas. Mas isso um dia acabará. Porque esta nação nada tem que ver com uma ideologia, nem com um partido. Esta nação existiu e existirá antes e depois de vocês."

Esse diálogo, cuja íntegra está no blog Generación Y (http://www.desdecuba.com/generaciony), foi travado em 12 de outubro entre a blogueira cubana Yoani Sánchez e uma funcionária do Escritório de Imigração de Havana. A proibição de viajar, reiterada há mais de ano, impediu Yoani de receber o Prêmio Maria Moors Cabot, concedido pela Universidade de Colúmbia, e de comparecer aos eventos de lançamento de seu livro De Cuba, com Carinho, publicado pela Editora Contexto, que se realizam nestes dias no Brasil.

Yoani faz um dos blogs mais acessados do mundo, que é bloqueado na restrita internet cubana. Ela não se enquadra no jogo bipolar da política de seu país. Por erguer a bandeira da liberdade de expressão, é acusada pelo regime castrista de servir a "interesses contrarrevolucionários estrangeiros". Por registrar que o embargo econômico americano funciona como pretexto útil para a ditadura dos Castros, é acusada pelo núcleo duro da oposição cubano-americana de Miami de operar para o serviço de inteligência de Cuba. A resposta encontra-se no seu livro, na forma de uma citação do compositor antifranquista espanhol Joaquín Sabina: Siempre que lucha la KGB contra la CIA, gana al final la policía.

O Muro de Berlim, ícone desmoralizante do "socialismo real", caiu há 20 anos, mas uma réplica anacrônica subsiste ao redor da Ilha de Cuba, sob a forma da "fronteira partidária" denunciada por Yoani. Cuba não tem relevância econômica ou estratégica, mas possui colossal importância simbólica: o "grande cárcere" do Caribe representa, ainda hoje, a pátria ideológica da esquerda latino-americana. O episódio do lançamento do livro de Yoani no Brasil é uma aula inteira sobre o tema.

O consulado cubano de São Paulo recusou-se até mesmo a protocolar um convite da editora à autora para os eventos de lançamento do livro. Eduardo Suplicy (PT-SP), desafiando a ortodoxia de seu partido, pronunciou discurso no Senado solicitando a concessão da autorização de viagem. Por iniciativa de Demóstenes Torres (DEM-GO), o Senado dirigiu à Embaixada de Cuba um convite para Yoani debater o livro em audiência pública. Fernando Henrique Cardoso somou-se ao convite, por meio de carta ao governo cubano em que solicitava pessoalmente a permissão de viagem. Mas Havana nem sequer ofereceu uma resposta aos variados apelos - que não incluíram nenhuma voz do governo brasileiro.

Cuba e Brasil são signatários do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos da ONU, que consagra o direito de todos de sair de seu país e retornar a ele. A Constituição determina que o Brasil rege suas relações internacionais pelo princípio do respeito aos direitos humanos. Nada disso importa para Lula, que qualifica Fidel Castro como o "único mito vivo da história da humanidade", nem para Celso Amorim, que sempre escolhe a palavra "democracia" para se referir a Honduras e a palavra "soberania" para se referir a Cuba. Nenhum dos dois emitiu uma mísera nota de apoio ao convite dirigido pelo Senado à escritora cubana.

O silêncio é amplo e sólido. Tarso Genro, o ministro do Arbítrio, deportou ilegalmente boxeadores cubanos ameaçados de perseguição, mas não moveu um dedo pelo direito legal de uma escritora independente falar ao público brasileiro. Paulo Vanucchi, chefe de um Ministério que ostenta no seu nome os direitos humanos, loquaz na defesa do estatuto de refugiado político do italiano Cesare Battisti, não pronunciou uma única palavra sobre o direito de viajar da cubana cujo "crime" é expressar suas opiniões. Eles não têm vergonha?

Yoani não vem ao Brasil porque o regime castrista pratica um abominável intercâmbio de direitos por fidelidade ideológica. A submissão ativa ao Partido é recompensada por um emprego cobiçado no setor turístico, pela almejada licença para comprar um automóvel ou pela preciosa autorização de viagem ao exterior. A coragem de dissentir é punida com a cassação tácita, jamais justificada, dos direitos inscritos na lei.

Num país que julga seu cidadãos "por cores políticas", ninguém é verdadeiramente cidadão. Foi isso que Yoani disse no Escritório de Imigração, ao evidenciar o caráter totalitário de um regime que faz a nação se identificar com uma ideologia e um partido.

Os intelectuais de esquerda brasileiros, com honrosas exceções, pensam o mesmo que a ditadura castrista sobre a opinião independente. Anos atrás, num abaixo-assinado, solicitaram a demissão de um articulista que ousara criticar as ideias do palestino-americano Edward Said e há pouco fizeram um escarcéu coletivo em torno de uma palavra fora de lugar no editorial de um jornal. No caso de Yoani, porém, acompanharam o eloquente silêncio de Lula e seus ministros.

A sangrenta consolidação do stalinismo na URSS foi amparada por manifestos emanados da pena de intelectuais "humanistas" como Louis Aragon, Romain Rolland e Paul Sweezy. Nossos intelectuais de esquerda são os herdeiros legítimos deles. A régua com que medem direitos e liberdades é feita do mesmo maleável material ideológico que sustenta o Muro de Cuba.

Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em Geografia
Humana pela USP. E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091029/not_imp458118,0.php

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O MST, a CNBB e a Rainha da Inglaterra

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Alerta Total

Por Arlindo Montenegro


Ontem, o Alerta Total disponibilizou uma página do site Cavaleiro do Templo, com o vídeo em que o Sr. Gordon Brown defende com unhas e dentes a “nova ordem mundial” sob ataque cerrado dos opositores. Nos EUA o Sr. Obama defende o mesmo e os norte americanos que prezam os princípios legados por seus fundadores, também já se estão mobilizando contra o poder global. Aqui o Stalinácio e sua amada dona Dilma Stalinista trabalham na mesma direção.

Gordon Brown defende com todas as letras a liderança mundial da Grã Bretanha. Os americanos que prezam sua constituição dizem que é o momento de parar com esta conspiração, que visa a destruir a República. Adiantam que a liberdade no planeta depende da reação daquele povo, que obediente ao estado democrático de direito, construiu seu país garantindo as mais amplas liberdades conhecidas na história da civilização.

Agora o mundo está sob ameaça dos banqueiros e controladores dos recursos mundiais. Começam a surgir as primeiras reações à submissão total dos Estados e das populações aos bancos e grandes corporações. Esta introdução é apenas para ressaltar o grande interesse da monarquia britânica sobre a Amazônia e como as ONGs e Fundações alimentadas pela coroa inglesa disfarçam bem a intervenção em terras e políticas brasileiras.

O livro “Máfia Verde”, escrito em 2001 por uma equipe de investigadores da Executive Intelligence Review (EIR), documenta a fundação do MST pela Comissão Pastoral da Terra, e a intimidade da coroa britânica com o Conselho Mundial de Igrejas, (CIMI) da CNBB através do Departamento do Desenvolvimento Internacional, que em 1997 era dirigido por Lady Linda Chalker, a mulher que coordenou pessoalmente o apoio aos genocidas africanos: Kabila do Congo, Museveni de Uganda e Kagame de Ruanda.

A Gazeta Mercantil de 21 de Outubro de 1997 informava que Delwek Matheus, membro da Direção Estadual do MST de São Paulo, foi recebido em Londres pelo Vice-ministro de Desenvolvimento Internacional, George Fowles. Logo em Agosto do mesmo ano, Diolinda Alves de Souza, com patrocínio da Christian AID da Igreja Anglicana, cujo chefe superior é a própria rainha Elizabeth II, viajou à Europa para evitar a prisão de seu marido José Rainha - considerado o líder militar maoísta do MST, condenado a 26 anos de prisão por sua participação em dois assassinatos cometidos em Pedro Canário (ES).

A Cristian AID, que integra a estrutura do Conselho Mundial de Igrejas, tem assento na Fundação dos Agentes da Coroa, um anexo do Departamento do Desenvolvimento Internacional. É este anexo que financia o MST desde 1986, mobilizando a propaganda e apoio político. Em abril de 1996, quando o MST enfrentou a Polícia Militar do Pará, em Carajás, o Sr. Domingos Armani, então diretor do Projeto Brasil da Cristian AID, afirmou de público que “o sangrento massacre era resultado direto da falta de reforma agrária”.

Além da Cristian AID, é o mesmo governo brasileiro que disponibiliza recursos para que os ingleses atinjam seus objetivos no Brasil. Recursos que saem para diversas ONGs sem prestação de contas. Entre essas estão “Os Amigos da Terra” e a Oxfam que se mobilizaram internacionalmente para a criação da reserva indígena Ianomâmi.

E também a Right Livelihood Foundation, que patrocina João Pedro Stédile, a Anti-Slavery International, criada por famílias oligárquicas inglesas. Um dos descendentes dos fundadores é o Lord Buxton, também vice-presidente do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) do príncipe Philip, herdeiro do trono inglês.

Uma relação para encerrar: Em 1989, Paulo Freire, o pedagogo comunista tão apreciado pelos acadêmicos que formam os professores das nossas crianças e um dos idealizadores do MST, foi agraciado com o Premio Internacional Rei Balduíno, da casa real da Bélgica. Em 1997, foi o MST quem recebeu o prêmio.

Estes reis são muito caridosos, ninando uma organização que não existe de direito. Estes nossos governantes, idem, ajudando financeiramente e deixando as portas abertas para a invasão e controle de terras e grupos ativistas radicais comunistas. Estes bispos da CNBB, que fingem falar em nome da Igreja, fazem o mesmo.

É a “Nova Ordem Mundial” em ação! É o propósito dos Reis, do Obama, do Lula, da dona Dilma, do Putin: controle total capimunista, empresas e bancos sem fronteiras, terror de todo tipo para manter o poder do império invisível.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Alerta Total de Jorge Serrão

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