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quinta-feira, 29 de julho de 2010

2 milhões de mortos em 4 anos: obra do comunismo

Mídia Sem Máscara

O que os anjos comunistas fizeram no Sudeste Asiático nos anos seguintes à saída das tropas americanas permanece sem destaque na história e, sobretudo, na cultura popular.

Kaing Guek Eav, o "Duch", de 67 anos, foi condenado na segunda-feira (26) a 35 anos de prisão pelos crimes cometidos durante a ditadura comunista no Camboja, entre 1975 e 1979. Ele chefiou a cadeia Tuol Sleng, o grande centro de interrogatório/tortura do Khmer Vermelho, onde mais de 12 mil prisioneiros foram executados. Todos, naturalmente, inimigos da revolução.

Ao tribunal, "Duch" admitiu ter comandado as atrocidades na prisão e pediu perdão por seus atos, argumentando que cumpria ordens dos superiores. A Tuol Sleng ainda está lá, na capital Phnom Penh, hoje funcionando como museu do genocídio. Suas paredes estão repletas de fotos de cambojanos ali massacrados pelo Khmer Vermelho.

São vários os filmes que retratam a guerra no Vietnã, produzidos por americanos e, majoritariamente, contra os americanos. Coisas da democracia. Apocalypse Now talvez seja o mais famoso. O comuna Oliver Stone fez Nascido em 4 de julho e Platoon. Tem ainda o Full Metal Jacket (Nascido para matar) de Stanley Kubrick.

Por outro lado, o que os anjos comunistas fizeram no Sudeste Asiático nos anos seguintes à saída das tropas americanas permanece sem destaque na história e, sobretudo, na cultura popular, que é, afinal, a arena realmente decisiva na guerra de valores. Consulte um estudante universitário: quem foi Pol Pot?

Em 1975, o Khmer Vermelho tomou o Camboja e iniciou um experimento sanguinário de engenharia social. Conforme O Livro Negro do Comunismo, o regime do Khmer foi, em termos proporcionais, o mais assassino de todas as ditaduras comunistas instaladas no mundo. Até 1979, pelo menos dois milhões de cambojanos foram expulsos das cidades, arrastados para o campo, confinados em campos de trabalhos forçados, doutrinados, torturados e executados em nome da dignidade humana.

Existe um filme excelente sobre o terror vermelho no Camboja chamado The Killing Fields (no Brasil, Os Gritos do Silêncio), lançado em 1984. Conta a história de dois homens unidos e separados pela revolução. Um, americano, é repórter enviado pelo New York Times. O outro, cambojano, é seu fotógrafo e tradutor. Estão no Camboja quando o Khmer avança. O americano consegue refúgio na embaixada e escapa. O cambojano não tem a mesma sorte. Enquanto o repórter, a salvo nos Estados Unidos, sofre ao imaginar o que terá acontecido ao seu amigo que ficou para trás, o fotógrafo está sendo "reeducado" em um campo de concentração. Se tiverem chance, assistam.

Publicado no jornal O Estado.

Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com

O mito da divisão islâmica

Mídia Sem Máscara

Heitor De Paola | 29 Julho 2010
Artigos - Religião

Israel, por ser um país livre e democrático, está internamente dividida entre ortodoxos, ultra-ortodoxos, liberais, laicos, ateus, e até árabes muçulmanos. Já o Islam é uma grande unidade totalmente baseada no Corão e demais escrituras sagradas.

Venho estudando detidamente os fundamentos do Islam e as estratégias diplomáticas utilizadas no trato com o Ocidente e Israel. É fato que existem sérias divergências entre os países islâmicos, entre as quais:

- Persas x Árabes- Xi'itas x sunitas- Islamismo x nacionalismos- Estados x Estados

Se tomarmos em consideração a faixa de Gaza, por exemplo, no caso de um conflito no qual Israel perca o controle que ainda mantém sobre o território e tendo em vista o apoio total recebido do Irã pelo Hamas, colocaria problemas imediatos para o Egito. Um enclave iraniano ali o ameaçaria diretamente. Deve-se contar com a hipótese de que, mesmo sem a ocupação por tropas iranianas, Gaza pode se tornar um santuário para terroristas xi'itas que teriam uma base segura para atacar a liderança árabe nacionalista e laica (até certo ponto) do Egito Sunita. A Turquia é outro país ameaçado pela política agressiva do Irã, assim como a Arábia Saudita.

Não obstante, que ninguém se fie de que estas divergências se sobrepõem à estrita unidade islâmica quando tratam com os infiéis. Tentar explorar estas desavenças é cair numa armadilha sem saída. A visão islâmica do mundo obedece a linhas que não levam absolutamente em consideração a geopolítica, como fazem os Ocidentais, mas sim princípios religiosos: é o mundo islâmico, ummah, Dar al-Islam, e a vasta região de territórios dos dhimmi, a conquistar para a fé islâmica: o Dar al-Harb. E entre os primeiros estão os Judeus, nunca perdoados desde que recusaram a conversão exigida pelo próprio Profeta Maomé. É preciso deixar claro que, por irracional que pareça, a política é um assunto secundário para os muçulmanos, bem assim como a sobrevivência pessoal.

Arábia Saudita, Egito, Turquia e todos os demais se rejubilariam com um ataque nuclear iraniano que destruísse Israel, mesmo que parte da população 'palestina' fosse também evaporada. O único que temem é que o Irã se aproveite disto para estabelecer a hegemonia persa xi'ita em todo o Oriente Médio.

Israel, por ser um país livre e democrático, está internamente dividida entre ortodoxos, ultra-ortodoxos, liberais, laicos, ateus, e até árabes muçulmanos. Já o Islam é uma grande unidade totalmente baseada no Corão e demais escrituras sagradas. O grande risco é basear qualquer política de enfrentamento confiando que no Islam também existem liberais e moderados. É totalmente falso e o mito da tolerância islâmica é uma lenda inventada por Edward Saïd, um dos mais desonestos escritores de um século mentiroso por excelência. Sua publicação de Orientalism em 1978 tornou-se rapidamente um best seller e influenciou todos os estudos acadêmicos sobre o Oriente desde então. Numa década de auto-ódio dos acadêmicos americanos, interessados em tudo que fosse hate America first - que infelizmente retoma toda força com a administração Obama - caiu como uma mosca do mel. Não nos esqueçamos de que aquele ano foi o auge da dominação marxista na administração Carter que culminou no ano seguinte com a traição ao Xá e a tomada do poder pelos Aiatolás que hoje ameaçam desencadear o novo Holocausto. Saïd, para deleite de seus leitores, usava orientalismo para significar uma tradição ocidental de interpretações preconceituosas do Oriente baseadas no imperialismo europeu dos séculos XVIII e XIX. Doces palavras para ouvidos pervertidos pela obsessão anti Ocidental e anti-semita!

Que digam os israelenses que confiaram durante anos na 'tolerância' turca e agora enfrentam um novo tipo de marinha: além da de guerra e da mercante, os turcos inventaram a 'marinha humanitária da paz'!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Stallone está certo

Mídia Sem Máscara

A declaração do ator de "Rambo" é a coisa mais verdadeira que alguém disse sobre o Brasil nos últimos anos: este é um país de covardes, que preferem antes bajular os seus agressores do que tomar uma providência para detê-los.

A mídia inteira está brabíssima com o ator Sylvester Stallone porque ele disse que no Brasil você pode explodir o país e as pessoas ainda lhe agradecem, dando-lhe de quebra um macaco de presente. Alguns enfezados chegaram até a resmungar que com isso o ator estava nos chamando de macacos - evidenciando claramente que não sentem a diferença entre dar um macaco e ser um macaco.

Da minha parte, garanto que Stallone só pecou por eufemismo. Macaco? Por que só macaco? Exploda o País e os brasileiros lhe dão macaco, tatu, capivara, onça pintada, arara, cacatua, colibri, a fauna nacional inteira, mais um vale-transporte, uma quota no Fome Zero, assistência médica de graça, um ingresso para o próximo show do Caetano Veloso e um pacote de ações da Bolsa de Valores. Exploda o País como o fazem as Farc, treinando assassinos para dizimar a população, e o governo lhe dá cidadania brasileira, emprego público para a sua mulher e imunidade contra investigações constrangedoras. Sequestre um brasileiro rico e cinco minutos depois os outros ricos estão nas ruas clamando pela libertação - não do sequestrado, mas do sequestrador (passado algum tempo, o próprio sequestrado convida você para um jantar na mansão dele). Crie uma gigantesca organização clandestina, armando com partidos legais uma rede de proteção para organizações criminosas, e a grande mídia lhe dará todas as garantias de discrição e silêncio para que o excelente negócio possa progredir em paz; sobretudo, ninguém, ninguém jamais perguntará quem paga a brincadeira. Tire do lixo o cadáver do comunismo, dando-lhe nova vida em escala continental, e os capitalistas o encherão de dinheiro e até se inscreverão no seu partido, alardeando que você mudou e agora é neoliberal. Crie a maior dívida interna de todos os tempos, e seus próprios credores serão os primeiros a dizer que você restaurou a economia nacional. Encha de dinheiro os invasores de terras, para que eles possam invadir mais terras ainda, e até os donos de terras o aplaudirão porque você "conteve a sanha dos radicais". Mande abortar milhões de bebês, e os próprios bispos católicos taparão a boca de quem fale mal de você. Mande seu partido acusar as Forças Armadas de todos os crimes possíveis e imagináveis, e os oficiais militares, além de condecorar você, sua esposa e todos os seus cupinchas, ainda votarão em você nas eleições presidenciais. Destrua a carreira de um presidente "direitista" e alguns anos depois ele estará trocando beijinhos com você e cavando votos para a sua candidata comunista no interior de Alagoas.

Um macaco? Um desprezível macaquinho? Que é isso, Stallone? Você não sabe de quanta gratidão, de quanta generosidade o brasileiro é capaz, quando você bate nele para valer.

Fora essa ressalva quantitativa, no entanto, a declaração do ator de "Rambo" é a coisa mais verdadeira que alguém disse sobre o Brasil nos últimos anos: este é um país de covardes, que preferem antes bajular os seus agressores do que tomar uma providência para detê-los.

O clássico estudo de Paulo Mercadante, A Consciência Conservadora no Brasil, já expunha a tendência crônica das nossas classes altas, de tudo resolver pela conciliação. Mas a conciliação, quando ultrapassa os limites da razoabilidade e da decência, chega àquele extremo de puxa-saquismo masoquista em que o sujeito se mata só para agradar a quem quer matá-lo.

Curiosamente, muitos dos que se entregam a essa conduta abjeta alegam que o fazem por esperteza, citando a regra de Maquiavel: se você não pode vencer o adversário, deve aderir ao partido dele. Esses cretinos não sabem que, em política prática, Maquiavel foi um pobre coitado, que sempre apostou no lado perdedor e terminou muito mal. A pose de malícia esconde, muitas vezes, uma ingenuidade patética.

Carta de Alejandro Peña Esclusa ao candidato José Serra

Mídia Sem Máscara

O prisioneiro político Alejandro Peña Esclusa dá uma alerta a José Serra, relembrando atitudes de Lula que confirmam a aliança PT-Farc. Nivaldo Cordeiro, em vídeo, destaca que o PSDB deve abandonar sua histórica pusilanimidade em relação ao PT, ao MST, e à ascensão ao poder político do narcoterror na América Latina.

Senhor,

Dr. José Serra

Candidato à Presidência

República Federativa do Brasil.

Tenho o prazer de dirigir-me ao senhor, na oportunidade de respaldar plenamente suas recentes declarações públicas a respeito dos vínculos do Partido dos Trabalhadores (PT) e de Hugo Chávez com as FARC.

O PT é o fundador e principal promotor do Foro de São Paulo (FSP), organização à qual pertencem as FARC desde o primeiro dia de sua criação, em julho de 1990, enquanto que Chávez inscreveu-se cinco anos mais tarde, em maio de 1995.

Embora o Secretário Geral do Foro de São Paulo, Valter Pomar, se empenhe em negá-lo, lhe asseguro que as FARC continuam pertencendo ao FSP até o dia de hoje. Sobre isso, há abundantes provas públicas.

Desejo chamar sua atenção sobre as declarações dadas pelo presidente Lula, líder máximo do PT, no passado 29 de abril de 2009 (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1101952-5602,00-LULA+SUGERE+AS+FARC+CRIAR+PARTIDO+PARA+CHEGAR+AO+PODER.html e http://www.unoamerica.org/unoPAG/noticia.php?id=377), nas quais propôs às FARC transformarem-se em partido político e participar em eleições, evitando dizer que se trata de um grupo terrorista que assassina, seqüestra, extorque e trafica drogas. Esta posição só é explicável pela afinidade ideológica que existe entre o PT e as FARC.

Quanto a Chávez, o senhor tem razão quando afirma que "até as árvores sabem" de seus nexos com as FARC. O próprio Chávez os tornou públicos quando pediu um minuto de silêncio pela morte de "Raúl Reyes", e ao permitir a presença na Venezuela de estátuas de Manuel Marulanda "Tirofijo".

As denúncias do governo colombiano na recente Sessão Extraordinária da OEA, sobre a presença de acampamentos das FARC na Venezuela, só vieram reconfirmar o que "até as árvores" já sabiam.

Desde 1995 venho denunciando os vínculos de Chávez com a guerrilha colombiana. O acusei penalmente por isso e apresentei provas sobre o tema em cenários internacionais, inclusive no Brasil.

Queria convidá-lo a aprofundar seus conhecimentos sobre o Foro de São Paulo. Estou certo de que lhe será de grande utilidade não só em sua campanha, mas na segurança e defesa de sua pátria.

Despeço-me desejando-lhe o melhor dos êxitos em seus projetos.

Muito atenciosamente,

Alejandro Peña Esclusa

Presidente de UnoAmérica

Autor do livro "O Foro de São Paulo, uma ameaça continental"

Prisioneiro político



Tradução: Graça Salgueiro

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