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sexta-feira, 12 de junho de 2009

O preço da elevada popularidade de Lula

Mídia Sem Máscara

O método de "benevolência estatal" funciona com ricos e pobres, igualmente. Quando o assunto é comprar popularidade, o governo Lula não faz discriminação e acepção de pessoas. Aos ricos que têm canais de televisão e rádio, vai a bolsa-concessão. (Você nunca notou que todos os pastores e bispos donos de TV são "amigos" de Lula?) Aos pobres, vai a bolsa-família. Aos meios de comunicação, vai a bolsa-anúncio. Seria de estranhar que um governo tão "benevolente" não conseguisse garantir uma alta popularidade?

Noticiou o jornal O Estado de S. Paulo: "A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 78% em março para 80% em junho, apontam os dados da pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira, 9. O porcentual de entrevistados que consideram o governo ótimo ou bom também melhorou: passou de 64% para 68%. O índice dos que desaprovam a gestão de Lula caiu de 19% para 16%".

Com certeza, os entrevistados não foram perguntados se aprovam ou não as políticas do governo Lula de apoio escancarado à homossexualidade e ao aborto, nem se estão satisfeitos com a educação sexual pornográfica que seus filhos recebem em escolas públicas. Contudo, como um governo tão dedicado ao homossexualismo e ao aborto consegue permanecer protegido de críticas necessárias de grande parte da mídia e ainda por cima experimentar crescimento de sua popularidade?

A explicação está no... bolso. No bolso do governo, que tem - nosso - dinheiro de sobra para investir no que quiser. E no bolso de grande parte da mídia brasileira, que recebe dinheiro do governo exclusivamente para levantar a popularidade de Lula.

Só em 2008, um número impressionante de 5.297 jornais, revistas, rádios e TVs foram pagos - com o dinheiro público - para transmitir propaganda favorável ao governo Lula, passando a perna até mesmo em empresas poderosas, como a Fiat, que anunciou em 206 mídias diferentes, e o Itáu, que investiu em 176.

Em maio, o governo Lula divulgou os números oficiais de quanto gastou em publicidade entre 2003 e 2008. O gasto foi uma cifra exorbitante de R$ 6,3 bilhões. Sem esse elevadíssimo investimento, o papel da imprensa mudaria de propagandista e beneficiária do governo para entidade livre para criticar ou elogiar os atos do governo.

Além disso, o governo tem seus truques para remover do caminho jornalistas críticos, fazendo da imprensa "livre" do Brasil meramente uma classe de aproveitadores e sugadores que não trabalham desatrelados dos interesses e dinheiro do governo.

No estado em que estão, acomodados e bem pagos, os meios de comunicação do Brasil não têm estímulo nenhum para cumprir um papel de legítima imprensa livre.

Com o método de persuasão através do bolso, até o inferno poderia garantir popularidade. Principalmente em tempos de crise, quando jornais, TVs e rádios no mundo inteiro estão falindo, qualquer dinheiro que venha do governo é muito bem-vindo.

Assim é que investimentos milionários de empresas estatais como a Petrobras, Banco do Brasil e a Caixa em "inocentes" anúncios comerciais mantêm a imprensa "livre" do Brasil "livre" da disposição de criticar o governo, que é seu aliado e investidor.

O método de "benevolência estatal" funciona com ricos e pobres, igualmente. Quando o assunto é comprar popularidade, o governo Lula não faz discriminação e acepção de pessoas. Aos ricos que têm canais de televisão e rádio, vai a bolsa-concessão. (Você nunca notou que todos os pastores e bispos donos de TV são "amigos" de Lula?) Aos pobres, vai a bolsa-família. Aos meios de comunicação, vai a bolsa-anúncio. Seria de estranhar que um governo tão "benevolente" não conseguisse garantir uma alta popularidade?

Seria impossível Lula ganhar a presidência pela terceira vez? Tudo depende da persuasão do bolso! A maioria dos brasileiros, políticos ou não, simplesmente não consegue resistir a essa persuasão.

O governo Lula pode ser um fracasso ético, moral, espiritual e econômico em muitas áreas, mas pelo menos sabe "conquistar" o apoio do público e da mídia.

A "benevolência" e popularidade do governo Lula não vêm de graça. Custam um elevado preço para o bolso de quem paga impostos. É você mesmo quem custeia no final a bolsa-concessão, a bolsa-família, a bolsa-anúncio e a própria propaganda estatal de conquista de popularidade.

Quem ganha sorri. É por isso que os donos de canais de TV estão sorrindo. Eles têm seus motivos. Eles são pagos para isso. Mas muitos brasileiros, que não estão ganhando nada, sorriem abobalhadamente para a propaganda de um governo que sodomiza a inocência de seus filhos na escola e, contrariando a vontade da maioria da população, luta para promover o aborto e o homossexualismo. Eles pagam a conta de tudo e ainda sorriem.

No passado dizia-se que a melhor propaganda é o caráter. Quando não se tem caráter, gastam-se bilhões do dinheiro do próprio povo. Só no ano que passou, o governo Lula gastou 1 bilhão de reais somente em anúncios publicitários na mídia, tornando-o o maior anunciante do país. É de estranhar então a hesitação da mídia brasileira de lidar com os escândalos de Lula e seu governo?

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