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sábado, 31 de outubro de 2009

Uma opinião presidencial

Mídia Sem Máscara

Não, não há nenhum pretexto razoável para supor que a esquerda personifique a democracia, a liberdade ou o Estado de direito. No máximo, ela suporta pacientemente a ordem democrática, à espera de poder substituí-la um dia por algo que lhe pareça melhor, seja a ditadura do proletariado, seja a "democracia plebiscitária" de Rousseau, que não é outra coisa senão a ditadura da maioria enfurecida.

Há opiniões que não podem ser debatidas, apenas analisadas como sintomas do estado de alienação que as produziu. Quando, por exemplo, o nosso presidente celebra como um progresso da democracia o fato de que na eleição do seu sucessor só haja candidatos de esquerda, é absolutamente impossível que ele próprio ou os ouvintes que o aplaudem consigam discernir nessa sentença algum sentido lógico, apto a ser discutido. Tudo o que ela expressa é a confusão de maus sentimentos, mentiras interiores e subterfúgios psicóticos que há décadas constituem o estado de espírito dominante do esquerdismo nacional. Não é uma opinião: é um sintoma.

Perguntem apenas "O que ele quis dizer com isso?", e verão que ele mesmo não o sabe, nem pode saber.

Estaria ele insinuando que a esquerda, de modo geral e por essência, é mais democrática que a direita? Ainda que o fosse, nem um semi-analfabeto pode acreditar que a maneira mais pura de um partido provar seu amor à democracia é excluir os concorrentes do pleito eleitoral. Mas é igualmente impossível que um cidadão medianamente informado ignore os feitos ditatoriais da esquerda no século XX, enormemente mais vastos e sangrentos que os de todas as direitas somadas (mesmo que se apele ao velho e capciosíssimo expediente de incluir entre as direitas o nazismo). À luz da História, qualquer associação entre esquerdismo e democracia é absolutamente inverossímil.

Alegaria ele então que a esquerda, ditatorial em atos, é democrática pelo menos em teoria e em intenções? Nada o permite. No pensamento de seus clássicos -- Marx, Engels, Lênin e sucessores --, o esquerdismo é ditatorial por princípio, proclamando mesmo o terrorismo de Estado e o genocídio como necessidades inerentes à construção do socialismo. Nas suas versões mais brandas -- fabianismo e gramscismo, por exemplo --, os métodos truculentos são apenas substituídos pelo dirigismo camuflado, pelo controle estatal das consciências, por toda uma engenharia da exclusão que vai calando lenta e sistematicamente as vozes antagônicas, até que a sociedade inteira, meio às tontas, se curve, como dizia Gramsci, à "autoridade onipresente e invisível" do Partido.

Não, não há nenhum pretexto razoável para supor que a esquerda personifique a democracia, a liberdade ou o Estado de direito. No máximo, ela suporta pacientemente a ordem democrática, à espera de poder substituí-la um dia por algo que lhe pareça melhor, seja a ditadura do proletariado, seja a "democracia plebiscitária" de Rousseau, que não é outra coisa senão a ditadura da maioria enfurecida.

Façamos, por último, a hipótese de que a esquerda, em geral refratária à ordem democrática por princípio e por hábito, tenha tido seu nome casualmente associado à idéia democrática no Brasil, pela circunstância excepcional e local da "luta contra a ditadura" (tal como, na Itália, o antifascismo deu ao PCI, por algum tempo, a fama de democrata, logo desmentida). Mesmo essa alegação desesperadoramente casuística não convence. S. Excia., embora não o diga, sabe perfeitamente que nossos terroristas de esquerda, armados e orientados pelo governo cubano, jamais lutaram por democracia nenhuma, mas pela extensão do regime de Fidel Castro ao Brasil (tanto que suas guerrilhas começaram antes do advento do regime militar, só podendo ser explicadas como reação a ele mediante uma inversão psicótica da cronologia).

Resta, por fim, a hipótese do fingimento proposital: o sr. presidente sabe que o controle hegemônico da sociedade por uma só corrente ideológica é totalitário, mas, como ele gosta precisamente disso, decide chamá-lo de "democracia" por ser uma palavra atraente, boa para servir de camuflagem a tudo o que é mais antidemocrático.

Duvido que S. Excia. seja capaz de tal premeditação maquiavélica. Ele deveu toda a sua carreira às liberdades democráticas, e não é verossímil que as odeie sinceramente. Seu mandato está no fim, e ele até agora não mostrou nenhuma vocação pessoal de ditador (não digo de capomafioso, que é outra coisa).

Que quer então ele dizer? Ele mesmo não o sabe, mas eu o sei: o que ele deseja é o milagre da coincidentia oppositorum, o advento de um mundo impossível onde o absoluto controle governamental da sociedade coexista pacificamente com todas as liberdades e garantias individuais. Aí todos serão felizes.

Mas isso é loucura, dirá o leitor. Precisamente. S. Excia., como em geral os esquerdistas brasileiros, vive naquele estado mental nebuloso e crepuscular onde todos os gatos são pardos, todos os quadrados são redondos, dois mais dois são sempre cinco ou seis e nenhuma palavra dita ou ato praticado tem jamais de responder pelas conseqüências que desencadeia no mundo real. É o estado de perfeita alienação da realidade, em que um indivíduo ou grupo, imunizado contra a percepção de seus crimes e desvarios, pode se entregar gostosamente à auto-adoração narcisística e sentir-se o portador de todas as virtudes, a encarnação das mais belas esperanças da humanidade.

Diário do Comércio, 28 de outubro de 2009

Perguntem a Chávez e a Lula

Mídia Sem Máscara

Por serem acordos entre a Rússia comunista de Putin e os países pertencentes ao Foro de São Paulo, isto lhes dá automaticamente imunidade para agir secreta e silenciosamente sem que nenhum bisbilhoteiro lhes peça satisfações?

Leio no site "Inforel" do dia 01 de outubro, que o senador Aloísio Mercadante (PT) apresentou um voto de censura ao acordo militar firmado entre a Colômbia e os Estados Unidos, alegando que o acordo foi celebrado "sem nenhuma consulta aos países da região". Segundo Mercadante, "No nosso entendimento, a imprescindível luta contra o narcotráfico não justifica essa escalada militarista na Colômbia, a qual poderá resultar na militarização de conflitos regionais e na geração de grande insegurança hemisférica, bem como num possível comprometimento dos processos de integração regionais". Tanto cinismo e hipocrisia soam até obscenos...

Que eu saiba, ninguém perguntou ao senador mas eu pergunto: e os acordos firmados entre Brasil e Rússia, Venezuela e Rússia, devem ficar longe não só do conhecimento do público mas também da "consulta" aos outros países da região? E por serem acordos entre a Rússia comunista de Putin e os países pertencentes ao Foro de São Paulo, isto lhes dá automaticamente imunidade para agir secreta e silenciosamente sem que nenhum bisbilhoteiro lhes peça satisfações?

Vamos aos fatos. No dia 30 de setembro de 2009 a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, da Câmara dos Deputados, aprovou o acordo de cooperação técnico-militar firmado entre Brasil e Rússia em novembro de 2008. O acordo visa a "incrementar a cooperação nos campos de pesquisa e desenvolvimento, apoio logístico, aquisição de produtos e serviços de defesa, treinamento profissional, intercâmbio de pessoal docente e discente, realização de visitas recíprocas e a realização de programas conjuntos". Fica estabelecido neste acordo que "nenhuma das partes, sem o prévio consentimento por escrito da outra, poderá vender ou transferir a terceiros os produtos de destinação militar, bem como as informações obtidas ou geradas através da cooperação". Quer dizer: tudo o que se fizer mediante este acordo, deverá permanecer em sigilo, sendo do conhecimento apenas das partes envolvidas, ou seja, Brasil e Rússia, e ninguém mais.

Agora vamos a Chávez. Em julho de 2008, Chávez ofereceu à Rússia o direito de erigir bases militares de apoio em seu território, quer dizer, da Venezuela, que ele trata como se fosse seu quintal e não do povo venezuelano inteiro. Na ocasião o diário moscovita "Izvestiya" assegurou que "a Força Aérea russa estuda transferir bombardeiros de longo alcance a Cuba em resposta ao sistema de defesa anti-mísseis que os Estados Unidos planejam instalar na Europa central". Imediatamente Chávez disse que a Venezuela estava tão bem posicionada quanto Cuba e acrescentou: "Içaremos as bandeiras, tocaremos os tambores e cantaremos canções porque será porque estão aqui os nossos aliados, com os quais nos une a mesma visão de mundo".

Vejam bem, tudo isto aconteceu em 2008, quando a Colômbia ainda não havia tratado de expandir seus acordos com os Estados Unidos, ou seja, tanto Lula quanto Chávez faziam seus acordos de cooperação militar com os russos e nenhum país vizinho foi informado ou consultado! Mas o cinismo e a hipocrisia desta gente não acabam por aí. No dia 17 de setembro, os ministros de Defesa da UNASUL reuniram-se em Quito, Equador, para debater a questão do que eles chamam "bases militares americanas" na Colômbia e alegaram que não se chegou a um consenso por causa da "intransigência de Uribe" em revelar a totalidade do acordo. Eles queriam ver o documento original, com todos os detalhes especificados ali. No dia 24 de setembro, 7 dias depois portanto, do encontro desses ministros, a Assembléia Nacional da Venezuela aprovou por maioria (pois 90% dos parlamentares são "bolivarianos"), à noite, um documento no qual decreta-se como secretos os acordos firmados entre Venezuela e Rússia, alegando que isto "nasce da necessidade de proteger todo tipo de informação classificada, que seja transmitida, recebida e gerada no desenvolvimento da cooperação técnico-militar bilateral". Esse acordo foi firmado em 15 de agosto, no entanto, no encontro da UNASUL em Bariloche, em 28 de agosto, lá estavam Lula e Chávez como donzelas ofendidas pedindo satisfações a Uribe que, cavalheiro e diplomático como só ele na região, dava-lhes explicações e pedia desculpas por "não tê-los consultado antes".

No dia 13 de setembro, Evo Morales anuncia a autorização de instalações militares russas em território boliviano, na cidade de Cochabamba, para as quais (não especifica quantas) a Federação Russa investirá dez milhões de dólares no funcionamento do novo centro de manutenção de sua Força Aérea no país sul-americano. Mas ele informou ou "consultou" seus vizinhos para tanto? Não, claro que não, e nenhum deles se queixou ou viu nisso qualquer ameaça! A única ameaça é a Colômbia, porque não pertence ao Foro de São Paulo!

Finalmente, no passado 19 de outubro o presidente Uribe esteve em visita ao Brasil num encontro na FIESP onde assinou vários acordos com Lula. Os acordos giraram em torno de ciência e tecnologia, cultura, educação e comércio. Nada se tratou acerca do combate ao narcotráfico e, dias depois, Marco Aurélio Garcia (MAG) deu uma declaração ao jornal "El Patagonico" dizendo que o Brasil "não vai mais pedir garantias à Colômbia pelo uso de suas bases militares por americanos" porque "confia na palavra de seu convidado". Ora, e o que o fez mudar tão radicalmente de opinião de uma hora para outra, sem ter visto o acordo?

A resposta parece óbvia. Estamos em ano pré-eleitoral e Lula quer emplacar sua candidata, a terrorista Dilma. Uribe conhece as relações FARC/PT reveladas pelos computadores de Raúl Reyes e John 40. Deve então ter havido um acordo entre os dois: Uribe não divulga o que sabe desses achados, e Lula deixa de pressionar pelo acordo Colômbia-USA. A diplomacia tem dessas coisas, que eu particularmente abomino, mas há muitos acordos comerciais entre o empresariado dos dois países que não podem ser prejudicados, pois se Uribe resolvesse jogar no ventilador o que sabe, isto fatalmente redundaria num rompimento de relações entre Brasil e Colômbia. Quanto ao cinismo de "seu" Mercadante, por que não exigir dele, também, explicações sobre os acordos feitos pelos seus camaradas do Foro de São Paulo?

Folha descobre conluio Serra/Lula/Ciro

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Dar a Ciro a chance real de disputar o governo do Estado de São Paulo, com a ajuda do PT e com a passividade do PSDB, parece ser a única solução possível. As forças dominantes não querem que saia candidato à Presidência da República. O PT paulista terá que engolir o grande sapo cearense.

Os leitores que acompanham minhas notas estão perfeitamente cientes do que se passa nos bastidores da sucessão presidencial, com o conluio por cima entre Lula e Serra, para sacramentar previamente as eleições do ano que vem, tornando-as um evento insignificante, uma perfeita marmelada. Finalmente um dos notáveis da Folha de S. Paulo descobriu o que se passa, como podemos ler na edição do último dia 26 (Alckmin e Serra em São Paulo), na coluna de Fernando de Barros e Silva.

O jornalista simula um espanto: "Os holofotes da sucessão se voltam, no momento, para a hipótese extravagante de que Ciro Gomes possa ser candidato ao governo paulista apoiado pelas forças de Lula. Fora das luzes, porém, há uma outra batalha sendo travada no interior do campo tucano". Nada há de extravagante, exceto o fato de que profissionais da informação estão desinformados sobre o fato político mais significativo, o arranjo para a marmelada esquerdista. E desinformam o público leitor.

Completa Fernando de Barros e Silva: "Se José Serra for mesmo disputar a Presidência, qualquer solução que não seja a candidatura de Geraldo Alckmin em São Paulo custaria caro demais ao PSDB. É o que pensam pessoas influentes do serrismo. A razão é simples: Alckmin tem mais de 40% das intenções de voto nas pesquisas. O outro postulante à vaga, o secretário de Governo, Aloysio Nunes Ferreira, não passa dos 2%". Ora, até as pedras sabem que Serra não quer Alckmin, um ET dentro do PSDB, partido cada vez mais tomado pelas antigas lideranças raivosas dos exilados do Regime Militar, Serra à frente. O artificialismo de qualquer candidatura que não a de Alckmin ao governo de São Paulo salta aos olhos e só adquire significado se o observador se der conta que se trata de reciprocidade: o PT lança a inexpressiva Dilma, praticamente elegendo Serra de antemão e, em troca, ganha o governo de São Paulo, para tanto o PSDB lançando também um fantoche sem votos.

O único fato imprevisto foi a vinda de Ciro Gomes para São Paulo. Este é o fato novo, o inesperado. Ciro aproveitou-se da fachada de disputa entre a candidata do PT e o governador José Serra para se eleger o anti-Serra, supostamente ajudando o PT. Ao se instalar em São Paulo cacifou o seu nome contra a vontade do PT e contra José Serra. Agora terá que ser acomodado, pois se Ciro sair por aí atirando em Serra mela o jogo previamente combinado. Ninguém o quer mas ele é grande demais para ser descartado. E tem forças para seguir sozinho contra a vontade de Lula e Serra. Criou um grande problema a ser resolvido.

Ciro tem posição consolidada no Ceará, onde governa seu irmão, que deve ser reconduzido ao cargo, e onde é candidato ao Senado seu padrinho político de toda vida, Tasso Jereissati. Não poderia jamais se colocar contra esses dois. Vir para São Paulo resolveu seu problema doméstico e o cacifou para jogar o grande jogo da sucessão presidencial. Dar a ele a chance real de disputar o governo do Estado de São Paulo, com a ajuda do PT e com a passividade do PSDB, parece ser a única solução possível. As forças dominantes não querem que saia candidato à Presidência da República. O PT paulista terá que engolir o grande sapo cearense.

Menos mal que a Folha ao menos tocou no assunto, que, como sempre, é segredo de Polichinelo. Todo mundo sabe e ninguém comenta. A sucessão será mais que uma marmelada, será um grande circo, e Ciro Gomes, de palhaço, foi elevado à condição de trapezista ou alpinista, como queira. Fez uma grande jogada, pode ser eleito governador, contra tudo e contra todos e com o apoio de todo mundo. Não é mesmo um circo?

Jesus Cristo, Judas e Lula

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Lula vê os lideres marxistas da CNBB, os bispos e pastores evangélicos oportunistas ávidos de concessões e outros privilégios e deve imaginar: "Se essa gente aí diz seguir Jesus, então Jesus deve ser como eles!"

Lula declarou que no Brasil Jesus teria de fazer aliança com Judas. Por meio de quem Lula veio a conhecer esse "Jesus" que se entrega a sujas alianças políticas?

Engana-se quem acha que Lula não pensa em Jesus Cristo. Recentemente, ele disse: "Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão".

Se é verdade que o Jesus que a maioria da sociedade conhece é resultado da percepção que é transmitida pelas grandes religiões cristãs, então Lula está cercado de líderes cristãos que lhe espelham um Jesus bem diferente do Jesus do Evangelho. Lula vê os lideres marxistas da CNBB, os bispos e pastores evangélicos oportunistas ávidos de concessões e outros privilégios e deve imaginar: "Se essa gente aí diz seguir Jesus, então Jesus deve ser como eles!"

O Evangelho conta que a atitude de Jesus em seus únicos momentos diante das autoridades políticas era o silêncio. Falar o que com políticos? Eles se julgam deuses e donos da verdade. Diante da arrogância, a suprema sabedoria se cala, porque sabe que o dia da suprema justiça chegará.

Quando fez referência ao governante de sua época, Jesus se limitou a chamá-lo de "raposa" - um título bem apropriado para a vasta maioria dos políticos brasileiros. Uma raposa é esperta e usa tal esperteza para alcançar suas maldades. Uma raposa política se aliaria a Judas e a qualquer outra criatura para alcançar suas maldades.

Uma raposa religiosa não agiria de forma diferente, preferindo entrar em alianças políticas com Pilatos, Herodes, Acabes e outros do que perder oportunidades financeiras. Por isso, Jesus chamava os líderes religiosos de hipócritas.

O Jesus que Lula conhece está na face das raposas religiosas que o cercam. É com o testemunho delas que Lula chegou à conclusão de que "Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão".

Ao espelharem tal Jesus, conscientemente ou não, as raposas religiosas acabam se tornando os Judas modernos, traindo Jesus e seu Evangelho de salvação.

É com esses Judas que Lula e seu partido estão aliançados. É nesses Judas que Lula tem sua percepção de quem é Jesus e do que faria Jesus na política brasileira.

Com o testemunho que Lula viu e vê na marxista CNBB, IURD, Caio Fábio e outros, será de estranhar se um dia desses ele aparecer declarando a idéia bizarra de que Jesus poderia se aliar com o próprio diabo?

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